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Arthur Godoy Júnior

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São Paulo, 24 de abril de 2019

Atualizado às 09h30

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Finanças - Se não mudar, vai quebrar

Tribunal de Contas do Estado alerta sobre crise financeira e Macchione decide limitar gastos

Há uma semana, o Tribunal de Contas do Estado emitiu alerta para vários municípios que apresentam números financeiros preocupantes. Segundo o TCE, as planilhas estudas indicam a possibilidade de insuficência financeira para a manutenção das cidades. Entre os municípios citados está Catanduva. O Tribunal deixou claro que não há desvio criminoso de recursos, porém os números apontam um futuro preocupante.

Com base nisso, no final da tarde de ontem, terça-feira, o prefeito Afonso Macchione assinou decreto anunciando medidas para conter os gastos municipais. Chamado de "plano de racionalização de gastos" a intenção, segundo o texto " é preservar despesas de caráter continuado, de forma que a Prefeitura prossiga com o atendimento básico oferecido à comunidade – sobretudo educação, saúde, assistência social e conservação de vias".

O governo diz que a decisão de cortar despesas leva em consideração a obrigatoriedade de pagamento de precatórios, contrapartidas de convênios, parcelamentos firmados com o Instituto de Previdência dos Municipiários de Catanduva (IPMC), além dos salários, encargos e do cartão alimentação dos servidores públicos.

O decreto aponta que ficam suspensas pelo prazo inicial de 90 dias novas nomeações para cargos em comissão, autorização de concursos públicos, substituições de cargos de chefias durante férias ou licenças, novos contratos com estagiários ou legionários, cursos e treinamentos. Além disso, o calendário de eventos será reavaliado.

O documento determina que os titulares dos órgãos da administração direta tenham rígido controle quanto aos serviços de telefonia, consumo de energia elétrica, água, papel e toner de impressão.

Ainda segundo a administração, se as medidas anunciadas não equilibrarem receitas e despesas, serão efetuados cortes de cargos comissionados.

Ao assumir a prefeitura, Afonso Macchione assinou um decreto de calamidade financeira. Com base neste decreto, que durou praticamente um ano, o prefeito deixou de pagar fornecedores que prestaram serviços para a administração em 2016.


Promessas...promessas...


Dissídio

FICARAM PARA O DIA 2!

Listas individualizadas que deverão ser entregues pelo governo ao Tribunal de Justiça - com o valor de quanto cada servidor deve receber de atrasado do dissídio de 2015 - ainda não foram divulgadas. Simcat entrou em contato com o seu departamento jurídico que apontou o prazo final para a prefeitura apresentar as listas: 02 de maio. Segundo explicações, o prazo respeita a norma: 30 dias úteis.

Áudio do prefeito Afonso Macchione, de fevereiro, diz que a contabilidade para o levantamento de valores já estava praticamente pronta. De lá para cá, não se falou mais no assunto.








CANAL ARTE DA GUERRA

Comandante Robinson Farinazzo Casal


Olha com todo respeito ao ideologistas das proibições de canudos e sacolas.

Eu também sou uma pessoa ambientalista e que amo o meio ambiente. Implicar com a doença sem curar a causa da doença é meio complicado. Ao invés de proibir sacolas e canudos porque não estimular as coletas seletivas cada vez mais... construir locais afim de dar reciclagem nos resíduos (usinas de reciclagem). Enfim, com um projeto de reciclagem em grande escala, teríamos ao mesmo tempo EMPREGOS para muitas famílias, contribuiriamos com o meio ambiente e o melhor seríamos uma população mais consciente.

Atualmente a coleta seletiva não estimula ninguém. As coletas seletivas deveriam ser 3x por semana. Já o lixo comum apenas 1 x por semana...

Tenho certeza que iríamos ser estimulados a separar o lixo comum do reciclado.

O uso de canudo numa lata de refrigerante é muitas vezes higiene, já que a lata passa por inúmeros locais e situações antes de ser consumida.

Leitor

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- Os vereadores da Câmara Municipal de Catanduva discutem na noite desta terça-feira, dia 23, projeto de Lei do vereador Gaúcho que proíbe o fornecimento de canudos de plástico. A proibição atinge o comércio da cidade.

- Apesar de espernear, o vereador Cidimar Porto ainda não entrou na Justiça para reverter a decisão da Câmara Municipal que o retirou da Comissão Processante que investiga as compras dos carnavais 2010/2012. Porto prometeu entrar com uma ação judicial.

- Talvez, como Amarildo Davoli tenha entrado em seu lugar, Cidimar Porto tenha refletido melhor sobre o assunto.

- Quase que diariamente, a reclamação do catanduvense vem sendo uma só: a falta de energia elétrica em bairros. Quando entram em contato com a Energisa a informação é que as quedas ocorrem por causa das chuvas. Está chovendo muito em Catanduva, não?

- Várias berçaristas contratadas através de concurso público estão pedindo exoneração no departamento de Recursos Humanos da Prefeitura. Diariamente, o imprensa oficial publica pedidos para deixarem o cargo.

- E Catanduva volta a ser destaque regional. Desta vez, o jornalístico TEM Notícias informa que - mais uma vez - será adiada a entrega definitiva da rodoviária da cidade. A reforma já vai indo para o terceiro ano, custando muito mais do que o inicialmente planejado.

A cada atualização, esta coluna receberá novos comentários e informações. Colabore enviando seu e-mail para arthur007@uol.com.br, com o título "Para não ficar boiando". Após recebermos a informação, realizaremos a checagem e publicação. Sigilo absoluto. Passando a Limpo: é você quem faz!


Ditinho Muleta propõe “Programa de Educação Alimentar nas Escolas Municipais”

O objetivo do programa é promover, salvaguardar e estimular a alimentação adequada e saudável aos alunos da rede municipal de ensino

Na segunda-feira, 15 de abril, o vereador Benedito Alexandre Pereira, o Ditinho Muleta (DEM), protocolou na secretaria da Casa de Leis, o Projeto de Lei que dispõe sobre a instituição do Programa de Educação Alimentar nas Escolas Municipais.

Segundo o parlamentar, o objetivo do programa é promover, salvaguardar e estimular a alimentação adequada e saudável aos alunos matriculados em todos os níveis do ensino oficial do Município de Catanduva.

“A formalização do projeto se justifica não só pela incumbência legal, mas porque, na nossa prática diária, durante os momentos das refeições, as crianças já são orientadas a ter uma alimentação adequada e a oportunidade de socializar com outras e com profissionais que lhe servem e dão atenção a sua alimentação, ora elogiando-as e encorajando-as a comer, ou até mesmo chamando a atenção do seu comportamento à mesa, já que maus hábitos alimentares estão associados a diversos prejuízos à saúde, como por exemplo a obesidade”.


Opinião

Saúde não é o que interessa, a canalização é que tem pressa...

Arthur Godoy Júnior

Todo mundo conhece aquele personagem da Escolinha do Professor Raimundo, o Paulo Cintura. Entre uma resposta e outra, exclamava o bordão "Saúde é o que interessa, o resto não tem pressa". Em poucas palavras, o sentido da vida. Pois sem saúde, meus amigos, não se chega a lugar nenhum, com ou sem dinheiro. E numa variante deste dito popular temos as máximas que "o importante é ter saúde, o resto a gente corre atrás", e tantas outras. Sabedoria, que infelizmente está apenas no meio do povo já que nossos governantes não se preocupam com isso. Afinal, quando dá aquela dor de barriga, têm planos de saúde vip para o pronto atendimento.

No papel, assim a grosso modo, Catanduva tem uma ampla cobertura na área da saúde. Temos uma faculdade, o AME, três grandes hospitais, uma UPA, os bairros abastecidos com postos, SAMU e programas que atendem - em tese - toda a população. Então, por qual motivo temos a constatação que se existe um Calcanhar de Aquiles nesta cidade está justamente nesta área? Por qual motivo o catanduvense tem a sensação de estar desamparado? A resposta é óbvia: em que pese termos um secretário articulado com as palavras, não existe prática na teoria. Números são apenas números quando o benefício não alcança as pessoas que precisam de um atendimento médico emergencial, consultas, exames e cirurgias. Coloque todas as estatísticas embaixo do braço e vá para a UPA, se divertir com horas para um atendimento. Grave o discurso de nossos políticos e procure um médico no Centro de Especialidades, ou tente marcar uma consulta rapidamente ou pior: uma cirurgia.

Quando o governo Geraldo Vinholi decidiu fechar o Centrão e centralizar o atendimento na UPA, uma unidade de localização impraticável para metade da cidade, fui absolutamente contra. O governo federal entregou para a cidade um prédio, com graves defeitos em sua estrutura, e por conta disso, criou-se a necessidade da administração em manter a UPA. Trocamos o posto de saúde, no centro, por filas e mais filas, funcionários abarrotados de serviço, em algo que consome milhões e sem um retorno satisfatório. Macchione iniciou a terceirização de saúde, e o povo ficou à mercê de gestoras, que até agora ainda possuem pendências trabalhistas com ex-funcionários. Nesta nova administração, alegando sei lá o que, o governo fechou posto de saúde - obrigando as pessoas a se deslocarem ainda mais.

E trago uma notícia ainda pior: os casos de dengue que estão sendo registrados aos montes - apesar das estatísticas oficiais serem baixas - devem varrer a cidade a partir de novembro. O motivo? Simples. Com o aumento do calor, no próximo verão, a proliferação do Aedes Aegypti crescerá de forma assustadora. No momento, estamos no outono, onde as chuvas são em menor quantidade. Quando chover torrencialmente, tendo o calor como pano de fundo, infelizmente os números ficarão incontroláveis. Isso não apenas em Catanduva, mas em todo o Estado. A diferença é que ao contrário da chamada Cidade Feitiço, outros municípios se preocupam com a saúde da população e não se prendem apenas aos gelados números de estatísticas.

Mas tudo bem. O importante é que a canalização do rio está a pleno vapor... Meu nome é Arthur Godoy Júnior.

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Opinião

O lobo do rádio

Luiz Roberto Benatti

He was an old man who fished alone in a skiff in the Gulf Stream and he had gone eighty-four days now without taking a fish. Sérgio Dias era velho como o velho Santiago de O velho e o mar de Ernest Hemingway.Não me lembro de que tivesse gosto por pesca, mas, como Santiago, era um solitário ou, sem o constrangimento de parecer sofisticado, um melômano, amante da música clássica, em especial a ópera. Seu Gulf Stream ficava na Avenida 24 de Fevereiro, para onde ele remava ou caminhava a pé todos os dias, ida e volta, aprumado há 30 ou 40 anos, meio trôpego nos últimos anos. Os 84 dias de retorno à casa sem peixe foram para ele os de baixa remuneração na atividade de jornalista ou revisor de jornal.A crueldade não tem limites. Assim, do couro salgado do empregado, sai o cinto dourado do patrão. Ele parecia dizer: desde que me paguem o bastante para eu comprar o último cd, está bem. Por que iria ele querer mais se a vida e o destino não lhe deram o gosto da grana pela grana: o muro fronteiro da casa da avenida era baixo e, dia e noite, seu portão estava aberto para quem quisesse entrar, bater caixa e ouvir ópera. Depois da morte de Lecy Pinotti, Sérgio deve ter cultivado um buraco no peito. Eles se completavam. Sérgio foi o diretor da antiga ZYD-5/Rádio Difusora de CTV que, num certo dia de penumbra da ditadura de 64, foi convidado a fechar-lhe as portas. Bom sujeito, Sérgio fez como a voz mandava e, quando a emissora reabriu a porta de entrada da Rua 13 de Maio, já pertencia a outro dono.Não se engane: a vida é cheia de pequenos delitos de ordem politicossocial! Sérgio Dias, o lobo do rádio, pendurou o chapéu no cabide e voltou para o magistério e a direção de escola. Lobão era mestre e, como seu discípulo, mando-lhe um forte abraço e a lembrança do grande Caruso.


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