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Arthur Godoy Júnior

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São Paulo, 25 de setembro de 2017

Atualizado às 20h25

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A notícia mais importante desta atualização

Governo faz manobra para aprovar "pacotão de impostos"; aumento na tarifa cobrada pela SAEC pode subir até 20%; IPTU também deve ser "readequado"

Todos os detalhes, logo abaixo...


- Vão aprovar o pacotão?

- E adivinhe onde vão enfiar...


Saúde em sua casa...

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Colunismo mais que social tem nome e sobrenome:

Arlindo Gutemberg

Preparando mais uma coluna, agora em edição extraordinária...


- O prefeito Afonso Macchione está colocando em pauta projetos que vão mexer diretamente com o bolso do catanduvense. O primeiro trata de mudança de nomenclatura e administração da coleta de lixo na cidade. Se o projeto do prefeito passar, a SAEC ficará responsável por todo o procedimento - inclusive cobrança da taxa de lixo, que receberá outro nome. A prefeitura alega que o setor é deficitário e para conseguir pagar toda a coleta de lixo no município a mudança é necessária.

- Porém, na prática, isso significará um aumento razoável na conta que o catanduvense irá pagar. O modelo adotado por Catanduva é o de Araraquara, onde os contribuintes se espantaram com os valores apresentados na conta de água. Aumentos que poderiam chegar a 10% acabaram saltando para um reajuste de até 20%. O projeto está previsto para ser analisado nesta terça-feira, e logo em seguida espera-se uma sessão extraordinária.

- Como tudo tem motivo, a extraordinária não deixaria o prazo do prefeito vencer. Macchione tem até o dia 30 de setembro para propor mudanças nos valores cobrados da população para o próximo ano. A lei determina que a prefeitura é obrigada a apresentar estas mudanças na Câmara Municipal em até 90 dias antes do fim do ano. Assim, a expectativa é que o projeto passe voando pelo legislativo. Sob as bençãos do presidente da Casa, Enfermeiro Ari, ex-oposição ao prefeito.

- Aliás, hoje a oposição tem apenas três nomes: Ditinho Muleta, Gaúcho e Wilson Paraná. André Beck fica na corda bamba, podendo votar contra ou a favor da administração Macchione.

- Na operação "impostão", vale de tudo. Até mesmo aceitar de pronto o afastamento de Daniel Palmeira e colocar em seu lugar o suplente Bellê Martin. Martin, que é do PV, está sendo ameaçado de expulsão partidária. Isso depois de votar pela abertura de uma comissão processando contra o colega de legenda, Maurício Gouveia. O plano é forçar a barra em cima de Bellê Martin para que ele vote a favor do pacotão de impostos e logo em seguida conseguir "um perdão Papal".

- Haverá ainda a votação de um projeto que "readequa" a taxa de IPTU em alguns pontos da cidade. Neste caso, não há avaliação de quanto poderá subir os valores cobrados em Catanduva. Vale o registro que este projeto já foi votado em plenário e aprovado em primeira discussão.

- Daniel Palmeira de Lima irá esperar a decisão judicial no município de Icém. Por enquanto, a situação do vereador está bem complicada. A Justiça não lhe concedeu a liberdade.

- A temperatura vai subir. O Hospital Mahatma Gandhi - que administra a UPA - entrou com uma ação de cobrança contra a prefeitura de Catanduva. Valor da ação: R$ 400 mil. O hospital alega que a prefeitura glosou estes valores dos pagamentos que deveriam ser efetuados. A ação já está na Justiça.

- Mães estão reclamando da presença de escorpiões na escola localizada na Vila Lunardelli. Um comunicado teria sido expedido para a secretaria de Educação. Enquanto nada se resolve, o medo é constante entre mães e funcionários.

A cada atualização, esta coluna receberá novos comentários e informações. Colabore enviando seu e-mail para arthur007@uol.com.br, com o título "Na Ponta da Pauta". Após recebermos a informação, realizaremos a checagem e publicação. Sigilo absoluto. Passando a Limpo: é você quem faz!


Opinião

Dinheiro jogado fora...

Arthur Godoy Júnior

Olá amigo leitor, querida leitora. Eu escrevo meio que profissionalmente há cerca de 35 anos. Tenho 48, e salvo engano, comecei quando tinha 13 anos. Como era natural para a época de fim de ditadura militar e eleições pipocando pelo país - principalmente nos pequenos municípios - acabei acompanhando fatos políticos que os antigos lembrarão e a juventude sequer tem idéia que existiram. Tínhamos a Arena e o MDB. De um lado, Gerson Gabas e do outro, José Alfredo. Tínhamos Orestes Quércia buscando o Senado, Arthur Alves Pinto, etc e tal. Os programas eleitorais eram estáticos, com a apresentação de um pequeno currículo do candidato. Participei de apurações de cédulas, passando a noite em claro em ginásios de esportes. Um dia, dormi num colchão no Palestra, de Rio Preto. As urnas eram guardadas por policiais militares e agentes de segurança.

Escrevo isso para que alguns leitores, os mais jovens, saibam que - no mínimo - tenho um certo conhecimento do ser humano chamado "político". Posso dizer a vocês que desde que me conheço por repórter, defendi um legislativo forte e decente. Acho que a base da democracia está no legislativo e não no Executivo, este centralizar e que impõe suas vontades. Pena que o nosso legislativo - vereadores, deputados e senadores - não se respeita. Não sabe ou não quer saber sua força, e quando têm conhecimento de seu peso no jogo político utiliza as regras buscando ganhos pessoais. O legislativo além de ser forte precisa ser honesto em todos os sentidos. Principalmente com a população. Muito se fala sobre "estar ao lado do povo", mas isso é uma falácia. Após ser eleito, o vereador/deputado etc e tal, parece sofrer uma doença crônica em seu aparelho auditivo. Esquece as ruas, o voto do povo, a vontade do eleitor.

Em Catanduva, como numa célula de um grande corpo, não é diferente. Já vi episódios lamentáveis dentro da Câmara - e não estou falando da atual. Projetos que eram aprovados a toque de caixa, no último dia, na última hora. Dane-se o povo, dane-se a vontade popular. Os vereadores obedeciam de olhos fechados as ordens do prefeito de plantão. E isso - por incrível que pareça - não muda. Por mais que ocorra um discurso de "renovação", vemos a velha política enraizada. Ao invés de se discutir o que é melhor para o contribuinte, para o cidadão, para os necessitados, vemos reuniões na sala do prefeito onde as ordens são dadas - e ponto final. Quando se entra em plenário, as peças do jogo já estão definidas e a votação é um mero detalhe.

Dentro de 48 horas - no máximo - teremos aprovado um projeto que simplesmente irá morder - e muito - o bolso do contribuinte. Alegando buscar um modelo atualizado, o prefeito Afonso Macchione quer que a SAEC cuide da coleta de lixo da cidade - principalmente nos tributos. O projeto de lei encaminhado à Câmara chega a prever multa e juros para quem atrasar a recolha do imposto ou da Taxa de Resíduos Sólidos. O prefeito cita o município de Araraquara como um modelo deste tipo de gestão. Tive a curiosidade de ir verificar o que o povo da Morada do Sol pensa sobre isso. E foi simples: a taxa subiu numa proporção que chegou a 20%. Quem estava acostumado a pagar um determinado valor de água, com esta união, quase caiu das pernas.

Agora, vamos ser sinceros. Este projeto foi devidamente estudado e debatido? A população foi convidada a tomar conhecimento das regras? Ou a intenção é votar o mais rápido possível, dentro do prazo para que possa existir a cobrança o mais rápido possível? Sem discussão e com aumento na taxa de lixo - junto com a água. Não vejo - no momento - qualquer vantagem para o catanduvense, que continuará sofrendo com seu lixo na porta de casa.

Mas vamos esperar que um Cidimar Porto, Nilton Cândido, Amarildo Davoli, Maurício Gouveia, Luis Pereira, Onofre Baraldi e agregados votem com a consciência da população ou sigam o que manda o prefeito? Cito estes nomes pois são os vereadores da vez. No futuro, será o João Laranjeiro, o Pedro Marreteiro, o Dito Boleiro, e outros etc e tal.

Sabe quem perde? O povo e o próprio legislativo. Aliás, o prefeito os recebe em seu gabinete, demonstrando quem é o anfitrião e quem são as visitas. Numa relação de poderes, o justo, seria uma alternância de locais de reunião. Mas onde já se viu o todo poderoso descer para conversar com a plebe, não? Como disse, quem perde é o povo. Vai ter que pagar mais caro e não consegue reagir - mesmo no voto - pois quanto mais muda, mais se enfraquece.

Mesmo sendo uma tese antidemocrática, fico com a impressão que poderíamos ficar sem o legislativo. Do jeito que está, é um dinheiro jogado fora. São os funcionários mais caros do Executivo, e com um retorno perto do zero.

Melhor seria acabar com esta lenga-lenga semanal, também conhecida como "conversa mole para boi dormir".

Com as bençãos de seus vereadores, o catanduvense vai levar uma baita mordida em seu bolso.

Quem viver, verá.

Meu nome é Arthur Godoy.

Este é o site Passando a Limpo, atualizado diretamente de São Paulo.

E amigos leitores, fiquem bem. Onde quer que vocês estejam...


Enquanto isso, em Araraquara

Tarifa: Taxa do lixo eleva valor da conta de água em Araraquara

Mesmo ainda não tendo reajustado a tarifa da água, consumidores de Araraquara estão “assustados” com os valores das faturas, que tiveram alta significativa. Isso se deve à transferência dos serviços de coleta, tratamento e destinação do lixo da Prefeitura para o Daae (Departamento Autônomo de Água e Esgotos).

Até o ano passado, a ‘taxa do lixo’ era cobrada pela Prefeitura. Este ano, passou a ser cobrada pelo Daae, com a água. A antiga Taxa Ambiental de Serviços — cobrada pela reciclagem de lixo — foi incorporada a uma nova: a Taxa de Resíduos Sólidos (TRS), assim, agora “são duas em uma”.

ENTENDA - A taxa passou a ser cobrada pelo Daae porque a Prefeitura não tinha mais como “bancar” os custos do lixo. Por isso, encaminhou à Câmara um projeto que visava a transferência da coleta e transbordo do lixo doméstico, com a alegação de que não seria possível manter o serviço.

O valor da taxa do lixo varia de acordo com a categoria — residencial, comercial, industrial, pública e mista — e faixa de consumo. O Daae espera arrecadar com a nova taxa cerca R$ 700 mil, que é o custo do serviço.

Na casa da dona de casa Maria Fátima de Andrade Ferreira, 62 anos, estão todos horrorizados. Levando em conta meses com o mesmo consumo, o aumento na conta de água da família Ferreira chegou a 20%. Em dezembro, por exemplo, eles pagaram R$ 2,33 de Taxa Ambiental Residencial. Na última conta, pagaram R$ 19,11, referentes à Taxa de Resíduos Sólidos.

“Não medimos esforços para economizar água, mas o resultado foi a conta mais cara. Economizamos água, mas agora pagamos uma taxa do lixo absurda”, diz ela.

Na casa de Maria de Fátima moram cinco pessoas e medidas de economia foram adotadas. “Banhos rápidos e usamos água da máquina para lavar o quintal. Estamos nos desdobrando, porém, o nosso esforço parece não adiantar.”

NOVO AUMENTO - E quem acha que a água está cara, pode se preparar. Isso porque a Ares-PCJ (Agência Reguladora dos Serviços de Saneamento das Bacias dos Rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí), responsável por regular e fiscalizar a prestação dos serviços de saneamento básico realizados pelo Daae, autorizou um reajuste na conta a partir de maio.

A proposta de aumento é de 7,14% no tratamento da água. Além disso, o custo do esgoto deve ser equiparado ao da água, passando de 80% para 100%, ou seja, se o contribuinte paga R$ 100 pelo serviço da água, o esgoto irá de R$ 80 para os mesmos R$ 100.

A Taxa de Resíduos Sólidos (TRS) será calculada de acordo com o volume de água consumido. Segundo o Daae (Departamento Autônomo de Água e Esgotos), a relação entre produção de resíduos e consumo de água foi comprovada em pesquisas acadêmicas promovidas pela USP de São Carlos e Universidade Federal de Viçosa/MG.

A cobrança foi aprovada em outubro do ano passado pelos vereadores do município, e virou a Lei no 8.313, atendendo à Política Nacional de Resíduos Sólidos, que exige a garantia da sustentabilidade econômico-financeira dos serviços públicos de saneamento básico.






Ainda estamos esperando um governo que saiba da força de um aposentado na hora das eleições, fiquem expertos temos muitos parentes e amigos que percorrem as estradas da vida ao nosso lado, pensem bem

Wanderley | Catanduva | 13/09/2017 16:49

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Dia seguinte...

- Está todo mundo no escuro!! E cadê a força-tarefa da iluminação?


Enquanto isso...

- Essa lista do Frente Cidadã não acaba nunca?

- O durou sou eu, que me chamo Yuri...


É só clicar

- Esse ano não teve Festa das Nações?

- Você compra uma carteira de couro. Maravilha. Mas em cinco meses, o plástico que segura os documentos já rasgou todo ... De que adianta a carteira ser de couro?

- Funcionários da Pró-Saúde ainda esperando o pagamento de salários...

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Tempo e temperatura



Em algum lugar do passado...

Amigo é coisa para se guardar...

Filiação de Roberto Cacciari no PMDB. Com a presença de Afonso Macchione, Temer e Edinho Araújo...O final da história todo mundo conhece...


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