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São Paulo, 04 de julho de 2015

Atualizado às 19h30


Justiça

Porto pede investigação sobre carnavais de Vinholi; promotoria estende apuração até Macchione

O vereador Cidimar Porto (PMDB) representou à promotoria pública de Catanduva que investigasse todas as contas e contratações realizadas pelo governo Vinholi em relação aos carnavais de 2013 e 2014. Porém, além da atual administração, o promotor André Luis Nogueira de Cunha decidiu apurar também, em processo separado, os gastos da administração Macchione. Serão analisados os contratos dos carnavais de 2010, 2011 e 2012. Segundo o promotor, "Nos autos do inquérito civil que investiga os carnavais de 2013 e 2014, realizados pelo Governo Vinholi, em Catanduva, verificou-se, após o depoimento do Vereador Cidimar Roberto Porto, a necessidade de analisar os carnavais de 2010, 2011 e 2012, todos do Governo Macchione, requisitando-se a documentação pertinente. Concluiu-se que, a despeito dos valores gastos terem sido muito menores que os valores gastos pelo atual Governo, há situações de contratações que, em tese, poderiam ter sido precedidas de licitação, motivo pelo qual, para melhor apuração dos fatos, instauro inquérito civil".

A promotoria quer saber se os contratos realizados pelo ex-prefeito seguiram os trâmites normais de licitações. Os números são menores que os gastos com o governo Vinholi, ainda assim, precisam de uma melhor análise. Para isso, documentos estão sendo solicitados.

“Requisitando-se da Prefeitura que envie, em trinta dias, os balanços contábeis dos carnavais de 2010, 2011 e 2012, sob a forma analítica, contendo cada uma das despesas e as receitas, esclarecendo se houve camarotes, quantos, o preço, bem como se foi cobrada entrada às arquibancadas, pois até o presente momento só enviou as notas de empenho e os procedimentos de contratação e dispensa de licitação, esclarecendo como era explorada a praça de alimentação e o estacionamento, enviando contabilidade também desses serviços”.

Não deixa de ser uma ironia já que Cidimar Porto é um dos braços políticos de Macchione dentro do legislativo.



- O ex-prefeito Carlos Eduardo confidenciou a amigos que Afonso Macchione realmente deve sair candidato. E mais: que o próprio Carlos vai sair do DEM e deixar a legenda ao ex-prefeito.

- Por enquanto, Carlos Eduardo não indicou para que lado irá nas próximas eleições. Alguns apostam que poderá realizar um acerto político com Roberto Cacciari.

- Fernando Asprino não deixou a prefeitura pelo fato de ter sido sabatinado na Câmara Municipal. Seu pedido de demissão é anterior à sabatina realizada no legislativo.

- No meio político a informação que correu nos últimos dias era que Vera Pinfildi também estaria demissionária. Na realidade, foi para a Secretaria de Administração.

- Neste sábado aconteceu em Brasília a Convenção Nacional do PSDB. Como bons tucanos, muita discussão e pouca decisão.

- Na próxima terça-feira, 04, não haverá sessões do legislativo. Os vereadores estão em recesso.

- Professores que não tiveram seus contratos renovados com a prefeitura realizaram reunião com os vereadores. Foi na quinta-feira, 02. Querem, no mínimo, que aqueles bem avaliados continuem empregados.

- A OAB lançou a campanha "Corrupção, não".

- O vereador Nilton Cândido informou que recebeu da prefeitura CDs com as informações sobre os gastos do governo com publicidade. Segundo ele, a intenção era obter uma certidão para orientar o processo de cassação do prefeito. Com os CDs, não haverá certidão.

- Comissão de ética da Câmara Municipal é uma verdadeira pia batismal. Caiu ali, sai renovado.

- Agora o meio político vai contar os dias esperando os vereadores suplentes assumirem seus postos para analisarem os relatórios das CEIs da Merenda Escolar e do Lixo.

- Resumindo: vão faltar pizzas ao pessoal do Movimento Vem Pra Rua.

- 20. É o número de processos que Amarildo Davoli responde por xingar o prefeito.

- Termina no começo de outubro o prazo para que as pessoas que desejarem ser candidatos em 2016 escolham seus partidos. Nos próximos 60 dias, vai ser uma revoada de ficha de filiação.

- O vereador Cidimar Porto quer atenção da prefeitura ao Km 7.

- Roberto Cacciari, Afonso Macchione, Geraldo Vinholi, De Fázio e Beth Sahão. Estes são, por enquanto, os nomes cogitados para as candidaturas a prefeitura da cidade. Muito bom saber que as opções aumentaram.

- Desses, apenas Vinholi, De Fázio e Beth têm legenda garantida.

- Nilton Cândido e Cidimar Porto olham com ternura para a vaga de vice prefeito numa provável chapa encabeçada por Macchione.

- Marcos Crippa vem conversando seriamente com Roberto Cacciari.

- Apesar de todo Carnaval, o PV não parece disposto a lançar candidato próprio.

A cada atualização, esta coluna receberá novos comentários e informações. Colabore enviando seu e-mail para arthur007@uol.com.br, com o título "Na Ponta da Pauta". Após recebermos a informação, realizaremos a checagem e publicação. Sigilo absoluto. Passando a Limpo: é você quem faz!









Caro Godoy..

Estamos com problemas aqui no bairro Pompeu, e gostaria de poder contar com sua opinião, e se possível apoio na solução.. Somos um bairro esquecido pela administração municipal..

INFELIZMENTE pertencemos à CATANDUVA, apesar de não termos linha de circular, coleta de lixo, serviço postal, ou serviço de telefonia fixa..

Nossas crianças estudam na vizinha Paraíso, pois CATANDUVA não vem buscar nossas crianças..

Nossas estradas não veem uma maquina da Prefeitura à mais d 30 (sim, eu disse Trinta) ANOS..

Hoje aconteceu algo interessante.. a AFCRC oferece transporte aos moradores, bem como alguns atendimentos não área da saúde, mas devido à crise no setor, particularmente não Usina CATANDUVA, suspendeu alguns serviços..

Gentilmente Palmares Paulista tem levado nossos pacientes ao atendimento..

Hoje por uma disparidade de horários, precisei do transporte d CATANDUVA, mas tive a tristeza de ouvir da Secretaria da Saúde, que CATANDUVA não possui esse tipo d serviço..

Ainda bem q Palmares e Paraíso nos adotam, pois de CATANDUVA estamos ORFÃOS..

Grato.

Leitor


É só clicar

Teka Mastrocola, que coordenava o Galpão 6 - que trabalhou muito na época de Macchione - hoje é liderança do Movimento Vem Pra Rua. Seu marido, o simpático médico Armindinho Mastrocola, aparece como um dos cogitados a compor o grupo político de Macchione, que tenta de todos os jeitos voltar a ser prefeito.

Não é preciso unir os pontos. Eles já estão mais que colados. O Movimento Vem Pra Rua é um braço político do ex-prefeito, utilizado para ser oposição ferrenha ao prefeito Geraldo Vinholi. Sendo assim, o Vem Pra Rua catanduvense tem data para terminar: as próximas eleições.

Uma pena. Mas é a pura realidade.

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Dança das cadeiras

Fernando Asprino deixa a prefeitura; diretores assumem secretarias

O governo municipal confirmou a saída dos secretários de Saúde, João Marcelo Porcionato, e de Obras, Fernando Asprino. Ambos haviam apresentado pedido de demissão em junho e alegaram "motivos pessoais" para a saída do governo. O prefeito Geraldo Vinholi aproveitou para fazer uma remodelação em algumas pastas e departamentos.

Vera Pinfildi, que era chefe de gabinete, está assumindo a Secretaria da Administração. O secretário Domingos Manfrin deixa a Secretaria de Trânsito para assumir e tocar os projetos especiais da Coordenadoria de Turismo. Valter Agudo Romão, engenheiro, deixa a Secretaria de Obras para assumir a Diretoria de Trânsito.

Na Secretaria de Saúde ainda não há nome para ocupar a pasta.

Secretarias que estão sem secretário serão administradas pelos diretores, que permanecem com seus salários. Neste caso, o governo alega contenção de despesas.

O Gabinete por enquanto ficará sem gestor, sendo que os assuntos ficarão divididos entre jurídico e parte política com o secretário Onofre Baraldi.

No lugar de Fernando Asprino, quem assume é o secretário Gilberto Mota, que acumulará a pasta de Obras e Planejamento.


Greve

Supremo decide que dias parados de funcionários em greve não podem ser descontados

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Ricardo Lewandowski, determinou nesta quinta-feira (2) que o governo de São Paulo pague o salário correspondente aos dias parados de professores do estado que fizeram greve por cerca de três meses, entre março e junho deste ano.

A decisão suspendeu os efeitos de uma decisão anterior do Superior Tribunal de Justiça (STJ), instância inferior do Judiciário, que permitia ao governo de São Paulo cortar o salário. Para Lewandowski, a decisão tem caráter constitucional e por isso caberia ao STF decidir sobre o assunto.

“A garantia constitucional do salário assegura seu pagamento pela Administração Pública, principalmente nas situações em que o serviço poderá ser prestado futuramente, por meio de reposição das aulas, como só acontece nas paralisações por greve de professores”, explicou o ministro do STF em sua decisão.

Em maio, o presidente do STJ, ministro Francisco Falcão, permitiu o desconto nos salários, argumentando que manter o ponto dos grevistas acarreta um prejuízo aos cofres públicos de R$ 23,7 milhões, além do prejuízo decorrente do pagamento a professores substitutos no montante de R$ 18,9 milhões somente em março de 2015.

A decisão foi confirmada no início de junho pela Corte Especial, colegiado formado pelos 15 ministros mais antigos do STJ.

Os professores da rede pública estadual decidiram encerrar a paralisação no dia no último dia 12 de junho. Apesar de ser considerada a mais longa greve da história da categoria, num total de 92 dias, o sindicato não conseguiu o reajuste salarial reivindicado.

Os professores reivindicavam 75,33% para equiparação salarial com as demais categorias com formação de nível superior. O governo diz ter dado reajuste de 45% no acumulado dos últimos quatro anos.

A Secretaria de Educação também informou que parte da categoria receberá até 10,5% de aumento de acordo com desempenho em avaliação. Não houve proposta de reajuste geral para toda a categoria.

Na ocasião em que o sindicato decidiu pelo fim da greve, a presidente da Apeoesp, Maria Izabel Noronha disse que “a resistência não pode ir além da sobrevivência dos professores”.

Informações e texto G1


Educação

Termina nesta sexta, 03, contrato de professores com prefeitura

Termina nesta sexta-feira, 03, o contrato de 230 professores com a prefeitura municipal de Catanduva. Segundo levantamento, cerca de 230 profissionais não irão mais prestar serviços ao município a partir da próxima segunda. O governo confirmou que os contratos serão encerrados e não há previsão de renovação. No total são 800 professores, mas apenas 570 continuarão com o vínculo com o município. Todos foram contratados no início do ano, por um período de seis meses. A surpresa é que havia a expectativa de renovação pelo mesmo período, mas isso não aconteceu.

A secretaria da Educação nega demissão já que os professores são contratados em caráter provisório e já sabendo que ficarão na prefeitura um semestre. “A Secretaria de Educação está passando por uma grande reestruturação. Os contratos destes professores são por tempo determinado, portanto nenhum professor está sendo demitido. Os contratos vencem no dia 03 de julho, próxima sexta-feira”.

Parte desses professores esteve na Câmara Municipal. Eles protestaram contra o governo e a falta de transparência na escolha dos dispensados. A prefeitura alega que serão abertas novas unidades de ensino e que a mão de obra que hoje está deixando o governo poderá ser recontratada. Porém, a secretaria deixou registrado que há casos de professores contratados que em 100 dias deixou de comparecer ao serviço 46. Isso por falta abonada e licença médica.

Os professores efetivos continuam trabalhando normalmente.


Hora do voto

Sinval Malheiros muda o voto e se coloca favorável à redução de maioridade penal

Na noite de ontem, quarta-feira, o deputado federal Sinval Malheiros voltou a se posicionar no plenário da Câmara Federal a respeito da proposta de maioridade penal. Desta vez, ao contrário do que aconteceu na véspera, Malheiros votou sim. Foi uma votação em primeiro turno e com um texto mais brando. Agora, a maioridade penal seria reduzida para crimes hediondos, para homicídio doloso e lesão corporal seguida de morte.

Durante a quarta-feira, o deputado Sinval Malheiros foi criticado por internautas que esperavam seu voto "sim" a favor da redução da maioridade. A assessoria do deputado não se manifestou publicamente sobre o voto "não" da terça e o "sim" desta quarta.

Na nova sessão, 323 deputados foram a favor, 155 deputados votaram contra a redução e houve ainda 2 abstenções. O texto ainda precisa passar pelo segundo turno de votação na Casa antes de ir para o Senado.

O texto aprovado na sessão desta quinta prevê a redução da maioridade para 16 anos para jovens que cometerem crimes hediondos, como sequestro e estupro, homicídio doloso (com intenção de matar) ou lesão corporal seguida de morte. A diferença em relação ao texto derrotado na sessão anterior foi a retirada de tráfico de drogas, de terrorismo e de roubo qualificado do rol de crimes que fariam o jovem responder como um adulto.


Opinião

Norberto Bobbio e Affonso Macchione Neto

Luiz Roberto Benatti

A metáfora de Mário de Andrade na Ode ao burguês - quer dizer, que o burguês era um "cuidadoso pouco-a-pouco"- não se aplica a AMN, não porque seja ele descuidado ou negue seu entranhamento social de classe alta, mas porque ele avança na direção, há muitos anos arquitetada, com discreta ousadia, certo de que, como um príncipe de vestes esvoaçantes, será acompanhado pelos admiradores.A aproximação com Norberto Bobbio cessa na geografia italiana - Affonso tem origem no Sul siciliano e Bobbio veio de Turim, no Piemonte. Bobbio foi grande filósofo da Política e o Mac quer ser visto como obreiro excepcional, ainda que tenha deixado na lama o Parque Mandaçaí e na ferrugem as panelas da cozinha piloto inaugurada com pompa e circunstância nos enclaves da Rua São Paulo com a linha férrea. Bobbio era refinado, o Mac é um trator que passa sobre quem queira constestá-lo como se amassasse garrafa de plástico. Em sua fabulosa Autobiografia, Bobbio escreveu: "Fomos educados de modo a considerar todos os homens iguais e a pensar que não há nenhuma diferença entre quem é culto e quem não é culto, entre quem é rico e quem não é rico". Quando se deita à noite, Mac sonha com um mundo feito de carrões, mesa farta, criadagem gentil, viagens e muita grana na rede bancária. O socialismo deve provocar-lhe urticária. Bobbio foi um socialista liberal, crítico feroz do fascismo italiano mas também do bolchevismo; na infância e adolescência, conviveu com família abastada, em cuja casa havia criadas e motorista. Bobbio sabia não só onde estavam os pobres como também quis tudo fazer para encontrar os mecanismos políticos para ajudá-los a sair do fundo do poço seco da desesperança. Quando moço, leu Shaw, Balzac, Stendhal, Shelley, Crocce e Thomas Mann, dentre outros, enquanto Mac passa ao largo da grande Literatura.Bobbio jamais diria na abertura duma aula: "Bom dia a TODOS e a TODAS", por saber que as mulheres deveriam ser parte do microcosmo social. No que diz respeito à perpetuação dos votos em CTV, e se o quadro se mantiver de acordo com os lances iniciais, ele dividirá os sufrágios das classes A e B com Cacciari, assim como, se o PT e seus acompanhantes forem para a disputa, a votação das demais classes será cortada ao meio por uma tesoura de gume afiado. Caso vá para a disputa, Geraldo Vinholli terá chance de levar, uma vez mais, os adversários à lona.O atual prefeito é a tesoura afiada.


Leitor confirma reparo....

Bom dia, Arthur.

Reparo realizado.

Obrigado pelo espaço e pela ajuda.

Leitor


Política

Macchione diz estar "sentindo falta" e já se lança pré-candidato

O ex-prefeito Afonso Macchione quer voltar a sentar na principal cadeira política do município. Após menos de três anos de sua saída, o ex-prefeito já articula para tentar voltar a sentar no quarto andar da prefeitura.

Desde sua participação no finado movimento contra a venda da SAEC, até sua candidatura a deputado estadual, que naufragou, até o apoio quase explícito ao Movimento Vem Pra Rua - comandado por grupo político que o apóia - esta é a primeira vez que Macchione assume essa postura de forma tão clara. Neste último final de semana, esteve na inauguração da Estação de Tratamento de Esgoto, onde ao ser perguntado sobre sua vontade de voltar ao governo, disse que "estou sentindo falta", informando ainda que vê o quadro favorável à sua volta.

Macchione chegou a dizer que já estaria preparando toda a situação legal de suas empresas para não ter qualquer impedimento legal do participar das próximas eleições. Em 1996, apesar de ter ganho a eleição, teve a candidatura cassada por dispositivos legais.

Na realidade, o ex-prefeito jamais deixou de ser candidato e parece que nunca passou por sua cabeça apoiar outro nome que não fosse o dele.

Em 2002, ao procurar Roberto Cacciari solicitando ajuda na campanha eleitoral, ocorreu a promessa de que ele, Macchione, apoiaria Cacciari numa das próximas eleições. O quadro estava claro: Macchione seria o candidato em 2004, na reeleição em 2008 e em 2012 estaria ao lado de Cacciari, passando o bastão. Pois na última eleição, Macchione decidiu ficar longe da disputa e viu de camarote Cacciari se estourar dentro do PMDB, que foi parar no colo do PT numa manobra política.

Quando ingressou no PMDB, a expectativa de Cacciari era que Macchione fosse junto, para fortalecer a situação partidária na cidade. Pois o então prefeito não o acompanhou, deixando o vice numa situação fragilizada.

Para o meio político, isso já sinalizava que Macchione não teria interesse algum em apoiar Cacciari. Nem em 2012 e muito menos agora, 2016.

Atualmente, o grupo que apoio tanto Macchione quanto Cacciari nas eleições de 2004 e 2008 encontrava-se dividido. Alguns estão com o prefeito Geraldo Vinholi, outros já estão se enfileirando ao lado de Cacciari e os macchionistas puros, formados por ex-secretários, querem ver a volta de Macchione à prefeitura. Ao lado de Cacciari estão antigos aliados de Macchione que acabaram se decepcionando com o ex-prefeito em suas duas gestões.

Em 2005, quando assumiu, o então prefeito chegou a nomear vários nomes políticos. Em seis meses, todos estavam fora da prefeitura.


Colunismo mais que social tem nome e sobrenome:

Arlindo Gutemberg

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