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Arthur Godoy Júnior

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LEITORES ON LINE


São Paulo, 31 de julho de 2014

Atualizado às 10h30


Não foi como o divulgado...

Governo nega ter feito contrato de R$ 3 milhões para fiscalização de obras; segundo nota, informação foi deturpada

Boa tarde Arthur,

conforme publicado no site Passando a Limpo a Prefeitura esclarece que na data de 28 de Julho às 16h28 horas , o Jornal Diário da Região Catanduva enviou questionamentos à Assessoria de Comunicação que diziam respeito a Secretaria de Planejamento, pasta esta que encerra suas atividades às 17 horas.

Desta forma, por falta de tempo hábil para responder, tendo em vista o adiantado da hora, a Assessoria de Comunicação informou ao Jornal que as questões seriam respondidas no dia subsequente, ou seja, dia 29 de julho.

Por surpresa deste setor, a matéria em questão foi Manchete do referido jornal, e se não bastasse, contendo informações erradas, levando o leitor ao erro, além de utilizar a fala de vereadores da oposição para criticar uma informação que foi deturpada e não condiz com a realidade. Ainda nesta entrevista, os vereadores mostraram total desconhecimento com relação ao assunto.

A ATA DE REGISTRO DE PREÇOS, trata de diversas especificidades e serviços que o corpo técnico da Prefeitura não oferece e nunca ofereceu, sendo que os serviços específicos sempre foram contratados em todas administrações anteriores, fato omitido pelo vereador Cidimar Porto, que inclusive – por muitos anos -, ocupou cargos público na administração municipal.

No dia 29 de julho, com as informações prestadas pela Secretaria de Planejamento a Prefeitura informou por meio de e-mail: “ Diferentemente do que foi divulgado, a Prefeitura não “contratou por R$ 3.395.009,38 empresa para fiscalizar obras da administração municipal” e sim, através do Processo Administrativo 2014/1/459, fez o REGISTRO DE PREÇOS DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE ENGENHARIA, ARQUITETURA E URBANISMO PARA ELABORAÇÃO DE ESTUDOS E PROJETOS, GERENCIAMENTO, SUPERVISÃO E FISCALIZAÇÃO DAS OBRAS PÚBLICAS DO MUNICÍPIO DE CATANDUVA pela CONCORRÊNCIA Nº 01/2014.

E quanto aos serviços que poderão vir a ser contratados, se necessário, por meio desta ATA, temos muitas especificidades que podem ser sabidas através do Anexo XV do Edital que está em anexo neste e-mail.

Vale salientar, que o questionamento foi enviado no final da tarde, sem deadline, e que a repórter foi informada que o setor responsável encerra o expediente às 17 horas.

Desta forma, solicito matéria com a manifestação oficial e correta dos fatos”.

Em anexo, o as especificações técnicas da Ata de Registro de Preço, que mostra em detalhes que a matéria jornalisticas foi tendenciosa e inverídica, prejudicando a imagem da Prefeitura e levando a população ao erro.

A Prefeitura reitera que não houve qualquer contratação de R$ 3, 3 milhões para fiscalização de obras, e sim que houve uma Ata de Registro de Preços no total de R$ 3.395.009,38 para diversos serviços, conforme anexo.

Vale ainda o registro que é um avanço melhorar a supervisão das obras, e não um retrocesso como quis dizer o vereador.

As medidas jurídicas necessárias já estão sendo adotadas.

Fernanda Albano - Assessora de Comunicação

O site Passando a Limpo republicou, na íntegra, matéria inicialmente veiculada pelo jornal Diário da Região. Inclusive, nossos comentários foram sobre o material citado. Com as novas informações e o governo negando o contrato milionário, nada temos a comentar. Como também não vamos avaliar o posicionamento do jornal Diário da Região Catanduva. A obrigação do site Passando a Limpo é repassar a seus leitores os fatos relevantes e neste caso, a negativa da administração.

Assim, nã houve a contratação milionária de empresa para fiscalizar obras municipais.




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Estudos - Saneamento

Justiça nega liminar a Cidimar Porto e mantêm decreto

A Justiça de Catanduva não concedeu ao vereador Cidimar Porto a liminar solicitada em Ação Popular e o decreto do prefeito Geraldo Vinholi, sobre estudos para a área de saneamento básico, está mantido. O vereador alega que com este decreto, publicado no início do ano, o prefeito pensa e poderá privatizar a SAEC. Vinholi tem negado esta intenção e argumenta que se trata apenas de estudos que atendem o plano de saneamento. Por outro lado, Porto lembra que a prefeitura poderá pagar até R$ 2 milhões para a empresa responsável pelo projeto.

Apesar da liminar ter sido negada, a ação será mantida. A Justiça irá estudar os argumentos do vereador e seu grupo, que criou um movimento que se diz contra a privatização da SAEC, ao mesmo tempo que receberá documentação da prefeitura. O Ministério Público já havia opinado pelo indeferimento do pedido.

A liminar, caso fosse concedida, iria paralisar qualquer ação envolvendo o decreto municipal.


“Tenho visto críticas (algumas enviesadas) ao fato de, por ora, a avenida contar com só uma alça de ponte. Antes que a desinformação se espalhe e alguém venha querer debitar na conta do PT e do governo federal a culpa por essa situação, quero esclarecer que a construção da ponte é uma obra feita com recursos estaduais - cerca de R$ 1 milhão. Se as pessoas se derem ao trabalho de pesquisar o que saiu na imprensa tempos atrás, verão que, inclusive, o término da avenida acabou atrasando justamente por conta de problemas com a empreiteira responsável por construir a ponte. Ademais, vamos esclarecer mais uma coisa: em todas essas parcerias entre o governo federal e as prefeituras, a União entra com o dinheiro e o município fica encarregado de executar a obra"

"Se a prefeitura executou o projeto de maneira mal feita e equivocada, cabe então aos órgãos competentes cobrarem de quem de direito. De minha parte, informo que já estou enviando um pedido de informações ao Governo do Estado, para saber a razão de essa ponte contar com apenas uma alça e se há previsão de envio de recursos para duplicação completa da pista"

Deputada Beth Sahão (PT), nas redes sociais, falando sobre a Avenida Pastor Dutra a ponte estreita


Triste domingo

Secretaria da Saúde garante que Samu atendeu a chamado com rapidez

A Secretaria Municipal de Saúde negou, na tarde desta terça-feira, que a ambulância do SAMU tenha demorado cerca de 20 minutos para atender ao chamado de socorro à urgência que era a situação do radialista e jornalista Luiz Carlos Chaves.

Funcionários do supermercado informaram que a ambulância do SAMU teria levado cerca de 20 minutos para chegar ao local, numa distância de cerca de 800 metros. E mais: a atendente que recebeu o pedido de socorro teria feito uma série de perguntas que naquele momento eram irrelevantes.

Segundo informações que chegam ao site Passando a Limpo, o jornalista estava passando no caixa do supermercado quando sentiu uma forte dor no peito. O socorro passou a ser feito por funcionários, gerente, caixas e demais atendentes. Enquanto isso, uma funcionária ligava no SAMU. O radialista apenas conseguiu dizer o telefone de sua casa.

Para a Secretaria de Saúde, em nota oficial, o atendimento foi ágil e dentro do esperado.

Leia abaixo a nota oficial:

A Secretaria de Saúde, por meio do Serviço de Atendimento Municipal de Urgência (SAMU) explica que verificou a base de dados dos atendimentos do SAMU Catanduva do último domingo (27) e encontrou o atendimento mencionado.

Foi recebida ligação às 12h29, que solicitava atendimento para um cliente do supermercado. A ligação durou 55 segundos, onde foram realizadas quatro perguntas: qual o local do atendimento? Qual o problema do paciente? Qual o nome do paciente? E qual o nome da solicitante. Em nenhum momento foi solicitado número de RG ou outra informação.

Ao final da ligação, por volta das 12h30 foi acionada uma viatura de suporte básica que estava em retorno do Hospital São Domingos para a base do SAMU, pois naquele momento todas as ambulâncias encontravam-se em atendimento fora da base do SAMU.

Às 12h35, ou seja, cinco minutos após o termino da ligação, uma viatura chegou ao local para o atendimento. Iniciou-se o atendimento ao paciente e solicitou-se apoio da unidade de suporte avançado que neste momento estava retornando do Hospital Padre Albino.

Às 12h38, a unidade de suporte avançado chegou ao local e assumiu o atendimento, onde foi realizado exame de eletrocardiograma, que verificou a ocorrência de infarto do miocárdio. Feito o diagnóstico as medicações específicas foram iniciadas.

Durante o transporte o paciente foi estabilizado e realizou-se ainda a comunicação do caso ao Hospital Padre Albino, pois estava indicado a realização de exame de cateterismo de urgência.

Às 12h50, a unidade de suporte avançado deu entrada com o paciente no hospital de referência com vida, porém este apresentava patologia grave com risco á vida.

O atendimento com o tempo de 21 minutos, em que o paciente foi atendido pelo serviço, onde foi realizado o diagnóstico, inicio do tratamento e estabilização e a comunicação ao serviço de referência, encontra-se abaixo da média verificada em outros serviços de urgência, ou seja, dentro do preconizado pelos protocolos internacionais, lembrando que a assistência ao paciente inicia-se seis minutos após a ligação para o 192.

Quanto ás perguntas realizadas pela regulação médica, informo que dados de documentos não são solicitados durante as ligações para o 192, sendo todas as ligações gravadas para segurança dos usuários e do próprio serviço. É dever lembrar que algumas perguntas são imprescindíveis a regulação para que esteja decida qual o tipo de suporte será o mais adequado ao atendimento do solicitante.

Felizmente somente uma pequena parte dos solicitantes não colaboram com a equipe de regulação, estes não respondendo aos questionamentos indispensáveis e prejudicando a liberação de ambulâncias. Em todos os casos, a não colaboração do solicitante acaba por aumentar o tempo de chegada ao local e consequentemente o tempo para início do atendimento.

Atenciosamente,

Assessoria de Comunicação - Prefeitura de Catanduva


Ponte da vergonha

Vinholi diz que ao assumir ponte já estava daquele jeito; Beth Sahão fará cobrança ao governo estadual

O prefeito Geraldo Vinholi informou que ao assumir a prefeitura já encontrou apenas uma ponte na avenida Pastor Dutra (que ligará o Solo Sagrado à rodovia que vai para Pindorama), e que a intenção é finalizar as vias e conseguir verbas para uma segunda ponte.

A deputada Beth Sahão (PT), por sua vez, anunciou que irá solicitar ao governador do Estado informações sobre o projeto e o motivo pelo qual existe apenas uma ponte, apesar do locar ter duas e largas avenidas.

Estas foram as duas manifestações em resposta à matéria publicada no site Passando a Limpo que questionou o projeto existente e a segurança no local. Para o site, e vários leitores, após sua conclusão, haverá risco aos motoristas que deverão fazer uma manobra arriscada ao final de cada via.

A obra teve início na administração passada. A deputada Beth Sahão chegou a postar em rede social matéria informando que a obra havia sido uma conquista do governo Dilma para Catanduva. Com as críticas, lembrou que a construção da ponte é de responsabilidade e verba estadual.

No momento, a avenida vai ficando com apenas uma ponte, e deve ser entregue pelo governo em breve.

Dessa vez, Macchione, Vinholi e Beth Sahão se uniram - até mesmo de forma indireta - para entregar ao catanduvense uma vergonha de engenharia em forma de "obra". O primeiro, engenheiro, deve ter contabilizado em seu fim de governo mais esta "intervenção". O segundo diz que recebeu apenas uma ponte e passados 20 meses, não conseguiu verbas para construir uma segunda via e vai tocando a coisa desse jeito mesmo. A terceira, confrontada com as críticas, diz que a obra é uma conquista da presidente Dilma, mas o erro é problema do governo do Estado. Ou seja: no lucro, todos querem ganhar. No prejuízo, tentam empurrar para outros a responsabilidade que - gostando ou não - lhes cabe.

Vamos por pontes, ou melhor, por partes.

De onde surgiu este projeto que previu duas vias que terminam numa única ponte? Quem assinou, quem projetou, quem iniciou a obra? Quem fiscalizou? Quanto veio de verba e de quem era a responsabilidade para acompanhar o que estava sendo feito? O ex-prefeito aceitou o tal projeto? O atual, ao assumir, preferiu se curvar às críticas ao fazer algo bem feito? E a deputada, será que além de cobrar responsabilidades do governo do Estado não deveria estar atenta aos projetos e obras que estão sendo entregues em sua cidade?

Alguns leitores dizem que a obra é importante e quanto mais rápida a entrega, melhor. Não há dúvida que uma via que ligará o Solo Sagrado à rodovia é de imensa importância. Porém, não podemos fechar os olhos para esta aberração. Nota-se claramente que uma segunda ponte, ou uma única, mas larga, é necessária no local. Considerando que conhecemos, e bem, o jeitinho brasileiro, não temos dúvida que o tempo vai passar e tudo vai ficar por isso mesmo. Até que os acidentes comecem a acontecer, e neste caso - a solução mais barata - é colocar a culpa nos motoristas e instalar lombadas.

A resposta do prefeito Geraldo Vinholi não é satisfatória, muito pelo contrário. Dizer que recebeu a obra assim, alegando que priorizou a entrega e que irá batalhar por mais verbas, é praticamente assumir que aqueles milhares de reais conquistados, conclamados em suas recentes entrevistas, não se concretizaram e fazem parte apenas de projetos e nada mais. Se Catanduva conseguiu R$ 500 milhões, como entregar uma obra nestas condições?

Olhando a foto, com atenção, não há dúvida.

Um serviço porco.

Parabéns aos nossos políticos.

Esta é a opinião do site Passando a Limpo.


Do leitor

Arthur

eu fico bestificado com suas declarações, se a obra iniciou-se na Administração Machione, e o Vinholli alegou que só tinha uma ponte. A ponte deveria ter sido construída, ou a obra deveria ter sido paralisada. a Beth só conseguiu a verba federal, mas a execução da obra é de responsabilidade dos Secretários de obra das duas ultimas administração. a Beth e o PT nada tem a ver com isso, mas a mídia Catanduvense tem o hábito de querer criticar os Sahão como se eles fossem todo mal para Catanduva, as vezes é preciso ter ética e reconhecer que eles já estão fora há pelo menos 10 anos. e nada tem a ver com os erros dos dois últimos prefeitos, fica fácil tirar o corpo fora e jogar a culpa no PT. tenha dó dos meus filhinhos.

petista | de carteirinha. | 29/07/2014 06:29


Opinião

Hit the road, Jack, and don't you come back no more

Luiz Roberto Benatti

Na história politicoadministrativa de CTV, antes da chegada de Geraldo Vinholli ao comando, você podia dividir os prefeitos em dois grupos: o grupo dos populistas à moda de José Antônio Borelli, e o grupo de elite, cujo grande representante foi Antônio Stocco. Warley Agudo Romão, p.ex., situou-se entre um grupo e outro. O populismo de Borelli não foi algo ensaiado no camarim: era coisa dele, natural, digamos assim: no escritório de compra e venda de carros da Praça da República Chaim passava o dia ao seu lado e Gruda foi na época o equivalente dum secretário da cultura. Foi o único de nossos prefeitos que recebeu apelido dado pelo povo - Nego. Nego vem de negro e o diminutivo - neguinho - revela que tratamos com carinho a criança. O gosto por engenharia de Borelli não ia além do trivial, tanto é verdade que ele encomendou a Oscar Walzacchi a ereção do soldado constitucionalista da Praça 9 de Julho, a fonte da Praça da República e o Cristo do portão de entrada da 24 de Fevereiro. A anatomia do soldado é bastante torcida e lembra retrato de Pablo Picasso nos tempos do cubismo. O engenheiro-arquiteto do Stocco foi Antônio Zaccaro - de formação clássica que assimilou em parte o estilo despojado da Bauhaus. Foi o grande admirador do segundo prédio do Banco do Brasil na esquina da Alagoas/Brasil, em cujo risco ele se inspirou para erguer o do Correio da Pará/Paraíba e, em parte, o antigo Banco Antônio de Queirós, esquina da Alagoas/Maranhão. Warley levou para a prefeitura os Rolland - Luís e Bila - de cujas pranchetas nasceram o atual prédio da prefeitura, a Câmara, o Fórum e o teatro, dentre outras edificações, como é o caso da Casa dos construtores, feitos com competência e imunes ao desgaste do tempo imposto às formas artísticas. Nenhum desses administradores pensou em pôr em circulação o mito da engenharia como se ele por si mesmo fosse capaz de anular a diversidade de funções e ações administrativas, como foi o caso de Afonso Macchione Neto, de quem não conhecemos nem mesmo o risco duma palhoça. Um dia, mal orientado pela visão de que as pessoas deveriam ilustrar-se ainda que não tivessem gosto nisso, dei-lhe dois livros editados pela USP - um sobre o Rio Tietê e outro sobre pontes. O São Domingos continua a estar onde sempre esteve e a ponte da estradinha CAIC/Pindorama é o que a foto mostra - um 8 estrangulado que simboliza o número de anos de sua gestão. Eu torço para que algum dia Macchione revele à comunidade se passou os olhos pela planta da estrada ou esteve no local para dimensionar até que ponto algo físico poderá apresentar-se de modo tão mal ajambrado como um paletó. Seria recomendável à elite que o admira abrir os olhos antes que seus filhotes arrebentem o pescoço na Curva do 8 Estrangulado.


Luto

Catanduva dá o seu adeus a Luiz Carlos Chaves

Foi sepultado na tarde de hoje, segunda-feira, o corpo do radialista e jornalista Luiz Carlos Chaves. Centenas de amigos, fãs, políticos e profissionais da imprensa estiveram em seu velório, que aconteceu durante toda a noite na Câmara Municipal de Catanduva. Chaves, com 65 anos, faleceu no ínicio da tarde de domingo, vítima de infarto.

Um dos nomes mais conhecidos do radilalismo local, "o amiguinho Chaves", por décadas comandou horário de extremo sucesso na Rádio Difusora, além de organizar seus inesquecíveis bailes em toda a região. Após se afastar do rádio, Chaves começou a apresentar na TV Opinião um programa que repetiu o sucesso alcançado no rádio. Eleito vereador, ocupou uma cadeira no legislativo catanduvense.

Terminada esta fase política, passou a editar o jornal Realidade, um dos mais democráticos de Catanduva.

Conhecido ainda por seu eterno bordão "Chaves neles", o radialista deixou filhos e esposa.

Com profundo pesar, e sabendo que esta lacuna não será preenchida na história de Catanduva, o site Passando a Limpo espera que Deus, em sua infinita bondade, consiga confortar a família neste que é o momento mais difícil de suas vidas.

Chaves, onde você estiver, descanse em paz.

Arthur Godoy Júnior


PLANTÃO DO CHAVES

Arthur Godoy Júnior

Pontualmente às 11h20, Catanduva parava ao som de uma sirene de viatura. Praticamente todos os rádios estavam sintonizados naquele que era o programa policial mais tradicional da cidade: o Plantão Policial Difusora, ou simplesmente "Plantão do Chaves". Quem havia "pisado na bola" se arrepiava apenas ao ouvir a sirene, torcendo para que seu boletim de ocorrência não fosse o escolhido pelo apresentador. Os demais, ficavam atentos para ouvir as ocorrências das últimas 24 horas. Após 40 minutos de uma locução vibrante, e comentários ácidos, o programa terminava. A cidade seguia o seu curso, enquanto o locutor, com um emaranhado de papéis e anotações caminhava em direção à discoteca da Rádio Difusora. Já se preparava para o segundo tempo de uma rotina profissional: preparar o seu programa da tarde, que começava às 14h00, com brincadeiras, músicas, anúncios, participação do ouvinte, e muitos recadinhos de amor. Líder de audiência, sua caixa de correspondência sempre foi uma das mais lotadas. No tempo em que bilhetinhos manuscritos e cartas chegavam às centenas na portaria da rádio localizada na rua 13 de Maio.

Poucos sabiam, mas Luiz Carlos Chaves também era o discotecário da emissora. Com uma pequena Remington, datilografava as músicas que tocariam nos diversos programas da Difusora. Ele não apenas relacionava as músicas como escrevia nos roteiros musicais os nomes dos ouvintes que faziam o seus pedidos. Assim, os locutores recebiam as músicas e as dedicatórias. Tudo em folha carbonada, num verdadeiro roteiro. E Chaves acompanhava atentamente para saber se os locutores seguiam as suas músicas. Semanalmente, passava em uma loja de discos na rua Brasil e apanhava os lançamentos, ouvindo todas as trilhas, escolhendo as melhores. Quando gostava, gostava. Dono de uma personalidade forte, não levava desaforo para casa. Algumas vezes pecava por seu conservadorismo, mesmo assim preferiria isso a se jogar em aventuras profissionais. Sempre o que fez utilizou das próprias pernas, mesmo com as dificuldades.

Naquela época, década de 80, ainda tinha tempo para organizar bailes na região. Foi ao som de sua discoteca que muitos casais se conhecerem e se apaixonaram. Hoje, se casados, podem ser avós. Tinha ouvintes cativas, que diariamente participavam de seus programas. Muitas delas recebendo apelidos, como "Moranguinho", "Sorrisinho", "Paixão". Chaves conseguia - apesar de toda a sua popularidade - separar o profissional do pessoal. Reservado, preservou a família.

Levou para a televisão o seu programa policial, conseguindo transferir todo o sucesso já alcançado no rádio.

Passou pela política, a princípio meio que contrariado. Depois, exerceu seu mandato como vereador. Fez o que tinha que fazer e não voltou mais a ocupar cadeira no legislativo.

Profissionalmente, com as mudanças no rádio catanduvense, assim como vários profissionais, viu seu espaço se perder.

No momento de entrar no ostracismo, ressurgiu com aquele projeto que tinha tudo para dar errado: o jornal Realidade. Um jornal semanal, feito quase artesanalmente, e com uma cobrança de valores mínimos. Com o auxílio da família, a cada edição, uma luta, uma batalha. Colocar o jornal na rua era um sacrifício. Tinha dificuldades em encontrar vendedores, cobradores e até mesmo profissionais de imprensa. Mas de passo em passo, o Realidade conseguiu sobreviver e ser um órgão que simplesmente publica todos os lados, de todos os personagens. A sua opinião transparecia em pequenas notas ou comentários. O jornal Realidade conseguiu se posicionar como um ponto de referência.

Neste domingo, Catanduva perde Luiz Carlos Siqueira Chaves, o amiguinho Chaves. Falar sobre toda a sua trajetória, suas histórias, seus momentos, é praticamente impossível. Todos nós teremos não apenas uma, mas várias lembranças daquele que foi e será um ícone da comunicação catanduvense.

Vivemos um momento histórico e triste.

Resta apenas aos amigos desejar que sua família consiga passar por este momento difícil. E que Chaves seja sempre lembrado como um bom profissional, uma pessoa decente e alguém que conseguiu vencer suas batalhas com muito trabalho.

Com certeza, um exemplo para seus filhos.

Fique com Deus.


Opinião

AVENIDA DO SATANÁS

Humberto Giovanini

Voltei .

Voltei pedindo licença ao Pastor Dutra , homem íntegro , cumpridor de seus deveres, bom marido, bom pai , e o melhor : temente a Deus .

O bom pastor não merece que seu nome dê nome à avenida. Uma ingratidão dos catanduvenses para com ele.

Justo ele que tanto pregou as sagradas escrituras , vai ter seu nome em uma avenida mal planejada , com uma ponte , que se o nobre patulêico olhar bem , tem tudo para se tornar um novo matadouro municipal.

O engenheiro responsável pela obra deveria ser agraciado pela Câmara Municipal com um par de ferraduras .

Sua sapiência alvar extrapolou todos os limites. Sua comissura labial deve estar verde até hoje. É muito capim para um homem só.

Entregam a obra para a prefeitura com uma cara de pau de dar gosto. Se algum acidente houver, que se dane .

O governo federal mandou, no mandato anterior, R$ 1.700.000,00 para que se fizesse tal avenida.

A nossa deputada diz, nas redes sociais, que é uma obra com apoio do PT.

Se ela fizesse uma visita à tal obra tiraria essa obra de sua campanha e da candidata à presidente.

Por final digo : O Sr Prefeito precisa parar de botar panos quentes, querer aliviar as porcarias que deixaram para ele. É parque ecológico derretendo , asfalto fantasma , avenidas com meia ponte , UPA caindo , dinheiro do FEBOM , dinheiro que some em feriado do padroeiro, e ainda por cima levando pau de vereador ex secretário.

O MP deveria embargar a obra na avenida do Satanás.

Por lá ainda a coisa vai acabar mal.


Política

Entrevista de Vinholi sacramenta fim de relacionamento cordial com Macchione; prefeito pode apresentar relatório de "problemas" deixados pelo antecessor

Na última terça-feira, 22, o prefeito Geraldo Vinholi reuniu os dois principais jornais da cidade para falar sobre o decreto que prevê estudos para gerenciamento na área de saneamento básico, garantir que não pensa em privatizar a SAEC e denunciar que o movimento que foi formado pelos vereadores da oposição, com o apoio do ex-prefeito Afonso Macchione é uma manobra política e eleitoreira. No decorrer de sua fala, o atual prefeito soltou várias diretas ao sucessor, que podem ser traduzidas como o fim de relacionamento - sequer cordial - entre ambos. Nos eventos comandados por Vinholi, Macchione tem comparecido e até mesmo sendo chamado a compor a mesa. Talvez, isso não ocorra mais.

O prefeito Geraldo Vinholi faz uma avaliação de que Macchione não lhe respeitou ao trabalhar contra o governo enquanto ele, prefeito, estaria resolvendo problemas deixados pela administração passada. Há informações de que parte das ações movidas pelo vereador Cidimar Porto tem influência direta de Macchione, inclusive com dados privilegiados do governo. Outro ponto foi a tentativa do ex-prefeito de ser candidato a deputado estadual, com dificuldades em ser eleito, apenas para tumultuar ou criar dificuldades para os candidatos da cidade, entre eles Marco Vinholi.

Em conversa reservada, o prefeito listou a auxiliares uma série de problemas que enfrentou ao apanhar a prefeitura. "A rodoviária sequer tinha telhado, o parque Mandaçaí daquele jeito, o asfalto recém colocado indo embora, atrasos nas licitações, frota sucateada, e a margem de investimentos na base de 5%, sem contar a Fafica falida. Mesmo assim, eu não saí detonando como ele fez com o governo anterior".

A participação ativa de Macchione no movimento que diz defender a SAEC, juntamente com Cidimar Porto, Amarildo Davoli, Wilson Paraná e Nilton Cândido, além de Beth Sahão, foi uma surpresa até mesmo para auxiliares de Vinholi. Sobre isso, o atual prefeito lamentou. "Não é verdade que vamos privatizar a SAEC e eles sabem disso, assim o movimento é eleitoreiro, é para fazer horror, como aliás estão fazendo desde que assumimos".

Vinholi ainda não passou recibo e mandou um recado, que pode indicar o novo modo de tratar o ex-prefeito Afonso Macchione: "Aqui, agora, não temos mais secretário empreiteiro, vendendo cimento".

No primeiro ano de sua gestão, em 2005, quando assumiu, o ex-prefeito Afonso Macchione não economizou manchetes em jornais para arrebentar o governo de Félix Sahão Jr. Os números apresentados impressionavam a cada publicação, subindo vertiginosamente, chegando a R$ 50 milhões. O PT, que havia ocupado a prefeitura por oito anos, saiu raquítico e respondeu apenas com umas notinhas sem grande repercussão. Baseado na máxima de que apanhou uma terra arrasada, Macchione teve a complacência popular de dois anos para fazer um governo ruim. Ou vamos esquecer o samba do crioulo doido com as sequentes trocas de secretários na Educação, ou o próprio irmão na Saúde, o linchamento de seus aliados políticos dos cargos de confiança, e até mesmo aquela apunhalada nas costas de Roberto e Sueli Cacciari, pessoas que praticamente o carregaram para a prefeitura?

Enfim, o tempo passou, as engrenagens foram se ajustando e Macchione conseguiu fazer um bom primeiro governo. A ponto de ser reeleito com os pés nas costas, sem qualquer esforço. Por outro lado, os outro quatro anos foram marcados por demora na entrega de obras, como o terminal rodoviário, excesso de sindicâncias nos funcionários municipais, reajuste salarial apenas baseado no IPCA, e um distanciamento de qualquer base política. Também ardeu no inferno com aquela história de presídio, vendo um grupo assumir a missão de lutar contra e protelar a vinda das unidades prisionais. Num dos momentos mais constrangedores, teve uma conversa amarga com José Serra, onde este o teria chamado de "ingrato".

No último ano, em manobras sonolentas, assistiu de camarote seu vice - Roberto Cacciari - ser sequestrado com o PMDB. Não apenas o vice, mas todos os seus aliados daquele momento - desde os filiados do partido, até Carlos Eduardo de Oliveira Santos, Fabrício Patriani, e em último caso Cidimar Porto. Para quem vê de fora, parece que Macchione sentiu apenas a falta de Porto, os demais - parece - já não faziam mais tanta diferença. Cidimar Porto, que ocupara a função de diretor de compras da prefeitura e até mesmo secretário da Cultura, conseguiu se virar bem na casa alheia, de Beth Sahão, e foi eleito. Aliás, Beth Sahão que em todas as suas entrevistas elogia a postura de Macchione, deixando uma porta aberta para futuros acordos políticos.

Vinholi, ao assumir, encontrou buraco para todo lado, parques se desmanchando, capacidade de investimento na casa dos 5%, e vários empréstimos já contratados. Sem avaliar seu governo, que tenta pegar no tranco, o atual prefeito vê - com olhos quase incrédulos - seu antecessor trabalhando nos bastidores para lhe minar o governo. Enquanto Vinholi poupou Macchione das críticas mais ácidas, o ex-prefeito se aliava a Cidimar Porto, preparando uma candidatura a deputado estadual para enfraquecer Marco Vinholi e por último fazendo parte - talvez financiando - um movimento contra a privatização da SAEC. Mesmo com Vinholi garantindo que não irá privatizar a autarquia.

Macchione, como criador da SAEC, e a lei que a institui sabe informar se o movimento que apóia tem fundamento ou não. Se não tiver, e ainda assim estiver apoiando, configura-se apenas uma atuação política.

O que busca Macchione? A volta à prefeitura em 2016? Pois nota-se que seu grupo político hoje está reduzido a ex-secretários, mas com força para enfrentar uma eleição e ganhá-la. Mas tudo isso demonstra o que já sabíamos. O poder é algo que ao ser provado pode fazer com que as pessoas percam a razão. Macchione não vem se portando como um ex-prefeito, um estadista, alguém acima do bem e do mal. Macchione sequer vem se portando como um bom político. Sua candidatura a deputado foi precipitada, sem consultar as bases. Sua participação no movimento, sem explicação lógica.

Macchione pode voltar a ser prefeito, esquecendo até mesmo a promessa que fez a Roberto Cacciari, seu aliado, de um dia apoiá-lo.

Porém, no momento, está deixando para trás sua história.

Hoje, parece movido apenas pelo rancor pessoal, com uma pitadinha daquilo que lhe atribuiu José Serra: "ingratidão".

Nada mais.

Esta é a opinião do site Passando a Limpo.


"Tem gente que não se conforma, acha que continua ainda na cadeira, eles querem fato político, abre processo todo dia, sem base. Como estudo, a Saec tem várias empresas contratadas, e assim por diante".

"Eles insistem, ou seja, eu estou chamando eles de mentirosos e de agir de má fé, assim como o levantamento de tudo que fazemos aqui, eles tentam barrar. Falam das fontes, estamos com mais de R$ 500 milhões conquistados isso eles não falam."

"Temos um levantamento de mais de seis mil placas, 30% estão em péssimas condições, esse assunto cheira oposição inconformada com o que nos estamos fazendo e estamos realizando muito”.

"Vale mais a palavra de quem não sabe nem ler um decreto desse ou do que estamos explicando o que é? Estou colocando a realidade, é o fato político nesse momento, eles vão dizer uma coisa e nós outra e vamos ver no final quem estará certo”. “Só eles fizeram um bom governo, um governo impressionante? Eles fizeram tudo certinho e nós tudo errado?”.

"Agora não temos nenhum secretário como empreiteiro vendendo cimento, então agora não precisa mais, agora virou privatização. Então é isso, não tem nada por trás, a lei é clara. Temos a sequencia do que estava sendo feito."

Prefeito Geraldo Vinholi, em coletiva realizada na prefeitura, onde negou que tenha a intenção de privatizar a SAEC e por tabela criticando o movimento criado pelos vereadores da oposição, com a participação do ex-prefeito Afonso Macchione.


Justiça/Eleições

Procuradoria Regional Eleitoral pede impugnação de candidaturas catanduvenses; processos ainda aguardam julgamento

Nestas eleições, a Procuradoria Regional Eleitoral está sendo implacável com os pretensos candidados a deputados, governadores e senadores. Levantamento realizado pelo próprio Tribunal Regional Eleitoral apontou que centenas de candidaturas estão com pedidos de impugnaturas. Na maioria das vezes, esta situação se reverte. Geralmente, há faltas de documentos no prontuário enviado. O candidato sana esta falha e a candidatura é liberada.

Com as candidaturas catanduvenses não tem sido diferente. Pesquisa realizada pelo site Passando a Limpo apontou que os candidstos Nilton Cândido e Vagner Bersa receberam pedido de impugnação de suas candidaturas. O caso não foi julgado e no site do TRE aparece que ainda a matéria ainda aguarda apreciação. Nilton Cândido pretende concorrer a deputado estadual pelo PTB e Vagner pela pelo PHS.

Vagner Bersa explicou que surgiram informações maldosas que sua candidatura estava impugnada, o que não é verdade. "O próprio site aponta lá, com certidão atualizada, que nada foi julgado".

Outros candidatos como Marco Vinholi, Beth Sahão, Sinval Malheiros, também aguardam julgamento mas sem qualquer manifestação da Procuradoria Regional Eleitoral. Não consta no site do Tribunal as alegações da PRE para pedir a impugnação de Bersa e Cândido.

O site Passando a Limpo procurou ainda a candidatura de José Alfredo, porém, apesar do vereador informar que é candidato seu nome não aparece nas listas dos tribunais.


Política

Previsão de gastos de candidatos catanduvenses beira o absurdo e está fora da realidade; falam em poder gastar milhões na campanha

Os candidatos a deputado estadual e federal em Catanduva não economizaram números em planilhas entregues à Justiça Eleitoral. A cada eleição são obrigados a apresentar um limite de gastos, que seria uma previsão inicial de quanto se gastará na campanha, além de relação de doadores e onde foi gasto o dinheiro recebido e depositado. Na lista de doadores, geralmente, o próprio candidato aparece como doador de sua campanha. Após tudo isso, a Justiça Eleitoral julga as contas legais ou não.

Mesmo sendo uma estimativa de custos, os números dos candidatos fogem à realidade, demonstrando a fragilidade do próprio sistema eleitoral. Os catanduvenses falam em poder gastar milhões em suas campanhas. Até mesmo os chamados "nanicos", que participam da campanha com dificuldades financeiras, registraram valores que podem ser considerados irreais.

A candidata que aparece em primeiro na lista de limite de gastos é Paula Sampaio, do PRB, que orçou sua campanha em R$ 6 milhões. Nilton Cândido, Marco Vinholi e Gustavo Marin foram mais "discretos". Eles registram o limite de gastos em R$ 4 milhões cada. Sinval Malheiros, Beth Sahão, Vagner Bersa, Valter do PC do B, Eder Jofre Quandalini e João Rocha encaminharam ao Tribunal Regional Eleitoral um limite de gastos na casa dos R$ 5 milhões cada.

O salário de um deputado estadual gira em torno de R$ 22 mil mensais. Caso algum candidato viesse a gastar os tais R$ 5 milhões, teria que trabalhar 227 meses para ter de volta o valor investido.

Na prática, estes números são fictícios. Na última campanha eleitoral, por exemplo, a deputada Beth Sahão apresentou como receita a quantia de R$ 631 mil. Já o então deputado Geraldo Vinholi teve R$ 451 mil de receita.



Tempo e temperatura


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Legislativo

Julinho Ramos eleva o tom: ‘parque público é lixão a céu aberto’

O vereador Julinho Ramos (DEM) classificou a situação do Parque Ecológico Mandaçaí, situado próximo ao Terminal Rodoviário, como um “verdadeiro desmando”. Em requerimento ao prefeito, ele critica de forma veemente o abandono do local. “É um lixão a céu aberto. Não tem iluminação pública, não tem segurança alguma, não tem oportunidade de lazer”.

Após visitar o parque público, que possui interligação com o bairro Theodoro Rosa Filho, o parlamentar afirmou que o descaso do poder público está inibindo até mesmo os moradores da região de atravessarem a área. “O cenário de abandono proporciona retaguarda aos usuários de drogas e àqueles que utilizam o parque como um verdadeiro motel”, lamentou.

Uma das propostas de Julinho é que o Executivo firme convênio com as Faculdades Integradas Padre Albino (Fipa) e leve estagiários de educação física ao local. “Além de estar apagado devido às falhas na iluminação pública, o parque está triste porque não tem uso”. Ele também cobra maior fiscalização da Guarda Civil Municipal e demais órgãos competentes.

(Guilherme Gandini)


Eleições 2014

Relação de candidatos catanduvenses

Clique nos links abaixo para ver detalhes de cada candidato e sua candidatura:

CANDIDATURA DE SINVAL MALHEIROS

CANDIDATURA DE BETH SAHÃO

CANDIDATURA DE MARCO VINHOLI

CANDIDATURA DE NILTON CÂNDIDO

CANDIDATURA DE VAGNER PIMPAO BERSA

CANDIDATURA DE PAULA SAMPAIO

CANDIDATURA DE VALER MILER

CANDIDATURA DE EDER JOFRE GUANDALINI

CANDIDATURA DE JOÃO ROCHA

CANDIDATURA DE JOSÉ ALFREDO

CANDIDATURA DE GUSTAVO MARIN


É só clicar

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Jornal da Câmara - Edição 37



Deputada Beth Sahão e o ex-prefeito Félix Sahão quando anunciaram verbas federais para a cidade de Catanduva, ainda na administração Macchione

Pena que estes eventos, na administração Vinholi, rarearam...


Colunismo mais que social tem nome e sobrenome:

Arlindo Gutemberg

A polícia já foi embora? Posso voltar?

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Fonte: Google


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