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Arthur Godoy Júnior

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LEITORES ON LINE


Catanduva, 01 de outubro de 2016

Atualizando...


- O Tribunal Regional Eleitoral julgou improcedente ação do prefeito Geraldo Vinholi contra Afonso Macchione, onde o empresário era acusado de ser ficha suja e não poder participar das eleições. Os desembargadores decidiram que Macchione está apto a concorrer. O placar foi de 7 a 0.

- A notícia chegou no meio da tarde e em poucos minutos já estava percorrendo todos os grupos de apoio de Macchione.

- O vereador Cido Verdureiro continua sendo aclamado por fãs ávidos em lhe homenagear.

- As principais coligações programaram para este sábado caminhadas pela região central.

- O IPMC já entrou com uma ação para cobrança do valor que lhe cabe. Segundo informações, caso a prefeitura tenha retido valores para pagamento do Instituto Previdenciário Municipal de Catanduva dificilmente conseguirá honrar seus compromissos, principalmente com a folha de pagamento.

- O governo Geraldo Vinholi irá solicitar da Câmara Municipal autorização para um novo parcelamento da dívida com o IPMC. Para o Instituto isso é um bom negócio já que os valores serão repassados com juros.

- O orçamento catanduvense para 2017 terá uma retração. Em comparação a 2016, a expectativa é que a máquina pública - no ano que vem - tenha que se contentar com R$ 1 milhão a menos.

- O futuro prefeito, seja ele quem for, terá que conduzir a cidade com um orçamento montado pela administração Geraldo Vinholi.

- Não convidem para o mesmo centro de umbanda o candidato Afonso Macchione e o superintendente da SAEC, César Morasca.

- Expectativas negativas para o Mahatma Gandhi. Caso o contrato com a UPA seja rompido por algum futuro governo, dificilmente o hospital conseguirá manter as portas abertas. A contabilidade no hospital está para lá de apertada.

- Pesquisa informal dentro das redes sociais apontou que os candidatos Julinho Ramos e Beth Sahão foram os únicos que apresentaram propostas no debate. Macchione estava interessado em ressaltar seu governo e Vinholi em atacar Macchione.

- Nesta sexta-feira, 30, o prefeito Geraldo Vinholi fez uma reunião com os guardas municipais. Prometeu melhores condições de trabalho, aumento do efetivo e viaturas. Aliás, foi o prefeito quem encaminhou projeto de Lei dando chances de mudanças de carreira para os guardas.

- No período da noite, Vinholi esteve visitando o Pachá.

- A Semana Jurídica do IMES terminou nesta sexta-feira com palestra do desembargador Dr. José Araldo da Costa Telles. O auditório do CPP estava lotado.

- Na chegada de Geraldo Vinholi no debate da Nova TV, correligionários gritaram 45 e seu nome. Bonito, porém, reprovável. Estavam ao lado de um hospital.

- A Justiça Eleitoral será rigorosa com possiveis irregularidades nos locais de votação.

- Correligionários de Afonso Macchione estão dizendo que a dívida da prefeitura nas mãos de Vinholi é de R$ 16 milhões. O governo diz que são precatórios de outras administrações.

- Se o governo estiver dizendo a verdade, os aliados de Macchione estão partindo para o mesmo tipo de mentira que dizem tanto combater.

- A partir de segunda-feira, 03, o restaurante popular estará de portas fechadas. Não houve interesse da empresa concessionária renovar o contrato. O prefeito Geraldo Vinholi informou que nova licitação já está pronta.

- Neste sábado, 01 de outubro, é aniversário de Beth Sahão. Na quinta-feira, 29, foi a vez de Félix Sahão.

- Bolo, que é bom por enquanto nada.

A cada atualização, esta coluna receberá novos comentários e informações. Colabore enviando seu e-mail para arthur007@uol.com.br, com o título "Na Ponta da Pauta". Após recebermos a informação, realizaremos a checagem e publicação. Sigilo absoluto. Passando a Limpo: é você quem faz!


Opinião

O avanço Vinholi

Arthur Godoy Júnior

Afonso Macchione deixou oito anos de governo, em tese, aclamado pela população. Como bom político que é, assumiu em 2005 dizendo que a prefeitura de Catanduva estava quebrada. Tomou todas as medidas impopulares de imediato, entre elas fazendo com que o contribuinte fizesse das tripas coração para quitar suas dívidas com o antigo departamento de agua e esgoto. Retirou da ACE a administração da zona azul do centro, o que de forma indireta fez com que cerca de 40 mulheres fossem parar no olho da rua. Criou os fiscais de trânsito, que culminou com a suspeita posterior de uma indústria de multas. Beneficiado com um período de ouro na economia brasileira, recebeu verbas dos governos estadual e federal. Fez permutas de áreas, conseguindo do Simcat o terreno localizado no centro, onde instalou o shopping popular. Criou ainda o city tour, e relacionou uma série de "intervenções", levando a população para ver suas obras. Uma dessas intervenções foi um jardinzinho mequetrefe instalado no canteiro central do pontilhão da rua 7 de setembro. E por aí, vai...

Geraldo Vinholi está à frente da prefeitura de Catanduva há três anos e meio. Desde o primeiro minuto de seu governo vem sendo criticado fortemente pela oposição e parcela da oposição. Enfrentou a suspeita de superfaturamento nos preços da merenda, apesar de nenhum desses processos ter sido finalizado e estas denúncias serem comprovadas. Foi acusado de planejar a venda da SAEC, e ate mesmo a retirada de um vendedor de frutas no centro da cidade foi alvo de polêmica. Nas redes sociais enfrentou todo o tipo de crítica, charges ofensivas, xingamentos e boicote. Semanalmente foi ofendido por Amarildo Davoli, que com seu jeitinho doce de ser cansou de chamar Vinholi de ladrão. Devem estar rolando mais de 20 processos. Nilton Cândido e Cidimar Porto completaram o trio oposicionista, que depois cresceu com a entrada do vereador Careca (que acredita ter sido vítima de uma manobra para que fosse catapultado da direção da Vila São Vicente de Paulo). Assim, Vinholi era xingado por Davoli, Nilton lhe acusava de deixar Catanduva uma terra arrasada, Porto lutava contra as licitações e Careca dava ares populares às reclamações e denúncias apresentadas no legislativo.

Tudo isso sendo observado em silêncio ou incompetência pelos vereadores da chamada situação. Também. colocar suas moedas em Ari Enfermeiro e Cido Verdureiro é acreditar demais na sorte. Outros vereadores mais competentes - como Luis Pereira e Marcos Crippa - decidiram não entrar nas divididas. Resumo: as sessões da Câmara se transformaram em exorcismos semanais com o atual prefeito sendo sistematicamente "homenageado".

Paralelo a isso, Vinholi ia trabalhando e buscando verbas. Assim, surgiram a reforma da Praça Nove de Julho, a construção do Parque João Paulo II, a conclusão da Estação de Tratamento de Esgoto, construção de creches, melhora nos uniformes das crianças nas escolas, vagas no sistema de ensino, melhorias nos índices do IDEB (Educação) e Meio Ambiente. Também foi inaugurado o Nova Catanduva, com mais de mil casas. Dizem que foi uma iniciativa do governo federal, mas todo mundo sabe que se a prefeitura não fizer um esforço político e operacional, nada sai do papel. Foram realizados recapes, regulamentação da documentação de distritos industriais, a área social passou a ser contemplada. As entidades tiveram verbas reajustadas. Funcionários públicos deixaram de ser perseguidos com a instauração de centenas e centenas de sindicâncias. Foram adquiridos veículos para a frota, inclusive para a Guarda Municipal. Tivemos ainda a construção da sede da SAEC - enquanto Macchione, Beth Sahão e os vereadores oposicionistas gritavam pelas esquinas que o prefeito estava pensando em vender a autarquia. Vinholi terminou a construção do velório municipal e foi de sua iniciativa a construção da Casa do Idoso.

Agora, com tudo isso, por qual motivo a população tem a impressão de que a administração Vinholi foi um fiasco? São vários. Desde a falta de comunicação, direcionamento totalmente equivocado na publicidade oficial, até mesmo menosprezo e erro de avaliação no potencial de fogo da oposição. Vinholi também errou ao se empenhar em campanha eleitoral - do filho Marco Vinholi - enquanto deveria estar buscando a solidificação de seu governo. Marco, que politicamente cresceu muito nos últimos anos - poderia ter se lançado candidato em 2020, com grandes chances de vitória. O prefeito não avaliou o tamanho da crise que estava vindo e não soube explicar isso para a população. Ao invés de abrir os caixas da prefeitura e mostrar com todas as letras a pindaíba que Catanduva estava passando, decidiu buscar batalhas jurídicas para não conceder aos funcionários municipais o reajuste do IPCA.

Seus órgãos de comunicação não foram competentes para mostrar à população um comparativo entre a sua gestão e a de Macchione. Inclusive, numa ética fatal, assumiu o governo e não abriu o jogo sobre as reais condições em que apanhou a prefeitura. Não me canso de lembrar do Parque Mandaçaí, o asfalto da cidade inteira se desmanchando e a rodoviária sem telhado. Ao invés de ressaltar as qualidades do governo e as dificuldades da prefeitura, assistimos por meses o jornal de sustentação do governo proclamar aos quatro cantos a pantomina de que Afonso Macchione estava com problemas legais para ser candidato. De forma indireta, jogaram Macchione nas manchetes por meses. Ontem, o TRE julgou Macchione apto a disputar as eleições e meses de campanha equivocada foram jogados no ralo.

Talvez, se Vinholi listar suas obras, nestes quatro anos de governo, poderá confrontar e ser comparado com os primeiros quatro anos de Afonso Macchione. Não há dúvida que a cidade avançou e muito e o atual prefeito tem um legado. Sua campanha eleitoral diz que "quem compara vota Vinholi".

Para seu azar, salvo engano, o catanduvense não costuma comparar.

Meu nome é Arthur Godoy.

Este é o site Passando a Limpo, atualizado diretamente de Catanduva.

E amigos leitores, fiquem bem. Onde quer que vocês estejam...



Enquanto isso...

- A crise chegou no meio político...

- Não tamo conseguindo vender nem o voto...


Evento

Grupo de Poesia "Guilherme de Almeida"

Quem nunca ouviu falar no Grupo de Poesia "Guilherme de Almeida"?

Há mais de 30 anos abrindo espaço para que catanduvenses possam mostrar suas obras, seus devaneios literários, suas inspirações. Muitos nomes já ocuparam o palco deste grupo e deixaram suas marcas.

Nesta sexta-feira, fiz questão de fazer uma visita. Gripado, com febre, não pude assistir a todo espetáculo, nem cumprimentar todos os organizadores e participantes.

Mas me dei a honra de rascunhar - na hora - algumas palavras para declamar. Me dei a honra de registrar meu nome em uma dessas apresentações. Volto para São Paulo, na próxima terça-feira, com a alma lavada. Um antigo sonho foi realizado.

Agradeço a Eduardo Benetti, Jota Machado, e outras pessoas que cumprimentei (não vou me alongar em nomes para não fazer injustiças).

Registro aqui o que rascunhei e declamei. Me perdoem pelo pobre material, mas foi de coração e embaixo de uma gripe.

Mas para participar do evento, leria até mesmo o Batatinha quando nasce:

Solidão

Solidão, uma única palavra

Profunda como o oceano

Silenciosa, como uma noite no deserto

Solidão, companheira na insônia

Ingrata, nos maltrata

Solidão, não há o que dizer

Solidão, em todas as épocas e em todas as eras

Solidão.... é quando sinto saudades de você.


Hilária...


Uma conversa com Geraldo Vinholi (PSDB)

"Entregamos muitas obras e não esquecemos o lado social"

Arthur Godoy Junior

Entrar na prefeitura de Catanduva e seus departamentos, hoje, para mim, é como visitar velhos amigos. Funcionários públicos de carreira - muitos que não conheço - me cumprimentam. Antes de informar o meu nome, já recebo alguns abraços. São pessoas que há anos carregam nas costas a máquina pública e tenho o maior respeito, carinho. Foi nesse clima que entrei no prédio municipal, apanhei o elevador com um rapaz que disse ler meu site e me encontrei na porta do gabinete do prefeito Geraldo Vinholi. A recepcionista, Aline, ex-guarda mirin, estudante de Direito, muito simpática.

Logo em seguida, chegou Marco Vinholi, filho do prefeito e coordenador da Secretaria Estadual de Desenvlvimento Social. Em poucos minutos conversava sobre números e administração, aguardando ser atendido por Geraldo Vinholi.

O prefeito aparentava cansaço. Ao entrar em sua sala o encontro ao telefone. Cuidando da administração e da campanha eleitoral, tinha sobre sua mesa um rascunho do orçamento municipal de 2017. Nota-se claramente que está em atividade desde as primeiras horas da manhã. Mesmo cansado, mostra-se otimista em relação à eleição e orgulhoso sobre sua administração. Chega a enumerar as obras, desde a Praça Nove de Julho até as creches, o parque do Aeroporto, recapes, Centro do Idoso e Poupa Tempo. Para Vinholi, seu governo tem obras para mostrar. "Fizemos muitas obras, entregamos casas, e não esquecemos do social. As classes menos favorecidas recebem um carinho todo especial de nossa administração".

Geraldo Vinholi reconhece que poderia ter dado mais atenção à área política de seu governo, principalmente em relação aos vereadores. Diz que Cidimar Porto sempre trabalhou para um grupo político de oposição, mas acha que outros poderiam ter ficado mais próximo ao governo. Entre eles, Nilton Cândido. Ele tem números que demonstram queda na arredacação e repasses para o município. Diz que sua área prioritária é o funcionalismo público e seus salários. Vinholi diz estar preparado para ser avaliado pela população, mas pede para que as pessoas façam uma análise da conjuntura política, econômica e social.

Aproveito para perguntar sobre a questão do restaurante popular. Segundo dizem, o restaurante fecharia por falta de repasses. O prefeito nega. Explicou que o contrato termina e o atual ocupante não tem interesse em renovar. "Já estamos com uma nova licitação. E recebemos a promessa do governo estadual de implantação do Bom Prato na cidade. O que são 150 pratos passarão para 450" disse o prefeito.

Quando se fala em números de campanha, não esconde resultados que no começo eram difíceis. "Tínhamos números que a princípio poderiam desanimar, mas que com o passar do tempo demonstraram que a população estava compreendendo o nosso trabalho".

Depois da conversa, acompanhada por Marco Vinholi, que foi o fotógrafo, passo na Ouvidoria Municipal. Tatiana Alonso e outras sorridentes funcionárias recebem as reclamações da população. Apesar das eleições, a máquina pública continua funcionando. Pois segundo Vinholi, "o governo não pode parar".


Uma conversa com Beth Sahão (PT)

Uma mulher que sabe o que quer...

Arthur Godoy Júnior

Beth Sahão (PT) é candidata a prefeito em Catanduva. Nas últimas eleições foi eleita para compor a Assembléia Legislativa com 63.172 votos. Dentro do município foi a mais votada. Teve 17.925 votos e assumiu uma cadeira no legislativo estadual. Teve o prazer de ver seu arquirival Geraldo Vinholi não conseguir eleger o filho, Marco, além de obter mais votos do que o candidato do PSDB.

Sua candidatura a prefeito foi uma incógnita até o último dia. Ela sabe os problemas que uma candidatura ligada ao PT enfrenta. Por outro lado, acredita que o eleitor catanduvense consegue lhe respeitar. Para Beth, sempre esteve próximo ao eleitor da cidade e isso faz com que seja respeitada em cada visita que realiza. Isso é uma verdade já que em nenhum momento da campanha a candidata chegou a ser hostilizada. Mas já teve que ouvir comentários negativos a respeito de seu partido. "Eles existem, é claro, mas são de uma maneira respeitosa".

No final da últma semana, enviei e-mails para as assessorias dos quatro candidatos a prefeito. A assessora Mariana Lacchi confirmou que Beth Sahão me receberia, às 14h00 desta quarta-feira, em seu comitê na Rua Sergipe. Pontualmente, entrei na casa e encontrei Ana Paula Carnelossi. Também estava presente o popular Castrinho, figura mais que conhecida no meio político local. Em seguida, a deputada chegou. Fui convidado a entrar em sua sala e por cerca de 45 minutos falamos sobre diversos assuntos. Até mesmo pessoais. Prestes a fazer aniversário, no dia 01 de outubro, sábado, Beth se disse disposta. Está otimista com a eleição do próximo domingo e ao ser perguntada sobre o que o catanduvense poderia esperar caso fosse eleita, ela prometeu muito trabalho em áresa prioritárias e específicas.

Falou sobre a saúde. Disse que a UPA já estava saturada e deveria haver um grande estudo - até mesmo com parcerias - para oferecer mais saúde para a população. Disse que poderia haver um repasse de verbas ainda maior para o setor. Para ela, o atual sistema é ineficiente e não tem integração. Curiosamente, ela defende exatamente o que Vinholi, quando eleito, prometeu: integrar todos os setores da saúde para que o paciente possa ter um fichário uníco e que isso se transforme em um rápido atendimento.

Sobre a educação, outro ponto prioriário, Beth disse que a prefeitura precisava investir na Fafica. Inclusive, pretende propor parcerias com outras instituições de ensino. Disse pretender trabalhar para a valorização de todos os níveis de educação. Lamentou que a faculdade local não tivesse cursos essenciais - até mesmo para a região. Por incrível que possa parecer, a Fafica não tem curso de Agronomia ou Veterinária, ambos setores ligados às atividades regionais.

Sobre investmentos externos, citou exemplos de falta de infra-estrutura para as pessoas interessadas em investir na cidade. Um deles é de um industrial que paga R$ 8 mil de aluguel, mas se conseguisse um terreno poderia realizar financiamentos para aumentar o seu negócio. O dinheiro economizado com o aluguel seria usado para contratar novos funcionários. "Quando construímos a Fafica naquela região tínhamos a intenção de expandir a cidade para aquele ponto, incluisve aproveitar esta rodovia maravilhosa chamada Washington Luiz. Porém, ninguém mais se interessou no assunto".

Ao ser perguntada sobre como administrar sem recursos, a candidata explicou que a máquina pública precisa ser repensada e enxugada. Cargos de confiança extintos, fusão de secretarias, e mais uma vez citou o verbo "priorizar". Ele reconheceu que ao receber a prefeitura não conseguirá realizar todos os projetos, já que não sabe a saúde financeira do município, mas garante que Catanduva tem potencial para se reerguer. Aliás, otimismo foi a principal característica da deputada. "Sei onde estão os recursos, mas as pessoas precisam ter uma desenvoltura para conseguir obter estas verbas e acima de tudo ter bons contatos e experiência".

Com fala firme Beth Sahão demonstrou estar preparada para assumir um governo. Afinal, são 14 anos de Assembléia Legislativa.

Após 45 minutos, me despedi agradecendo a gentileza de me receber. Ouvi propostas interessantes para Catanduva, algumas inovadoras, outras óbvias. Mas em todo o caso, Beth Sahão demonstrou saber exatamente o que deseja para a cidade e o que pretende realizar no município.

Caso seja eleita, é claro.




Vamos chacoalhar as pelancas?



Capas dos jornais


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Eleições pelo Brasil...

Agora temos em quem votar!


AGENDA - CANDIDATO JULINHO RAMOS - 28/09/2016

Manhã - Visita a indústrias

Tarde - Visita a empresas

Noite - Caminhada nos bairros com candidatos a vereador


AGENDA - CANDIDATO GERALDO VINHOLI - 28/09/2016

Manhã: Visita bairro

Tarde: Expediente gabinete

Noite: Encontro de campanha


AGENDA - CANDIDATO AFONSO MACCHIONE - 28/09/2016

Não divulgada


AGENDA CANDIDATA BETH SAHÃO - 28/09/2016

Não divulgada


- As assessorias de imprensa dos candidatos poderão encaminhar ao site Passando a Limpo (arthur007@uol.com.br), suas agendas diárias. Divulgação gratuita.


É só clicar

- O candidato Afonso Macchione está a um passo de transformar excesso de confiança em arrogância pura. Faltando quatro dias para as eleições isso não é bom...

- Vamos ver se repetindo eu consigo entender: vim pra descansar, vim pra descansar, vim pra descansar...

- Se alguém estiver esperando a inelegibilidade de Macchione, melhor tirar o cavalo da chuva,.

- Acabei de andar 8 km. Podem chamar a ambulância..

- Sabe o que estão faltando no Conjunto? Bebedouros no percurso. Assim as pessoas não precisam necessariamente parar para beber água. Básico e óbvio, não?

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Colunismo mais que social tem nome e sobrenome:

Arlindo Gutemberg

Aguardando atualização...

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Tempo e temperatura


- O que você está achando das músicas dos candidatos?

- Prefiro a do caminhão de gás...




Em algum lugar do passado...

Carnaval 1998

O ano era 1998. Foto tirada no Clube de Tênis de Catanduva durante o Carnaval. Estão na foto da esquerda para a direita: Paula Carnelossi, Elizabeth Sahão, atriz Rita Guedes, Felix Sahão Júnior - Prefeito Municipal de Catanduva, José Oswaldo Motta Zancaner (Zéti) - Presidente do Clube de Tênis e Ivana Zirondi Sahão (esposa do prefeito).


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