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São Paulo, 27 de janeiro de 2012

Atualizado às 10H12



Política

Integrantes e "colaboradores" da Cultura apostam no "jeitinho catanduvense" e já falam que CEI não irá vingar

Todos os detalhes, logo abaixo...



Lei da Palmada


Seria interessante que o pessoal que mora no Agudo Romão enviassem para o valor que pagam de IPTU, e agora estão reclamando, todos votaram no atual prefeito, chorando o leite derramado, aguenta!

Contribuinte | Catanduva | 24/01/2012 16:04




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LEITOR - Como o povo de catanduva poderá pagar o aumento da passagem de onibus ganhando o que ganham, alguma autoridade ja foi ate ao terminal urbano, ja viu as condições que o povo de Catanduva esta sujeito todos os dias?

ARTHUR GODOY - Pense nisso na hora de votar. E divulgue este seu pensamento aos vizinhos.

LEITOR - Caro jornalista, já reparou como os remendos, feitos pela prefeitura, nos buracos abertos para reparos no asfalto das ruas são péssimos e tem que ser refeitos invariavelmente? Será que o prefeito-engenheiro, no segundo mandato, ainda não aprendeu?

ARTHUR GODOY - Pelo jeitão do terminal urbano, acho que não.

LEITOR - Caro colega vc tb acha que o fim da Administração do Afonso Machione esta pior ou pelo menos igual a do seu antecessor,Felix Sahao ??? putz Catanduva ta muito ruim,em todos os sentidos ....

ARTHUR GODOY - O fim da administração Afonso Macchione está se igualando a de Félix Sahão Júnior. Com a diferença que na época de Félix os secretários me pareciam mais competentes e nos cargos certos. Em tempo: ganhavam muito menos para isso.

LEITOR - caro amigo, nao é que o pessoal nao esta comentando, há dificuldade em abrir a coluna opiniao do leitor e fazer o comentario. de dicas, ai vc vai ver vai chover comentarios. de dicas como fazer um abraço eduardo

ARTHUR GODOY - Para comentar é só clicar em cima do banner e dentro do espaço clicar onde está escrito "comentar". Acho que para quem usa internet, é simples. Um grande abraço.

LEITOR - ARTHUR,VOCÊ ACHA QUE É JUSTO DEZENAS DE PROFESSORES PERDEREM SEUS SERVIÇOS NO HORÁRIO CONTRARIO AONDE DEZENAS DE PESSOAS DEPENDEM DESSE DESDOBRAMENTO, DE FAZIO ESTÁ QUERENDO O QUE ? DESTRUIR CENTENAS DE FAMILIAS....

ARTHUR GODOY - O que eu não acho justo é um professor, se for o seu caso, ser analfabeto o suficiente para acreditar em boatos ou não ter condições de sequer entender o que passa a sua volta. Se você não for professor, vá para a sala de aula. Se for, por favor, saia dela....

LEITOR - PESSOAS ESTÃO DESESPERADAS DEVIDO TEREM QUE PERDEREM SEUS EMPREGOS DANDO AULAS EM OUTRO HORÁRIO ISSO NÃO É JUSTO...

ARTHUR GODOY - Não é melhor você se informar primeiro e parar de se orientar apenas por boatos. Se você for professor, me desculpe, é um péssimo profissional.

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Política

Integrantes e "colaboradores" da Cultura apostam no "jeitinho catanduvense" e já falam que CEI não irá vingar

No próximo dia 7 de fevereiro, terça-feira, a Câmara Municipal de Catanduva retoma seus trabalhos em plenário, e na primeira sessão já discutirá a criação de uma Comissão Especial de Vereadores que irá investigar toda a Secretaria da Cultura, desde acervo abandonado até contratos realizados com entidades, associações e "colaboradores eventuais". O pedido de criação da CEV é do vereador Vagner Bersa (PPS), e tem o apoio de outros membros do legislativo. Porém, já existe um trabalho nos bastidores políticos para que o pedido de abertura da comissão naufrague.

O site Passando a Limpo apurou que integrantes da Secretaria da Cultura, além dos tais "eventuais colaboradores" já começam a assediar vereadores e seus assessores na tentativa de demonstrar "a falta de necessidade" de se investigar o setor. Diariamente, dentro da Câmara Municipal, são vistas pessoas que atuam na Cultura, ao mesmo tempo que assessoras de vereadores passaram a visitar o departamento. Uma fonte do legislativo informou na tarde de ontem que poderá haver pressão sobre os atuais vereadores do PSDB e de Onofre Baraldi (PDT), que atualmente faz parte do grupo de apoio do prefeito Afonso Macchione.

No momento, o secretário de Cultura Cidimar Porto é o homem forte do prefeito Macchione. Ele conseguiu que o prefeito transferisse a ex-responsável pela contratação de oficinas culturais, Valéria Teixeira, para a Casa da Música. Porto e Teixeira tiveram desentendimentos e passaram a dividir o comando da pasta. Incomodado com esta situação, pediu ao prefeito a transferência da funcionária. Na realidade, há informações dentro da Cultura que a intenção do secretário era desligá-la de forma definitiva de seu departamento, mas não conseguiu.

Caso a CEV da Cultura consiga ultrapassar o jogo político que está se formando, Valéria Teixeira deverá ser ouvida pelos vereadores. O setor que comandava é um dos focos do vereador Vagner Bersa, já que ele encontrou valores expressivos em pagamentos para as oficinas culturais e alguns professores que ali atuavam. Existe a suspeita de algumas dessas aulas, pagas pelo município, não ocorreram. "Estamos vendo apenas a ponta do iceberg" disse um assessor do legislativo.

"JEITINHO CATANDUVENSE"

Enquanto Vagner Bersa vai realizando um levantamento de gastos dentro da Cultura, na paralela já começa a ser criado o "jeitinho catanduvense". Uma fonte da Cultura informou ao site, na tarde desta quinta-feira, que dentro da Secretaria muitos garantem que a "comissão não vai vingar e que os pauzinhos já estão sendo mexidos para os vereadores esquecerem o assunto". Estes tais "pauzinhos" seriam a aproximação de funcionários da Câmara, e do primeiro escalão do governo municipal, com a base governista dwentro do legislativo, além do vereador Onofre Baraldi (que ultimamente vem sendo visto ao lado do prefeito municipal em visitas oficiais). Há três anos, Baraldi se portava como oposição ao prefeito, principalmente quando foi votado - pela primeira vez - a lei que extinguia a CIP na cidade.

Se a Comissão Especial de Vereadores não for aprovada, será uma algo inédito na atual legislatura. Todos os pedidos de investigação solicitados pelos vereadores, até o momento, não encontraram qualquer barreira em plenário.

Resta saber se desta vez o "jeitinho catanduvense" prevalecerá.


Lei Federal - Educação

Promotoria, partidos políticos e Simcat conversarão com membros do governo

Na próxima terça-feira, 31, acontece na Promotoria Pública de Catanduva uma reunião entre os partidos políticos PMN e PSOL, o Simcat, o promotor Ademir Perez e membros do governo municipal. Eles debaterão a aplicação da Lei Federal 11.738/08, que trata da atribuição de aulas e piso salarial dos professores. Na semana passada, os partidos entraram com duas ações na Justiça exigindo a aplicação imediata da Lei, assinada por Lula em 2008, e que determina que os Estados e Municípios concedam aos professores tempo fora da sala de aula para atividades complementares.

Na tarde desta quinta-feira, ocorreu um encontro do promotor com os presidentes dos partidos políticos. Ademir Perez busca um acordo. "O Promotor convidou o Simcat (Sindicato dos Funcionários e Servidores Públicos Municipais de Catanduva), os partidos PMN e PSOL e a Prefeitura de Catanduva, que provavelmente deverá reunir no Fórum a secretária de Educação, Tânia Botós, o secretário de Negócios Jurídicos, Ricardo Hummel, entre outros representantes do Executivo”, disse o presidente do PMN, professor De Fázio.

O professor João Rocha, que acompanha o grupo que entrou com as ações judiciais, informou que o cálculo feito pelo Governo do Estado de São Paulo, em relação a hora/aula, não cabe em Catanduva. “Aqui o professor trabalha hora/aula, e não hora/relógio. Hoje, na cidade, o professor (P1) trabalha 35 horas/aula, sendo 28 aulas com alunos e o restante extra classe e isso não cumpre o que determina a Lei”, explicou. Segundo ele, o professor deveria trabalhar 24 hora/aula e 11 horas extra classe.

DEFENDENDO O ENSINO

O professor De Fázio explicou ao site Passando a Limpo que existe uma confusão, criada pela própria secretaria da Educação. "Não estamos aqui defendendo uma carreira profissional, mas sim a qualidade do ensino brasileiro". O promotor Ademir Perez chegou a questionar a validade de partidos políticos defenderem os professores, quando De Fázio explicou que ali defendiam apenas a aplicação da Lei. "É uma ação que está buscando a aplicação de uma lei que irá melhorar a qualidade de nossa educação" explicou.

"Existe um terrorismo sendo feito com alguns professores dizendo que a secretaria teria que cortar horas e fazer com que os professores tivessem que abandonar outras atividades. Isso não é verdade." complementou o presidente do PMN.

A reunião acontece na tarde da próxima terça-feira.


Pizzaria

O anúncio feito pelo Ministério Público e por integrantes dos partidos políticos de que irão realizar uma reunião com membros do governo municipal para discutir a aplicação da lei de carga horária dos professores pode parecer, a princípio, uma boa vontade de negociar. Mas, a nosso ver, não passa de um triste capítulo de um teatro já visto por este Brasil afora, com o final já conhecido por todos: pizza.

Na semana passada, os partidos entraram com duas ações na Justiça exigindo a aplicação da lei que obriga o município a conceder aos professores uma carga horária menor na sala de aula. O restante do tempo seria utilizado para correção de provas, atendimento aos alunos e pais, preparação de aulas, reuniões pedagógicas e outras atividades que enriquecem não só o profissional como seu próprio material de ensino. A lei foi publicada em 2008 e no ano passado o STF confirmou sua constitucionalidade. Assim, tem que ser cumprida. Se o município não tem condições de seguir a regra federal, não é problema do cidadão. A secretaria da Educação teve quatro anos para se preparar - física e economicamente. Se não o fez, foi por incompetência ou desleixo.

Agora, os partidos - junto com o MP - anunciam que irão sentar para conversar. Será proposto um Termo de Ajuste de Conduta, o popular TAC. Com o argumento de que não possuem tempo e dinheiro, os representantes do governo tentarão jogar para 2013 - um outro prefeito e administração - o abacaxi. Claro que isso interessa à administração, que deixará de contratar e pagar novos professores. E para isso, nos bastidores, vem sendo auxiliada por boatos e o analfabetismo dos próprios professores, que acreditam que a lei veio para "cortar empregos" dos que estão na sala de aula.

Se os partidos políticos aceitarem passivamente o tal TAC, estarão assinando embaixo o que muitos dizem pela cidade: foi um movimento político para que alguns pudessem aparecer na mídia. Lei não se discute, tem que ser aplicada. Não há meio termo ou "jeitinho". Afinal, se isso vai melhorar a qualidade do ensino brasileiro, onde está o mal?

É com essas e outras que os brasileiros, aos poucos, ficam descrentes no poder público, nos partidos políticos, nas pessoas e agora, por último, na Justiça. Neste caso, conversar é protelar, é empurrar com a barriga.

E que venha a pizza.

Esta é a opinião do site Passando a Limpo.


40 MINUTOS

Humberto Giovanini

Conta-se na história de Catanduva que há tempos o cidadão não podia soltar um pum que a luz apagava. Pois bem, resolveram os cidadãos por fogo naquela porcaria. Tiros para todos os lados.

Dizem que a gente vai aprendendo com as coisas que acontecem em nossa vida, para o bem ou mal. Prof. Benati deve explicar essas coisas.

Mas pelo visto a CNEE não aprendeu nada com o tempo.

Todo apagão que acontece em Catanduva a CNEE vem com uma desculpa esfarrapada, tentando justificar sua incompetência.

Ano passado disseram que foi uma folha de lata que veio pelo vento e caiu em cima do transformador.

Deve ter sido o ET de Varginha, com seu disco voador .

Agora não sabem dizer nada e ficam querendo fazer o cidadão de otário. Uma pipa? Faz-me rir.

Imagine o iludido leitor uma empresa parada por quarenta minutos . Quem vai pagar o prejuizo?

Quem tem uma empresa, presta serviços, tem prazo para entregar produtos, sabe do que estou escrevendo.

Ao invés de ressarcir as pessoas que pagam e são prejudicadas, ficam com conversa mole, olhando a paisagem.

Dizem que as empresas não vem para Catanduva por causa da poluição do rio S. Domingos.

Grande erro .

O rio Tietê é muito mais poluido que o nosso em São Paulo .

Vai ser preciso ameaçar por fogo de novo ?

Chega de TAPEAÇÃO.


Cidade

Agudo Romão: um bairro maltratado até mesmo pelos próprios moradores

Muitas vezes, a população reclama do poder público. Em outras, o poder público exerce a sua força fiscalizadora para punir a população. E quanto população e poder público abandonam a situação? Este parece ser o caso do bairro Agudo Romão, onde prefeitura não fiscaliza, não toma conta, e os moradores auxiliam na degradação ao desrespeitar claramente todas as leis.

As fotos abaixo foram enviadas por uma moradora, indignada com a situação em que seu bairro se encontra. Um verdadeiro descaso da administração e dos proprietários de terrenos.

Veja o que ela diz:

"Numa das fotos vemos a avenida principal Mogi Mirim, pela qual passa um número grande de pessoas que vão caminhar todos os dias (tarefa que precisa ser feita na própria via, pois como você mesmo pode ver, na calçada é impossível). E como justificar este carro com as 4 rodas em cima da calçada em plena luz do dia? E isso posso lhe afirmar que é todo dia. Ninguém vê isso também? Ou seja, o bairro não tem policiamento?! É praticamente impossível dar uma volta completa nos quarteirões pela calçada, é carro, mato, obras, calçadas quebradas..

E olha a situação do asfalto. Quem é responsável por tudo isso?"

E então, quem é responsável por tudo isso?

Se você também quiser enviar fotos de seu bairro, dos problemas que existem em sua região, utilize o e-mail: arthur007@uol.com.br.


1972, um ano que mal começou

No dia 30 de junho de 1972, o prefeito João Righini assinou a lei no. 1290 que propunha a criação dum fundo de bolsas de estudo da FAFICA destinado a “alunos carentes de recursos econômicos e que possuem bom rendimento escolar no período de isenção”.Carentes, porém inteligentes!Para que tal fundo fosse capaz de administrar de fato a questão premente da concessão de bolsas, a lei previa que parte dos recursos viria da doação de particulares e empresas.Nunca tive qualquer informação de que alguém fosse procurar empresários ou particulares em nome da faculdade para que o numerário repassado quitasse a dívida dos alunos pobres. Há 40 anos, inventamos o pró-uni de forma estapafúrdia. Num dia desses, talvez no próximo ano, a Secretaria da cultura deveria encomendar aos futuros alunos de História pesquisa remunerada de leis que, anunciadas com pompa, fogos e circunstância, não saíram do fundo da gaveta, ou então que, depois dum primeiro ensaio tímido, não puseram mais a cara fora de casa. Quarenta anos depois, o aluno remediado disposto a candidatar-se a um dos cursos da instituição e que, por falta de recursos não pôde fazê-lo, virou aposentado da previdência descrente de livros e o conhecimento do mundo.Os livros que se danem e, assim danados, exilaram a FAFICA para o ermo do matagal da Washington Luís. O que do cinema diria esse idoso , cujas salas, na época, eram 4 além do cineclube? Três meses e meio depois da bolsa vazia da faculdade, estreou em Nova York, em 14 de outubro de 1972, O último tango de Paris que, na ácida declaração do diretor Bernardo Bertolucci, fez de Marlon Brando “a gang and a pimp”, quer dizer, “gângster e cafetão”. Cafetão da atriz Maria Schneider que contracenou com o grande ator norte-americano e que, depois do filme, perdeu rumo e juízo. Os personagens Jeanne e Paul topam-se, por acaso, num apartamento de aluguel. Deprimido pela morte da mulher suicida, Paul/Marlon Brando propõe que cada um deles deveria continuar ignorando tudo sobre o outro, até mesmo o nome. É possível que esse anonimato inaugurasse um modo de ser e viver em que os enfarados do mundo quisessem fugir do espelho e de suas identidades persecutórias.Kael escreveu: “The necessity for isolation from the world is, of course,his, not hers. He demands total subservience to his sexual wishes”, quer dizer, “A necessidade de isolamento do mundo é, de fato, dele e não dela. Ele exige subserviência total para seus desejos sexuais.” Brando lhe propõe até mesmo que vomite como prova de amor por ele. Ela o faz de bom grado, porque o amor, muitas vezes, é porco. Quem está aí, perguntou o gigante Polifeno a Ulisses na caverna, ao que o navegador respondeu “ninguém” para continuar ileso. Apesar disso, Jeanne e Paul machucaram-se bastante com a sequência do estupro sodomizado. Schneider declarou que Marlon Brando a sodomizara de fato com a manteiga usada como lubrificante anal. Nunca mais os fãs olharam com os mesmos olhos para um pote de margarina.O BBB da Globo encena e reencena O último tango sob edredons e no chuveiro. Se é verdade que a televisão nacional faz de tudo para que os brasileiros regridam aos tempos da caverna, o cinema de outros tempos nos ensinava a ver com clareza os fatos do presente a fim de nos preparar para o futuro.Nós sodomizamos crianças. Na visão da grande crítica de cinema Pauline Kael, O último tango mudou tanto a nossa concepção de sexo quanto o modo como os cineastas tratam as questões de alcova. Kael redigiu 3645 palavras sobre o filme para a revista New Yorker. No dia seguinte ao da estréia de O último tango, o Diário oficial do Estado publicou documento de criação do Lar Betânia (Rua Santa Catarina, 655) para “dar assistência às pessoas desamparadas sem distinção de raça, cor ou credo religioso, angariar recursos para a fundação e a manutenção de abrigo para a velhice, cuidar de famílias e menores desamparados”. Como se vê, as ações particulares mimetizam desatinos oficiais e ambos terminam na vala comum dos projetos abortados. O número de desamparados cresce a cada dia. A diretora belga de cinema Agnès Varda colaborou com o roteiro do filme de Bertolucci cuja dramaticidade disse ela ter sido inspirada na morte de Jim Morrison. Música,cinema, teatro, dança,escultura, pintura são expressões de Cultura e a Cultura serve à reeducação do olhar. CTV tateia no escuro sem Braille e bengala. A atriz Rita Guedes nasceu em janeiro de 1972 e, nos dois anos seguintes, 1973 e 1974, Onílson Pátero jurou de pés juntos que fora abduzido por condutores de disco voador na região. Se foi a Marte, não soubemos. Os discos são velozes e caminham acima das nuvens. Sempre fomos nefelibatas porque as nuvens estão altas e mudam de configuração o tempo todo.


Faltou aplomb à cultura local

Quando menino, morei na Praça da República, ao lado do cinema. Na Esquina do Pecado, desfilava a discreta população da cidade. Quando o homem rico voltou da Europa, um mês depois da partida, amigos e curiosos o cercaram no café para saber dele como eram as coisas por lá ou se ele havia gostado do passeio. Meio desenxabido, ele respondeu que não havia gostado de nada porque “lá só havia prédios”. Quer dizer que nem o tamanho de Versailles chamou a atenção da criatura. Versailles foi a casa de Luís XV e hoje é um dos maiores museus do mundo. Caso Luís XV ou Maria Antonieta fossem ressuscitados por algum mágico, duvido que solicitassem a Sarkozy ou à sua charmosíssíma mulher, a modelo Carla Bruni, que cedessem as dependências do palácio para uma festinha de aniversário. É tudo uma questão de aplomb ou de elegância.A propósito de aplomb, é bom lembrar que pombal é o anagrama do vocábulo e que, quando fomos para lá para instalar o que não se fez mais, as pombas eram donas do pedaço e que A gare estava tomada por fezes e mal cheiro. Fomos cruéis. Quem se der ao trabalho de olhar para cima, na gare, vai ver umas agulhas compridas e pontudas ali fixadas para impedir que as pombas continuassem a morar na estação sem pagar aluguel, coisa que os aniversariantes endinheirados da província deveriam fazer ao solicitar o uso do salão de festas da estação, ou então transferir para o cofre da FAFICA um óbulo que lhe desse fôlego para mais um tempo. Já não se fazem mais miliardários como antigamente. Quanto ao atual secretário, aposto como ele deve confundir a Vênus de Samotrácia com algum preservativo.


Comércio

Supermercados se reúnem para aderir a “sustentabilidade”

Na tarde desta segunda-feira, supermercados de Catanduva se reuniram, na sede da Associação Comercial e Empresarial, para discutir a questão da sustentabilidade que gira em torno do uso das sacolas plásticas convencionais (usadas atualmente em todos os estabelecimentos comerciais).

A Apas (Associação Paulistas dos Supermercados) está fazendo campanha para que todos os supermercados parem no dia 25 de janeiro. A cidade de São José do Rio Preto já aderiu e deve encerrar o uso das sacolas plásticas já nesta quarta-feira.

Estiveram presentes representantes de 8 supermercados de Catanduva: Maranhão, Extra, Ricoy, Antunes, Paulista, Aliança, Santa Rita, Bugança e inclusive a presença da Cocam.

Nova reunião foi marcada para o dia 1° de fevereiro, na sede da Associação, às 15 horas. “Gostaríamos de convidar a todos os segmentos que fazem uso das sacolas plásticas, não só os supermercados, mas sim, todas as lojas de varejo para estarem presentes neste dia na ACE para acompanhar os detalhes de toda essa transação”, convidou o presidente da Associação, Alex Tomazini.

O objetivo da reunião é fazer com que todos tomem ciência sobre a importância desta campanha de sustentabilidade. Segundo o gerente de Marketing do Supermercado Maranhão, Alexandre Franco de Carvalho, “a proporção da poluição dessas sacolas plásticas é do tamanho de cinco países”, afirmou.

A partir do dia 27 de fevereiro, os supermercados Maranhão, Antunes, Ricoy e Extra estarão encerrando o uso das sacolas plásticas e colocando a disposição as sacolas retornáveis (tecido), as sacolas de compostagem (feitas com os bagaços do milho e da cana-de-açúcar), além das caixas de papelão. “Os estabelecimentos que quiserem aderir a campanha no dia 27 são todos bem vindos”, afirmou José Stecca, diretor executivo de varejo do Supermercado Maranhão.

Compostagem

As sacolas de compostagem são adquiridas pelos supermercados pelo valor de R$0,19 e serão repassadas a este mesmo valor para os consumidores. Estas sacolas são reutilizáveis por no mínimo cinco vezes.

Reunião

A Associação Comercial e Empresarial de Catanduva conta com a presença de todos os segmentos comerciais que fazem uso das sacolas plásticas para participarem da reunião “Catanduva rumo a sustentabilidade”, no dia 1° de fevereiro, às 15 horas, na rua Alagoas, 137.

Texto e foto: Assessoria de imprensa ACE


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Fonte: Google


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