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Arthur Godoy Júnior
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Política Integrantes e "colaboradores" da Cultura apostam no "jeitinho catanduvense" e já falam que CEI não irá vingar
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Lei da Palmada
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Seria interessante que o pessoal que mora no Agudo Romão enviassem para o valor que pagam de IPTU, e agora estão reclamando, todos votaram no atual prefeito, chorando o leite derramado, aguenta!
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LEITOR - Como o povo de catanduva poderá pagar o aumento da passagem de onibus ganhando o que ganham, alguma autoridade ja foi ate ao terminal urbano, ja viu as condições que o povo de Catanduva esta sujeito todos os dias?
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Política Integrantes e "colaboradores" da Cultura apostam no "jeitinho catanduvense" e já falam que CEI não irá vingar
No próximo dia 7 de fevereiro, terça-feira, a Câmara Municipal de Catanduva retoma seus trabalhos em plenário, e na primeira sessão já discutirá a criação de uma Comissão Especial de Vereadores que irá investigar toda a Secretaria da Cultura, desde acervo abandonado até contratos realizados com entidades, associações e "colaboradores eventuais". O pedido de criação da CEV é do vereador Vagner Bersa (PPS), e tem o apoio de outros membros do legislativo. Porém, já existe um trabalho nos bastidores políticos para que o pedido de abertura da comissão naufrague.
Lei Federal - Educação Promotoria, partidos políticos e Simcat conversarão com membros do governo
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Na próxima terça-feira, 31, acontece na Promotoria Pública de Catanduva uma reunião entre os partidos políticos PMN e PSOL, o Simcat, o promotor Ademir Perez e membros do governo municipal. Eles debaterão a aplicação da Lei Federal 11.738/08, que trata da atribuição de aulas e piso salarial dos professores. Na semana passada, os partidos entraram com duas ações na Justiça exigindo a aplicação imediata da Lei, assinada por Lula em 2008, e que determina que os Estados e Municípios concedam aos professores tempo fora da sala de aula para atividades complementares.
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O anúncio feito pelo Ministério Público e por integrantes dos partidos políticos de que irão realizar uma reunião com membros do governo municipal para discutir a aplicação da lei de carga horária dos professores pode parecer, a princípio, uma boa vontade de negociar. Mas, a nosso ver, não passa de um triste capítulo de um teatro já visto por este Brasil afora, com o final já conhecido por todos: pizza.
Humberto Giovanini
Conta-se na história de Catanduva que há tempos o cidadão não podia soltar um pum que a luz apagava.
Pois bem, resolveram os cidadãos por fogo naquela porcaria. Tiros para todos os lados.
Cidade Agudo Romão: um bairro maltratado até mesmo pelos próprios moradores
Muitas vezes, a população reclama do poder público. Em outras, o poder público exerce a sua força fiscalizadora para punir a população. E quanto população e poder público abandonam a situação? Este parece ser o caso do bairro Agudo Romão, onde prefeitura não fiscaliza, não toma conta, e os moradores auxiliam na degradação ao desrespeitar claramente todas as leis.
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![]() 1972, um ano que mal começou
![]() No dia 30 de junho de 1972, o prefeito João Righini assinou a lei no. 1290 que propunha a criação dum fundo de bolsas de estudo da FAFICA destinado a “alunos carentes de recursos econômicos e que possuem bom rendimento escolar no período de isenção”.Carentes, porém inteligentes!Para que tal fundo fosse capaz de administrar de fato a questão premente da concessão de bolsas, a lei previa que parte dos recursos viria da doação de particulares e empresas.Nunca tive qualquer informação de que alguém fosse procurar empresários ou particulares em nome da faculdade para que o numerário repassado quitasse a dívida dos alunos pobres. Há 40 anos, inventamos o pró-uni de forma estapafúrdia. Num dia desses, talvez no próximo ano, a Secretaria da cultura deveria encomendar aos futuros alunos de História pesquisa remunerada de leis que, anunciadas com pompa, fogos e circunstância, não saíram do fundo da gaveta, ou então que, depois dum primeiro ensaio tímido, não puseram mais a cara fora de casa. Quarenta anos depois, o aluno remediado disposto a candidatar-se a um dos cursos da instituição e que, por falta de recursos não pôde fazê-lo, virou aposentado da previdência descrente de livros e o conhecimento do mundo.Os livros que se danem e, assim danados, exilaram a FAFICA para o ermo do matagal da Washington Luís. O que do cinema diria esse idoso , cujas salas, na época, eram 4 além do cineclube? Três meses e meio depois da bolsa vazia da faculdade, estreou em Nova York, em 14 de outubro de 1972, O último tango de Paris que, na ácida declaração do diretor Bernardo Bertolucci, fez de Marlon Brando “a gang and a pimp”, quer dizer, “gângster e cafetão”. Cafetão da atriz Maria Schneider que contracenou com o grande ator norte-americano e que, depois do filme, perdeu rumo e juízo. Os personagens Jeanne e Paul topam-se, por acaso, num apartamento de aluguel. Deprimido pela morte da mulher suicida, Paul/Marlon Brando propõe que cada um deles deveria continuar ignorando tudo sobre o outro, até mesmo o nome. É possível que esse anonimato inaugurasse um modo de ser e viver em que os enfarados do mundo quisessem fugir do espelho e de suas identidades persecutórias.Kael escreveu: “The necessity for isolation from the world is, of course,his, not hers. He demands total subservience to his sexual wishes”, quer dizer, “A necessidade de isolamento do mundo é, de fato, dele e não dela. Ele exige subserviência total para seus desejos sexuais.” Brando lhe propõe até mesmo que vomite como prova de amor por ele. Ela o faz de bom grado, porque o amor, muitas vezes, é porco. Quem está aí, perguntou o gigante Polifeno a Ulisses na caverna, ao que o navegador respondeu “ninguém” para continuar ileso. Apesar disso, Jeanne e Paul machucaram-se bastante com a sequência do estupro sodomizado. Schneider declarou que Marlon Brando a sodomizara de fato com a manteiga usada como lubrificante anal. Nunca mais os fãs olharam com os mesmos olhos para um pote de margarina.O BBB da Globo encena e reencena O último tango sob edredons e no chuveiro. Se é verdade que a televisão nacional faz de tudo para que os brasileiros regridam aos tempos da caverna, o cinema de outros tempos nos ensinava a ver com clareza os fatos do presente a fim de nos preparar para o futuro.Nós sodomizamos crianças. Na visão da grande crítica de cinema Pauline Kael, O último tango mudou tanto a nossa concepção de sexo quanto o modo como os cineastas tratam as questões de alcova. Kael redigiu 3645 palavras sobre o filme para a revista New Yorker. No dia seguinte ao da estréia de O último tango, o Diário oficial do Estado publicou documento de criação do Lar Betânia (Rua Santa Catarina, 655) para “dar assistência às pessoas desamparadas sem distinção de raça, cor ou credo religioso, angariar recursos para a fundação e a manutenção de abrigo para a velhice, cuidar de famílias e menores desamparados”. Como se vê, as ações particulares mimetizam desatinos oficiais e ambos terminam na vala comum dos projetos abortados. O número de desamparados cresce a cada dia. A diretora belga de cinema Agnès Varda colaborou com o roteiro do filme de Bertolucci cuja dramaticidade disse ela ter sido inspirada na morte de Jim Morrison. Música,cinema, teatro, dança,escultura, pintura são expressões de Cultura e a Cultura serve à reeducação do olhar. CTV tateia no escuro sem Braille e bengala. A atriz Rita Guedes nasceu em janeiro de 1972 e, nos dois anos seguintes, 1973 e 1974, Onílson Pátero jurou de pés juntos que fora abduzido por condutores de disco voador na região. Se foi a Marte, não soubemos. Os discos são velozes e caminham acima das nuvens. Sempre fomos nefelibatas porque as nuvens estão altas e mudam de configuração o tempo todo.
Faltou aplomb à cultura local
![]() Quando menino, morei na Praça da República, ao lado do cinema. Na Esquina do Pecado, desfilava a discreta população da cidade. Quando o homem rico voltou da Europa, um mês depois da partida, amigos e curiosos o cercaram no café para saber dele como eram as coisas por lá ou se ele havia gostado do passeio. Meio desenxabido, ele respondeu que não havia gostado de nada porque “lá só havia prédios”. Quer dizer que nem o tamanho de Versailles chamou a atenção da criatura. Versailles foi a casa de Luís XV e hoje é um dos maiores museus do mundo. Caso Luís XV ou Maria Antonieta fossem ressuscitados por algum mágico, duvido que solicitassem a Sarkozy ou à sua charmosíssíma mulher, a modelo Carla Bruni, que cedessem as dependências do palácio para uma festinha de aniversário. É tudo uma questão de aplomb ou de elegância.A propósito de aplomb, é bom lembrar que pombal é o anagrama do vocábulo e que, quando fomos para lá para instalar o que não se fez mais, as pombas eram donas do pedaço e que A gare estava tomada por fezes e mal cheiro. Fomos cruéis. Quem se der ao trabalho de olhar para cima, na gare, vai ver umas agulhas compridas e pontudas ali fixadas para impedir que as pombas continuassem a morar na estação sem pagar aluguel, coisa que os aniversariantes endinheirados da província deveriam fazer ao solicitar o uso do salão de festas da estação, ou então transferir para o cofre da FAFICA um óbulo que lhe desse fôlego para mais um tempo. Já não se fazem mais miliardários como antigamente. Quanto ao atual secretário, aposto como ele deve confundir a Vênus de Samotrácia com algum preservativo.
![]() Comércio
Supermercados se reúnem para aderir a “sustentabilidade”
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Na tarde desta segunda-feira, supermercados de Catanduva se reuniram, na sede da Associação Comercial e Empresarial, para discutir a questão da sustentabilidade que gira em torno do uso das sacolas plásticas convencionais (usadas atualmente em todos os estabelecimentos comerciais).
Texto e foto: Assessoria de imprensa ACE
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- Apaguei.
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Fonte: Google
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