www.passandoalimpo.com

Arthur Godoy Júnior

arthur007@uol.com.br

Telefone e WhatsApp (11) 99118-5007


São Paulo, 18 de agosto de 2018

Atualizado às 14h05

online


A notícia mais importante desta atualização

Empresários confirmam compra de concreto da Concrecat, uso em obras da prefeitura e que sabiam que o dono da empresa era secretário de governo

Todos os detalhes, logo abaixo...




Boa tarde, Arthur.

Peguei seu contato com pessoas de confiança.

Gostaria de não ter meu nome divulgado, pois estou no estágio probatório.

A prefeitura não tem disponibilizado luva para as berçaristas da rede municipal. Algumas escolas orientaram, inclusive, a "sermos criativas" e as "nos virar".

Na escola que estou, as luvas terminaram há mais de uma semana.

Isso é um risco para o berçarista, que coloca diretamente a mão nas fezes da criança.

Obrigado pela atenção.

DO EDITOR - Sugiro às berçaristas serem criativas e entregarem as crianças "com o pacote cheio" para as diretoras que deram essa lamentável orientação para que elas também possam desenvolver a "criatividade" numa situação dessas.

Grato pela mensagem. (Arthur)

Mande seu recado, sua reclamação, sugestão, ajude a sua cidade. O e-mail para contato é arthur007@uol.com.br. Você pode clicar no link acima e escrever seu comentário.


Em nome do Pai, do Filho, do Espírito Santo e também do dinheiro ganho com a cartolagem e corretagem de atletas.

Você, amigo leitor, pode colaborar enviando imagens para arthur007@uol.com.br ou para o WhatsApp (11) 99118-5007.



WhatsApp - (11) 9 9118-5007



http://twitter.com/arthurgodoyjr



PASSANDO A LIMPO NO FACEBOOK - CLIQUE AQUI E CURTA


- Empresários ouvidos na CEI da Gang do Concreto confirmaram que participaram de licitações da prefeitura municipal, ganharam as obras, compraram concreto da Concrecat e tinham conhecimento que Alfredo Minervino Neto era secretário e superintendente da SAEC no governo Macchione. Eles confirmaram ainda que realizaram obras para a SAEC.

- Os depoimentos aconteceram na tarde de sexta-feira, 17, e tiveram momentos de tensão. Principalmente no começo, quando o presidente da CEI, Maurício Gouvea quis ampliar os pedidos realizados para a Concrecat. Os vereadores da base aliada, Nilton Cândido, Luis Pereira, Ivan Bernardi e Cidimar Porto tentaram intervir, alegando que a matéria já havia sido deliberada.

- Os vereadores macchionistas não gostaram da vinculação entre as investigações da CEI e do inquérito aberto pelo Ministério Público que apura as mesmas denúncias e a possibilidade de outras empresas fazerem parte de um esquema que estaria atuando em diversas regiões do Estado. Luis Pereira argumentou que posteriormente, se fosse o caso, a CEI poderá pedir provas emprestadas ao Ministério Público. Nilton Cândido, sem ter certeza, disse que a investigação do Ministério Pùblico corre sob segredo de Justiça.

- Apesar de Pereira, Porto, Ivan Bernardi e Nilton Cândido tentarem impedir que a CEI solicitasse todas as cópias de contrato e notas fiscais da Concrecat, foram votos vencidos. Os demais vereadores da comissão, inclusive Onofre Baraldi, votaram a favor do envio de ofício exigindo o encaminhamento de todos os documento.

- Nos depoimentos, propriamente ditos, todos os empresários ouvidos confirmaram que realmente ganharam licitações, prestaram serviços, compraram concreto da Concrecat e que tinham conhecimento que Minervino era dono da empresa e atuava no primeiro escalão do governo Macchione.

- Por outro lado, todos negaram ter sofrido influência direta, ou indireta, para a compra do concreto da empresa do secretário.

- “Os depoimentos foram de extrema importância para a sequência das investigações. Eles confirmaram que todas as empresas compraram concreto da empresa de Neto Minervino e utilizaram nas obras públicas municipais. Segundo o parecer da empresa Governet, que presta consultoria à Câmara, a prática seria considerada ilegal, pois vai contra o que determina a Lei de Licitações, além de não observar os princípios da moralidade e impessoalidade”, disse Gouvea.

- Dos cinco empresários convidados, dois faltaram.

- A próxima sessão de depoimentos acontece no dia 31, também uma sexta-feira.

- Para resumir o caso. Alfredo Minervino foi Superintendente da SAEC e secretário de Obras do governo Macchione. No período em que esteve comandando estas pastas, a prefeitura realizou licitações. As empresas que ganharam acabaram comprando concreto da empresa do secretário, que estava no cargo. A Câmara recebeu denúncia que os empresários estariam sendo forçados a comprar o concreto da Concrecat, sob pena de não ganharem as licitações. Com a denúncia, foi instaurada a CEI.

A cada atualização, esta coluna receberá novos comentários e informações. Colabore enviando seu e-mail para arthur007@uol.com.br, com o título "Na Ponta da Pauta". Após recebermos a informação, realizaremos a checagem e publicação. Sigilo absoluto. Passando a Limpo: é você quem faz!


Opinião

Passarinho fora da gaiola não abre o bico...

Arthur Godoy Júnior

Diz o velho ditado que "passarinho dentro da gaiola não canta". Acreditar que empresários, empreiteiros e qualquer coisa parecida do ramo da construção civil possam iniciar uma delação de extorsão ou acordo velado é ter muita crença numa civilidade humana que não existe. O ser humano, na maioria das vezes, se move apenas por seu interesse pessoal. Se lá no passado houve um acordo para se ganhar uma licitação - desde que fosse contratada a empresa do então secretário - não será numa CEI ou audiência na promotoria que os nossos senhores do concreto irão dizer algo. Vale registrar que só confirmaram aquilo que era de fácil comprovação. Na confrontação de notas e serviços, a Concrecat aparece fornecendo material. Negar isso seria o mesmo que assinar um falso testemunho.

Na Operação Lava Jato muito se desnudou com a prática da prisão provisória e depois preventiva. Atrás das grades, ou com a tornozeleira eletrônica, o ser humano pensa melhor. Ao assistir o sol nascer quadrado, sei lá, dá uma vontade louca de dizer a verdade, de colaborar com a Justiça, de ser brasileiro. Numa audiência simples, não podemos esperar grande coisa. Porém, nem tudo está perdido, muito pelo contrário. Pela primeira vez estamos discutindo de forma transparente os bastidores de governos e acordos. Do mesmo modo que os empresários não puderam negar o óbvio, a constatação de que a empresa do então secretário ou superintendente da SAEC estava fornecendo material - concreto - para as construtoras é prova mais do que concreta (me desculpem o trocadilho) para a abertura de uma ação ou processo por improbidade administrativa. Ao confirmarem que tinham conhecimento que o fornecedor era o secretário, nossos pobros empresários, confessaram de modo indireto que participavam de um esquema, em que alguém ligado ao governo ganhava com a abertura e realização das tais licitações.

Como a indicação de um cargo de confiança é do prefeito e em sã consciência Afonso Macchione não poderá alegar desconhecer que seu secretário - braço direito - era dono de uma fornecedora de concreto, corre o risco de ser responsabilizado administrativamente, civilmente e quem sabe - no desdobrar das investigações - criminalmente.

O grupo de vereadores que tenta dar sustentação ao prefeito - Niltão, Cidimar Porto, Ivan Bernardi e Luis Pereira - não está conseguindo barrar os trabalhos da CEI. Realmente, com a abertura de um processo por parte do Ministério Público a Comissão vai se fortalecendo. Se o ex-secretário tentar evitar o envio de documentos para a promotoria e também para a comissão corre o risco de acordar pela manhã com um mandado de busca e apreensão dentro de sua empresa. O mesmo serve para os empresários, que de papel de vítima podem atravessar a rua e assumirem a condição de cúmplices.

Se a lógica se manter, dentro em breve é capaz do prefeito alegar que sequer conhecia o secretário. Foi mais ou menos assim com aquela história do fornecimento de palmeiras por parte do marido de um secretária. O mundo dá voltas e muitas vezes a história se repete.

E mais uma vez, quem pagou a conta foi o contribuinte.

Meu nome é Arthur Godoy.

Este é o site Passando a Limpo, atualizado diretamente de São Paulo.

E amigos leitores, fiquem bem. Onde quer que vocês estejam...


- Acontece nesta sexta sexta-feira a partir das 15 horas, a primeira audiência da CEI - Comissão Especial de Inquérito, que investiga suposta existência de favorecimento de empresa, no fornecimento de concreto para obras públicas no município.

- Durante a reunião da comissão, realizada na terça-feira 31 de julho, os vereadores decidiram pela convocação de cinco empresas para o 1º dia de depoimentos.

- “Nesta sexta-feira, 17 de agosto, acontecerá a primeira oitiva, na qual cinco empresas, comparecerão para esclarecer sobre o suposto favorecimento, a audiência está aberta para imprensa de Catanduva e região e para o público em geral, e também será transmitido ao vivo pelo Facebook da Câmara, para que toda população possa acompanhar os trabalhos desenvolvidos pela CEI”, disse o presidente da Comissão, Maurício Gouvea.

- O problema será conseguir fazer os empresários falarem. Nos bastidores, o ex-prefeito Carlos Eduardo, que nas primeiras gestões de Afonso Macchione realizou contrato com a prefeitura já avisou que não irá falar nada. Porém, outros empresários - pelo menos aqueles que já mantiveram contato com Maurício Gouvea aceitem revelar conversas que manteve com o então secretário de Obras, Alfredo Minervino Neto.

- A CEI da Gangue do Concreto foi fortalecida após o Ministério Público abrir uma ação para investigar o caso. A Concrecat, empresa de Minervino, já se negou a fornecer cópias de documentos para a CEI. A empresa alega que fornecer cópias de notas de fornecimento quebra o sigilo entre as empresas.

- Aliás, já ouvimos falar em sigilo bancário. Mas sigilo entre empresas? Ainda mais se tratando de obra pública?

- Pelo sim, pelo não, a Concrecat não poderá se negar a enviar os documentos à promotoria. Assim, a CEI poderá obter as cópias que deseja.

- O prefeito Afonso Macchione e sua gestão estão sendo investigados em duas CEIs. Nesta, do concreto e também naquela do Empreendimento Alta Vista.

- Desde ontem, dia 16, os candidatos estão liberados para campanha eleitoral. O site Passando a Limpo vai iniciar, a partir dos próximos dias, entrevistas e apresentação de perfil de todos os candidatos interessados. A divulgação deste material é absolutamente gratuita e vai seguir as regras eleitorais. O espaço estará aberto a todos e em espaço idênticos.

- Candidatos e assessores devem entrar em contato com o site Passando a Limpo pelos canais disponíveis.

- A prefeitura de Catanduva confirmou que já irá começar as obras - assim que as licitações estiverem encerradas - para a canalização do Rio São Domingos. Na primeira etapa serão investidos R$ 3 milhões.

- Na próxima terça-feira, 21, os vereadores aprovarão em caráter definitivo o tombamento do Viaduto da rua Sete de Setembro. O prefeito Afonso Macchione já avisou que vetará a proposta.

- Após enfrentar cobras e lagartos por conta do golpe que a Cobap sofreu com a venda para seus associados de passagens para Roma, Warley Gonçalles decidiu descansar um pouco.

- Em Cancun.


- O vereador Maurício Gouvêa, do PV, fez uman grave denúncia na tribuna do legislativo. A tão aclamada "indústria da multa", surgiu em forma de uma notificação a um motorista catanduvense. Ele foi multado por passar o sinal vermelho em semáforo localizado nas esquinas da rua Terezinha com 13 de Maio.

- Mas existe apenas um detalhe, um pequeno porém: nesta esquina não existe semáforo algum. Ou seja, quem multou ou estava dormindo - já que a multa aconteceu no final da noite - ou quis fazer uma produção. Mas se deu mal.

- No telão do legislativo, Gouvêa mostrou a multa, o horário, a localização, e disse ainda que o governo era maldoso.

- Ele espera que esse absurdo seja revisto pela JARI.

- Os vereadores da Câmara Municipal de Catanduva aprovaram na noite desta terça-feira, 14, projeto de Lei de Wilson Paraná que tomba historicamente o Viaduto da Rua Sete de Setembro, impedindo que o local seja derrubado. O projeto foi aprovado por maioria. Luis Pereira, do PSDB, e Cidimar Porto, do MDB, votaram contra o tombamento. Pereira tentou de todas as maneiras convencer os vereadores a adiarem a decisão, chegando a alegar que no local existe um perigo para a segurança da população. Cidimar Porto alegou que não é atribuição da Câmara Municipal este tipo de decisão.

- Luis Pereira, em seus argumentos, chegou a sugerir que a RUMO possa apresentar um projeto que mantenha a via da rua Sete de Setembro, implementando uma estrutura moderna. Porém, seus argumentos foram desconsiderados pelos vereadores.

- Na hora do voto, apenas os dois vereadores da base aliada votaram contra o tombamento.

- Cidimar Porto - em sua fala - disse que o caso da derrubada do viaduto está na Justiça, e explicou que não haverá vagões duplos, mas alguns que serão colocados em cima de carretas. Para o vereador do MDB, as carretas são mais flexíveis, evitando o descarrilhamento. Por outro lado, a altura é maior. Porto disse ainda que existe "uma preocupação grande" com sua pessoa, nas redes sociais e na própria Câmara Municipal. Chegou a sugerir que alguém estaria ganhando algo por lhe criticar.

- E reafirmou que o tombamento é de responsabilidade do Conselho Histórico. Pela lógica do vereador, o prefeito Afonso Macchione deve votar o tombamento. Por outro lado, o veto deve ser derrubado pela Câmara Municipal.

- Para Luis Pereira, o tombamento do viaduto da Rua Sete de Setembro pode prejudicar o desenvolvimento de um futuro projeto da RUMO. Mas o pedido de adiamento da votação do vereador foi negado.

- O vereador Amarildo Davoli usou a tribuna para dizer que é a favor do tombamento, inclusive citando várias promessas da empresa RUMO que não foram cumpridas. Davoli disse que em cidades em que a empresa está realizando obras houve registro de acidentes, além de mortes.

- Até mesmo o vereador Nilton Cândido votou pelo tombamento do viaduto.

- A intenção do prefeito Afonso Macchione em canalizar o Rio São Domingos, usando dinheiro da SAEC, sem a autorização da Câmara Municipal poderá se transformar em uma briga judicial entre Legislativo e Executivo. A informação foi passada na manhã desta terça-feira por um vereador tido como da oposição. Segundo ele, caso o prefeito mantenha as licitações e tente iniciar as obras, não está descartada uma ação com pedido de liminar para interromper os trâmites.

- Segundo este vereador, a destinação de milhões de reais para a canalização do rio precisa ser autorizada pela Câmara, que vetou a proposta. "Se não precisasse da autorização o prefeito não teria enviado o pedido". Após o veto por parte do legislativo, o prefeito passou a publicar licitação para a contratação de empresa para a realização da canalização entre as ruas Ceará e São Paulo. O próprio prefeito declarou que o que for possível fazer sem a autorização do legislativo será feito.

- Para os vereadores, a canalização do rio não resolverá o problema das enchentes. O presidente da Câmara Municipal, Enfermeiro Ari, tem usado as redes sociais para usar uma fala do próprio prefeito Afonso Macchione onde diz que canalização é um embelezamento, aumenta um pouco o escoamento da água, mas não resolve o problema da canalização.

- A Câmara Municipal aprovou, há dois meses, proposta que autorizava o prefeito Afonso Macchione a usar o dinheiro de sobra da SAEC para o pagamento dos atrasados dos funcionários municipais. Para o prefeito e vereadores da situação, este dinheiro é "carimbado", não podendo ser usado a não ser para o saneamento básico.

- Por outro lado, a rede de amianto que abastece pelo menos 40 por cento da cidade - Centro, São Francisco e Higienópolis - continua intocada.

- Acontece nesta terça-feira, 14, o lançamento da Semana da Pessoa com Deficiência. Os debates serão realizados entre os dias 20 e 24. Serão utilizados diferentes espaços públicos, dentre eles a Praça 9 de Julho, o Conjunto Esportivo Anuar Pachá e a Câmara de Vereadores. Também receberão atividades o IMES, Unifipa, Fatec, Instituto Federal, Senac, Apae e Sincomerciários.

- A temperatura vai subir. O Ministério Público instaurou procedimento para investigar aquela história de esquema envolvendo empresa de concreto e os fornecedores da prefeitura. E mais: enquanto preparava a ação, a promotoria recebeu telefonema indicando que outras empresas, em cidades diferentes, seriam um braço do atual prefeito e seu ex-secretário de Obras para ganhar licitações em outras regiões.

- Segundo a denúncia, tudo isso na base da laranjada.

- Vale lembrar que a Concrecat, de propriedade de Alfredo Minervino Neto, se negou a enviar documentos para a CEI que tramita pela Câmara Municipal. No caso da promotoria, este artifício não poderá ser utilizado.

- A Concrecat alegou que o encaminhamento de notas fere o princípio do sigilo entre contratos de empresas. Caso a promotoria peça esta documentação, e já está pedindo, poderá haver a quebra de sigilo bancário e pessoal de todos os investigados. Isso, por ordem judicial.

- Apesar a prefeitura alegar que lava pelo menos três vezes por semana as praças do centro da cidade, comerciantes da região informam que o caminhão de limpeza passou uma vez só, na semana passada, e após algumas fotos, não foi mais visto.

- Enquanto isso, o passeio e os bancos das praças continuam fazendo a festa das aves que se acomodam diariamente nas árvores.

- A prefeitura está pagando mais R$ 43 mil para a empresa que concluiu as obras de construção da ponte da Matilat. O aditamento foi publicado nesta terça-feira, 14.

- Na última sessão da Câmara Municipal ocorreu um momento constrangedor. O presidente do legislativo, Enfermeiro Ari, estava dando alguns exemplos de situações que sem uma boa administração poderiam causar desgaste e lembrou uma medalha recebida pelo vereador Cidimar Porto, há alguns anos, por sua atuação no legislativo. Na época, Porto foi agraciado por um instituto que o apontou como um vereador diligente. Após citar isso, Enfermeiro Ari disse que há alguns dias, medalha semelhante, talvez do mesmo instituto, foi dada a um jumento.

- Por incrível que pareça, realmente um jumento ganhou uma medalha como político atuante. Cidimar Porto foi pego de surpresa com essa comparação e disse que não era um jumento. Enquanto os presentes gargalhavam, Enfermeiro Ari disse que todo mundo ali sabia que Cidimar Porto não era jumento, ressaltando as qualidades do vereador do MDB. Em uma sessão sem grandes novidades, essa foi a tônica das rodas de esquina no dia seguinte.

- Vale lembrar que Enfermeiro Ari e Cidimar Porto são adversários nas próximas eleições. Ambos disputam o eleitorado de deputado federal.

- Agora, vamos falar a verdade. Desde que Adão andava pelado pelo paraíso que surgem empresas oferecendo honrarias a políticos, comerciantes, industriais, e até cidades, em troca de um "apoio cultural". No caso do jumento, quem pagou o instituto quis desmoralizar a brincadeira.

- Na próxima terça-feira, a Câmara Municipal analisa três projetos do prefeito Afonso Macchione que pede autorização do legislativo para parcelar dívidas de 2016 com fornecedores. As dívidas seriam parceladas até o ano de 2020. Uma empresa de publicidade, um fornecedor de material e uma construtora precisam receber da administração. Contas ainda do tempo de Geraldo Vinholi.

- Por uma explicação que publicamos abaixo, o site Passando a Limpo é contra o parcelamento da dívida com a agência de publicidade.

- O deputado estadual Marco Vinholi vem obtendo destaque na imprensa estadual por buscar assinaturas para criar uma CEI que poderá apurar a utilização da máquina pública por parte do atual governador Márcio França em sua campanha.

- Marco Vinholi lidera os deputados do PSDB que estão abrindo artilharia para cima do governador.

- A prefeitura vai instalar quatro "lombofaixas" na avenida José Nelson Machado. Uma maravilha.

- O prefeito Afonso Macchione recorreu e ganhou. Assim, fica revogada a Lei que obrigava o Executivo a realizar audiências públicas para analisar e debater o reajuste do transporte coletivo na cidade. Também não há a necessidade de audiência pública para discutir o valor da zona azul.

- A administração revogou a licitação que previa a concessão do Recinto de Exposições.

- Neste domingo foi dia de político enviar mensagens de Feliz Dia dos Pais. Os telefones começaram a apitar logo cedo.


Divulgação gratuita



Colunismo mais que social tem nome e sobrenome:

Arlindo Gutemberg

PARA ENTRAR NA PÁGINA DE ARLINDO GUTEMBERG - NO FACEBUNDA - CLIQUE AQUI. DEPOIS, CURTA E SIGA. ATUALIZAÇÕES DIÁRIAS




PARA SABER MAIS INFORMAÇÕES DE CATANDUVA E REGIÃO:



Tempo e temperatura


Google


Atenção!

Para ter Passando a Limpo em seu órgão de informação, ou receber material editorial de Arthur Godoy Junior, entrar em contato com a direção do site pelos telefones, e-mail ou endereços citados nesta página. Consultorias em jornalismo e estratégias de informação também podem ser adquiridas pelo mesmo método.


ENTRE EM CONTATO

(017)

99119-2715

- Não precisa discar código de operadora. É direto!

ou...

(011) - 99118-5007

(011) - 2725-1346

E-mail: arthur007@uol.com.br


PODERES


Se você gostou deste site, acha que falta alguma coisa, colabore com a gente. Envie e-mail para arthur007@uol.com.br, ou telefone para (17) 99119-2715. Precisamos do seu apoio e incentivo, já que esta página é editada em São Paulo - S.P., a 385 km de Catanduva e região. Nossa intenção é informar, debater e ajudar. Mande suas informações, fotos, comentários. Ajude a manter este espaço. Agradecemos desde já. (Passando a Limpo)



Passando a Limpo é uma publicação on-line do jornalista Arthur Godoy Júnior (MTB 26.822) Endereço para contato: Rua Domingos Teotônio Jorge nr. 61 - Aricanduva - São Paulo - S.P, CEP 03904-040. Telefones: (17) 99119-2715, (0xx11) 2725-1346 e (0xx11) 99118-5007. E-mail: arthur007@uol.com.br - Hospedado na Locaweb - São Paulo. On-line desde 19/01/2003.