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Catanduva, 18 de julho de 2019

Atualizado às 13h30

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Administração

Marta encaminha projeto para isentar empresas de ônibus de pagamento de imposto

A prefeita Marta do Espírito Santo Lopes quer isentar empresas de ônibus que prestarem serviços na cidade do pagamento do Imposto Sobre Serviço de Qualquer Natureza (ISSQN). Ela encaminhou projeto de Lei neste sentido para ser apreciado pela Câmara Municipal. A prefeita alegou que com essa proposta pretende transformar a oferta de concessão de transporte coletivo mais atrativo para as empresas concorrentes na licitação que está sendo aberta.

Os vereadores ainda não estudaram o projeto. Porém, um detalhe: mesmo com a isenção proposta, a licitação está impondo teto de R$ 4,00 para a cobrança no valor da passagem. Assim, a empresa pode conseguir deixar de pagar o imposto e apresentar o preço do teto.

Nesta sexta-feira, os vereadores realizarão sessão extraordinária. A solicitação partiu da prefeitura, para que os parlamentares analisem "pacote" de medidas que - segundo o governo - seria para conseguir arrecadar fundos para viabilizar o pagamento dos atrasados do dissídio de 2015.



- No prazo de seis meses, a cidade de Catanduva está anunciando a terceira empresa de transporte coletivo para atendimento da população. Na quinta-feira, a prefeita Marta do Espírito Santo Lopes fechou contrato emergencial com a Auto Viação Suzano. No início de 2019 a cidade foi atendida pela Tambaú, atualmente é a Viação Sol e logo em seguida a Auto Viação Suzano. A tarifa permanece a mesma: R$ 4,00.

- Esta é a uma novela que se arrasta há mais de um ano e que acabou com a cassação de Afonso Macchione. Numa guerra com a Câmara Municipal, o ex-prefeito acabou sendo cassado. Os vereadores viram irregularidades na utilização de veículos que serviam à educação para o uso do transporte coletivo.

- A Suzano assume no dia 31 de julho. Segundo a prefeitura, todas as regras e itinerários serão mantidos. Idosos terão isenção apenas acima de 65 anos. Conforme contrato, deverão ser disponibilizados veículos do tipo convencional, sendo, no mínimo, 17 operacionais mais os reservas, todos com idade máxima de 10 anos de fabricação.Ela atende os municípios de Suzano, Santa Isabel, Arujá e Birigui. - - Apesar do silêncio nos meios políticos, os bastidores estão fervilhando. O momento agora é de negociar a dança das cadeiras dentro dos partidos. Obviamente, os mais interessados são os atuais vereadores que buscam partidos que possam garantir uma boa posição para as eleições de 2020.

- Para que o eleitor entenda, no ano que vem não será possível fazer coligação entre as legendas. Assim, os melhores colocados de cada sigla serão eleitos. Porém, para que o partido possa conseguir eleger um candidato terá que alcançar algo em torno de 5 mil votos no total.

- Então, os candidatos precisam estar em um grupo forte, mas não tão forte em que eles corram o risco de serem os segundos ou terceiros colocados.

- Dilema que nem o cinema sabe resolver.

- Luis Pereira continua no PSDB, firme e forte. Mas o restante dos vereadores deve negociar até a última hora.

- As reclamações continuam. Na manhã de sexta-feira, parte da cidade ficou sem energia elétrica. E a Energisa sequer informa os motivos.

- A temperatura deve aumentar. O Hospital Mahatma Gandhi encaminhou à Promotoria Pública cópia de pedido procedimento apuratório a respeito de Daniela Aguiar Belluci. Ela seria comissionada pela prefeitura e prestava serviços para o HMG. Depois que saiu da entidade, estaria se posicionando dentro do Conselho Municipal de Saúde contra a gestora da UPA.

- Assim, o Mahatma Gandhi encaminhou pedido para a prefeitura apurar esta situação. Preliminarmente, existe a possibilidade de Daniela ter recebido como comissionada da prefeitura e funcionária da gestora. Notas de prestação de serviço foram anexadas na denúncia.

- E no meio de tudo isso, o Conselho Municipal de Saúde, que é responsável pela fiscalização das contas - tanto da prefeitura quanto da gestora.

- Em reunião com vereadores, a prefeita Marta anunciou que não será candidata à reeleição. O nome que se cogita nos bastidores é o do secretário Fábio Manzano.

- Mas como na político tudo é dinâmico, Marta pode ser candidata à prefeita e Manzano a vereador.

- E surge a informação, ainda não confirmada, que Cidimar Porto estaria namorando uma vaga no PSL. Para alguns, o partido do presidente Jair Bolsonaro terá grande apelo nas próximas eleições. O próprio presidente deve participar das eleições regionais.

- Já foram melhores as relações entre o ex-superintendente da SAEC, Ricardo Hummel, e o grupo político ligado ao ex-prefeito Afonso Macchione.

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Opinião

Imagens de um novo tempo...

Arthur Godoy Júnior

Há duas semanas, a imprensa catanduvense publicou a informação que a prefeita Marta do Espírito Santo Lopes esteve em São Paulo, na companhia do secretário Fábio Manzano, e visitou algumas autoridades. Entre os visitados, o secretário de Desenvolvimento Regional do Estado de São Paulo, Marco Vinholi. O encontro teve inclusive fotos, e tratou a respeito da possibilidade do secretário intermediar verbas para Catanduva. Como lideranças políticas, trataram de vários temas ligados à administração pública. Vinholi prometeu colaborar com o que fosse possível. Hoje, na linha de poder do governo do Estado, Marco Vinholi é o nome forte. Está ombreado com o vice-governador, Rodrigo Garcia, além de ser presidente estadual do PSDB - indicação de João Dória.

A imprensa não deu destaque, mas uma semana após este encontro, a prefeita recebeu em seu gabinete o professor Antonio Flávio De Fázio. Foi um pedido do professor, atendido no mesmo dia. Ao lado de Fábio Manzano, por cerca de uma hora, a prefeita e o professor - que é um nome para lá de conhecido nos meios políticos - discutiram sobre administração e Catanduva. De Fázio apresentou algumas sugestões, falou sobre a educação, e após anos, pode voltar a entrar no gabinete municipal. Inclusive, o encontro foi registrado em fotos, distribuídas pelas redes sociais e publicada pelo Passando a Limpo.

Foram dois encontros, distintos, mas que têm os mesmos significados: o respeito e o diálogo de forças políticas antagônicas. Até o padre Albino sentado na Praça sabe que existe uma rivalidade quase pessoal entre o ex-prefeito Afonso Macchione e a família Vinholi. Já foram adversários nas urnas, e mesmo com Marco Vinholi galgando degraus políticos, como deputado, relator do orçamento do Estado, e agora secretário, Macchione não fez nenhuma questão em procurar o interlocutor maior do governo. Tentou um encontro com Rodrigo Garcia, que apesar da boa vontade, sabe que o encaminhamento de verbas para os municípios é com Marco Vinholi. O próprio governador João Dória já disse isso. Com um prefeito que deseja não dialogar com outras lideranças políticas, mesmo adversas, quem sofre é o município.

O padre Albino da praça, velho conhecido, também sabe que se um dia Afonso Macchione e Antonio Flávio De Fázio dividiram o mesmo balcão do Café da Esquina, isso não existe mais. Macchione chegou a processar o professor, alegando perseguição política. De Fázio teve que se aposentar, sob o risco de na administração Macchione sofrer sanções e perseguições administrativas. Nas eleições de 2016, estiveram juntos na mesma coligação, mas tão logo assumiu o então prefeito varreu para baixo do tapete todas as promessas realizadas na área da educação. Por ironia do destino, De Fázio foi o autor do pedido de investigação que culminou numa Comissão Processante que veio a cassar o ex-prefeito. Se você é espírita, pode acreditar que De Fázio e Macchione estão se pegando desde que Adão comeu a maça, e pelo jeito, algumas centenas de anos passarão até que uma das duas almas possa descansar em paz. Jamais, Macchione iria receber De Fázio em seu gabinete.

Ser político é antes de mais nada ter que engolir alguns sapos por um bem maior. É saber dialogar, entender as diferenças, encontrar as convergências e buscar, nesta união, um objetivo maior que mesquinharias eleitorais. Já fui processado por este ou aquele, já me xingaram em plena Câmara Municipal. Mesmo assim, como palavras escritas na areia da praia, tudo isso desaparece. Não é sinal de fraqueza, mas de compreensão que a política - como uma ciência social - precisa de diálogo. Sem isso, não há qualquer resultado prático, e sem este resultado quem acaba pagando o pato é a população, o eleitor, o leitor, enfim, o cidadão que espera ser representado por pessoas de bem.

Estão de parabéns a prefeita Marta, o secretário Marco, o professor De Fázio, o secretário Fábio Manzano, e todos aqueles que estão dispostos a conversar. Estão de parabéns todas as pessoas que sabem que eleição é uma coisa, administração é outra. Temos que ser como torcedores adversários do bem. No jogo, muita luta e gritaria. Mas depois, sentar, conversar, falar sobre o resultado, os lances polêmicos e ir para casa com a sensação de dever cumprido.

Isso, senhores, é a boa política. Isso, senhores, é a civilidade pública.

Quem não entendeu isso, foi cassado.

Meu nome é Arthur Godoy Júnior.

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Artigo

No 32, quem não doou a aliança de casamento virou salame ou foi pescar no Rio da Onça

Luiz Roberto Benatti

A revolução constitucionalista deveria ter sido repensada como ocorrência bélica que andou à ré, quando muita gente, ingênua ou cheia de esperteza, pôs fé no pesadelo de desatrelar SP do corpo da Nação, ou então poder enfrentar a marinha, o exército e a aeronáutica de Vargas e triunfar. Quanto mais estapafúrdia a idéia, tanto mais poderá vir a ser aceita por adeptos do fragor das batalhas e a carnificina. Davi e Golias: em lugar da funda, matraca do vendedor de doce de gergelim; em lugar da metralhadora, ruído do motor de motocicleta, provavelmente sucata alemã da guerra. Como o nosso imaginário bélico não soube reproduzir a guerra norte-americana da secessão, muitos de nós foram para Cunha, certos de que, do outro lado do túnel da Mantiqueira, alcançaríamos Resende, para depois invadir o Rio de Janeiro. Saudosos dos antigos dias de glória e café, os campineiros empobrecidos levaram nos ombros os fuzis belgas, há décadas em desuso. O 32, como o 64, nasceu da leitura dos búzios num escritório da classe rica paulistana e, por osmose, espalhou-se pelo Estado, em cujas pequenas e médias cidades recrutou músicos, padeiros, funileiros, enfermeiras, jogadores de futebol, brancos, negros e pardos, certos de que iríamos lutar não só para resistir à ditadura de Vargas, como para dar a São Paulo um grande destino. Ex-ministro de finanças, Getúlio adiantou o relógio atrasado da economia capitalista. Uma coisa é estufar o peito e cantar vitória antes do tempo, outra é saber quem irá servir de bucha de canhão. Como tudo custa dinheiro, de repente um cérebro privilegiado - Pedro de Toledo, talvez - reinventou a pólvora para comprar pólvora e disse que teríamos de arrecadar alianças de casamento, trocadas que foram por anéis de latão, onde se gravou frase digna dos acontecimentos sublimes: "Doei para o bem de SP", quer dizer, meu casamento pelo meu passamento. Uma aliança, duas, cem, 7o mil, ou 450 quilos de ouro, contabilizados pelo Tesouro do Estado. Total em moeda: 6.648:499$010 que se lêem como seis mil e seiscentos e quarenta e oito contos quatrocentos e noventa e nove mil e dez réis. Caso você converta isso tudo para o atual valor do grama de ouro de 18 quilates, encontrará a bagatela de 3 milhões e oitocentos mil reais. O que não se gastou com a batalha, virou o "Edifício do ouro para o bem de SP", erguido no Largo da Misericórdia, logradouro de nome lapidar para o 32. A construção é kitsch, portanto reveladora da mentalidade retrógrada tanto dos entusiastas quanto dos descrentes que se mantiveram quietos, ainda que pudessem ter criticado o desatino. As firulas arquitetônicas à esquerda foram inspiradas nas alianças e, na fachada, tremula a bandeira paulista. Se o Vale do Paraíba foi o nosso Marne ou palco de batalha do 32, alguém de Catanduva lutou em Cunha ou atravessou o túnel da Mantiqueira? Trouxe fotografia? O que é que Antônio Ortega fazia pelos lados de Casa Branca? Foi enterrado em cova rasa? Quem o exumou? Caso não tenha sido morto por tiro, que doença do fígado o matou? Fígado gorduroso? Carência alimentar, já que era pobre e estava desempregado? Sofria ele de cirrose hepática? Pelo menos para nós o 32 foi aquilo que jamais se deu.


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