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Arthur Godoy Júnior

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LEITORES ON LINE


São Paulo, 23 de julho de 2015

No momento, longe daqui...



- Estamos entrando em férias. No período de 24 de julho a 03 de agosto, o site Passando a Limpo não será atualizado. Em 12 anos de existência, esta é a segunda vez que paramos tudo para recarregar as energias.

- Agradecemos a compreensão dos leitores.

A cada atualização, esta coluna receberá novos comentários e informações. Colabore enviando seu e-mail para arthur007@uol.com.br, com o título "Na Ponta da Pauta". Após recebermos a informação, realizaremos a checagem e publicação. Sigilo absoluto. Passando a Limpo: é você quem faz!








De que adianta lixeiras nas ruas, gasto esse com dinheiro de impostos da população, se a empresa Monte Azul não recolhe o lixo e a prefeitura não fiscaliza?

Como sempre sobra para a população que depois é chamada de porca!!!!


É só clicar

Aviso aos navegantes.

Por favor, não tentem me convencer que o aumento na tarifa de ônibus, em Catanduva, foi justo e que o governo nada poderia fazer. Não tentem agredir minha inteligência. Sou totalmente contra esse aumento, se tiver um jeito de reverter, estarei apoiando, e digo mais: o serviço oferecido é abaixo do minimamente aceitável. Quem duvidar que tente andar de ônibus pela cidade.

O sistema de transporte na cidade é um lixo, a começar dos taxistas que não ligam o taxímetro, dos moto-táxis irresponsáveis, da falta de estrutura e fiscalização da empresa que presta o tal desserviço. É uma vergonha o que o catanduvense está assistindo, uma falta de respeito com o trabalhador, com os estudantes, com as pessoas mais carentes que precisam do transporte.

Se a empresa não estiver satisfeita, que pegue o boné e abra caminho para uma nova licitação. E o governo - que vai se transformando de popular a empresarial - deve lembrar que existe para o povo e não para empresários - seja quem for.

Um momento de luto para a cidade.

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Entrevista - Marco Vinholi

"Estamos deixando Catanduva melhor do que foi recebida."

Passando a Limpo - Você tem sido alvo de constantes ataques da Deputada Beth Sahão. Ao que você credita o motivo desses ataques?

Marco Vinholi - Avalio que a Deputada têm seus motivos, e deve ter dados que indicam a necessidade dessa prática. Cada um trabalha com seu modus operandi, sua estratégia. Acredito que a população não têm grande interesse pelo debate político pequeno, como se fosse uma disputa de futebol, onde um perde e outro ganha. Acredito que política, hoje mais do que nunca, é apresentar resultados acima de tudo, e é isso que eu faço. Utilizei essa tese na eleição para Deputado Estadual, obtive 67.570 votos e fui o candidato de Catanduva com o maior número de votos, portanto acredito que foi bem aceita.

Passando a Limpo - A principal reclamação da deputada é que você estaria participando de eventos em Catanduva ...

Marco Vinholi - Participo sim, sempre que posso, estranho seria se não participasse. O meu trabalho na Secretaria de Desenvolvimento Social envolve essa interlocução com as prefeituras, organizações e sociedade civil como um todo. É fundamental essa articulação para o Estado. Tenho visitado dezenas de prefeituras e municípios, e Catanduva não poderia ser diferente. Alías, Catanduva é referência em vários aspectos. Tem o conjunto dos aparelhos do Desenvolvimento Social: Cras, Creas, Centro POP. Tenho orientado Catanduva e as cidades da região em tudo que posso para que tenha melhora nos índices sociais e possa ter cada vez mais acesso aos programas do Governo do Estado.

Passando a Limpo - A Deputada também alega que você opina sobre os assuntos de Catanduva, e que deveria se restringir a opinar sobre o Viva Leite e parar de tirar leite de criancinhas.

Marco Vinholi - Interessante essa opinião. Eu respeito o direito de todos darem sua opinião, isso é um direito previsto em Constituição. Respeito a opinião da Beth, do Félix, do Vaccari, dos integrantes do PT como um todo. Não é porque são de um partido divergente do meu que não podem emitir opinião. Assim como eu tenho o direito de ter a minha, mais que isso, tenho responsabilidade política e o dever de me expressar.

Nas duas ultimas gestões tivemos a pratica de nepotismo em Catanduva, com irmãos dos prefeitos em cargos de Secretariado, recebendo dinheiro do povo para trabalhar. Trabalhei como voluntario no fundo social, trouxe recursos do governo do estado, uma dezena de projetos sociais que deram frutos. Vamos fazer a comparação, comparar as práticas, comparar os resultados.

Passando a Limpo - Recentemente Beth Sahão o chamou de "menino". Como você considera essa declaração?

Marco Vinholi - Considero que são palavras desnecessárias a mim e a juventude como um todo, e que não somam nada a construção de uma sociedade melhor.

Passando a Limpo- Afinal, qual a sua função no Governo do Estado?

Marco Vinholi - Fui convidado pelo Governador Geraldo Alckmin para integrar a equipe da Secretaria de Desenvolvimento Social, com a missão de deixar uma marca importante na área social do Governo do Estado de São Paulo. Tenho a responsabilidade de tocar o Projeto Viva Leite e de fazer a interlocução da Secretaria e de seus programas com o Estado de São Paulo com um todo.

Passando a Limpo - Você avalia que a deputada Beth Sahão tem um bom mandato como deputada estadual?

Marco Vinholi - Desconheço sua atuação para outros municípios, mas para Catanduva não têm apresentado resultados significativos. Por exemplo a Universidade Federal para Catanduva, que é sua plataforma de muitas eleições, não teve avanços. Recursos foram destinados para outras prefeituras e não para de Catanduva. Pouca atuação para a cidade.

Passando a Limpo - O que você faria se fosse deputado estadual nesse momento?

Marco Vinholi - Nesse momento de crise econômica nacional, prioridade é a atração de investimentos para nossa cidade, que é o que estou fazendo. Somente esse ano consegui R$1 milhão de reais junto ao Deputado Floriano Pesaro e R$400 mil com o Senador Aloysio Nunes. Além disso na Secretaria de Desenvolvimento Social orientei o projeto do Condeca, no valor próximo a R$800 mil, para inserção de jovens no mercado de trabalho, a luta pelo Bom Prato, que foi uma bandeira minha de campanha, e tantas outras lutas em prol de Catanduva.

Passando a Limpo- Quais são seus planos políticos?

Marco Vinholi - Avalio que com o bom resultado das ultimas eleições seja natural a especulação sobre candidaturas. Estou muito focado em apresentar o melhor resultado no Desenvolvimento Social, o Governador Geraldo Alckmin tem confiado em mim para fazer desse governo uma marca social forte e estou empenhado nisso. Estou coordenando junto com a executiva estadual do PSDB as nossas candidaturas para o ano de 2016 e 2018. Acredito que o PSDB tem grandes chances de chegar a Presidência da República, e estou inserido nesse processo. Catanduva têm grande importância política nesse cenário, e a avaliação é de que a apresentação de resultados seja fundamental para isso.

Passando a Limpo - Qual a expectativa de poder assumir o mandato de deputado estadual?

Marco Vinholi - Existe uma boa possibilidade. Deveremos ter uma dezena de Deputados da minha coligação nas candidaturas de prefeito, e com isso uma boa chance de assumir o mandato de Deputado Estadual podendo colaborar com nossa cidade.

Passando a Limpo - Há tempos não se via em Catanduva uma oposição tão agressiva, como você avalia essa situação?

Marco Vinholi - A realidade é clara. Nunca aceitaram que o Prefeito Vinholi, tido como "forasteiro" por eles, fosse prefeito. A ordem é quanto pior melhor. Quando nossa cidade esteve em situações que demandavam união e empenho da classe política, como no caso da Dengue, preferiram subir no palanque. São contra tudo que é feito, somente porque é feito pela gestão Vinholi. Contra casas populares, Poupa Tempo, placas com nomes de ruas, coleta seletiva, lagoa de tratamento, uniforme completo para os alunos, fontes, jardins, praças, recapeamentos, eventos, Parque do Aeroporto, creches, recapeamento. Um vereador criticou outro dia o gasto com reformas, como se não fosse uma coisa boa. Tem membro da oposição que é contra casa popular. E não são poucos não.

Passando a Limpo - Como você avalia a gestão Vinholi até agora?

Marco Vinholi - Fizemos uma avaliação esses dias de quais metas serão alcançadas e quais estão distantes. São importantes conquistas já garantidas para nossa cidade. Foi um período de gestão conturbado em todos país, crise política, crise econômica, epidemia de dengue nacional. Os prefeitos deste mandato como um todo tiveram que cortar na carne para trazer os resultados a população. Acredito que no final da gestão, poderão ser feitos os comparativos e verificar o quanto essa gestão terá sido importante para Catanduva.

Foram feitos todos os esforços e investimentos necessários para terminar as obras inacabadas e reformar o que que tinha necessidade, como o caso da UPA, cumprindo uma das principais promessas de campanha. E foi feito muito mais.

O maior programa de habitação da história recente de Catanduva, que nos dará a chance de ter ao fim do governo quase 4.000 casas populares, em um padrão nunca feito antes em Catanduva, com toda estrutura necessária para os novos bairros.

Grande investimento em Educação o que culminou com a retomada da melhora da Educação, que havia caído de 2009 para 2011 com 5,9 e quatro escolas com notas abaixo da média, para 6,4 em 2013 no IDEB. As creches que estão em construção, irão zerar a falta de vaga em creches em Catanduva. A FAFICA que foi retomada, houve sua estrutura toda melhorada, saiu de 875 alunos para 1650 em 2014. Mesmo com ainda um longo caminho pela frente, a instalação de ar condicionados, a obra do trevo da fafica, as bolsas da escola da família deram um ânimo novo a entidade.

Regularização do Distrito Industrial IV, instalação da Casa de Apoio a pessoa com câncer em Barretos, a eficiência da UPA, um grande programa de recapeamento, asfalto em muitos bairros que não tinham, a revitalização da iluminação em avenidas e nas entradas da cidade. Muitas obras ainda estão iniciando com a reforma da rodoviária, do Teatro Municipal, assim como temos a expectativa de outras importantes, como a resolução do problema do trilho do trem que passa pela cidade.

Qualquer pessoa que venha para Catanduva, ao entrar comenta a beleza de nossa cidade. E nesse sentido ressalto a praça 9 de julho e o Parque do Aeroporto, duas importantes obras que foram feitas juntas com o dinheiro que só seria usado em uma, gastando bem menos do que estava previsto e fazendo o parque com o maior número de usuários em Catanduva. Foram investidos recursos na valorização da nossa cidade.

Em matéria de meio ambiente, um dos poucos municípios do país com Coleta Seletiva 100%, Lagoa de tratamento inaugurada, entre outras ações, nos reservam um futuro promissor nessa área. Enfim, não vou me estender muito aqui, mas avalio que a oposição deve ser confrontada com a realidade, os números. O número e a importância das inaugurações até o final deste ano falam por si só. Não tenho a menor dúvida de que estamos deixando Catanduva melhor do que foi recebida.


Cidade

Presidente do Clube da Velha Guarda pede mudança em passarela, mas recebe um "não"; desabafa: "vamos esperar o próximo prefeito"

O presidente do Clube da Velha Guarda de Catanduva, Adonias Cesário de Souza, já fala abertamente em esperar o próximo prefeito para ver se consegue trocar o local de passarela que hoje passa por cima do Rio São Domingos, em avenida que leva o mesmo nome. O Clube é localizado nas proximidades do começo da Avenida 24 de Fevereiro, e uma passarela que existe na região estaria mal localizada, fazendo com que os idosos que participam das atividades tenham dificuldades em atravessar a região.

No início desta semana, Adonias esteve na prefeitura, buscando convencer membros do gabinete a dar o aval para a troca de lugar da passarela. Mais uma vez, foi informado que técnicos do setor de obras foram contrários à mudança. Como para ele, Adonias, a decisão é muito mais política do que técnica, já decidiu" vou esperar o próximo prefeito".

" Ontem estive pela última vez na Prefeitura para ouvir mais um "não". Os frequentadores do Clube, 80% da 3ª idade estão pedindo ao presidente e por sua vez eu estou pedindo, quase de joelhos, para a Prefeitura e alguns vereadores, para transferir a Passarela da Avenida São Domingos para mais próximo do Clube. Com essa pequena mudança ficaria mais fácil estacionar do outro lado da Avenida nos dias de bailes e eventos. Aos sábados são aproximadamente 250 Idosos que querem se divertir e precisam estacionar muito longe. Infelizmente, são engenheiros, arquitetos, técnicos e advogados da Prefeitura, na sua maioria jovens, que dão os pareceres e as decisões sobre o caso. Pelo visto, nunca envelhecerão e serão idosos também. Como a decisão, a meu ver, não é técnica e sim política, cansamos de ir na prefeitura e achamos melhor aguardar as próximas eleições para voltar a conversar sobre o assunto. Desculpem o desabafo e muito obrigado pela compreensão."


Opinião

Elite apurada

Luiz Roberto Benatti

A refeição, as roupas, a privada, o passeio e a escola firmaram-se, por força do controle econômico-social das elites, como lugares e coisas que separam os seres superiores do povo. Não basta ser rico, comer bem ou ser letrado, quando quase todos à nossa volta o são, porque temos de ter a certeza de que nossa condição social é privilegiada.Ao conduzir o carrinho no supermercado o que nos apraz é saber que o pobre ao lado leva meia dúzia de bananas e 2 pães franceses. Privilegiada e sempiterna, porque governo e polícia deverão estar por aí para garantir à classe dominante o controle dos rebeldes e a punição severa à recusa ao exercício do trabalho escravo. Os atos referendados pelo juiz Moro lembram a persistência e a incorruptibilidade da personagem de Virgil Gheorguiu, disposto a sacrificar a própria vida a ceder à vocação escravagista ou criminosa dos que pisoteiam sobre humilhados e ofendidos. A cada semana, homens e mulheres da elite nacional vêem cortadas partes de suas roupas de grife e até mesmo seções de sua anatomia, porque durante anos comportaram-se como delinqüentes cínicos ao erodir o patrimônio público. Ao escancarar-lhe as tampas do cofre, o Partido dos trabalhadores treinava para manter-se no poder como se a República pudesse reverter-se à condição de monarquia. De modo geral, a elite interiorana faz que nada viu e que limpar a latrina da penitenciária é ato de pura maldade dum juiz jovem que bem poderia "estar conosco". A privada da penitenciária é o "boi", buraco aberto sem assento. Com a manutenção da higiene, esses homens poderosos tornam-se zumbis dos negros da escravidão que transportavam no lombo das casas dos ricos, no RJ, para o píer da Cinelãndia ou Copacabana os dejetos, cuja meleca entrava-lhes pele pele e as narinas. O Rolls-Royce de Fernando Collor é a atualização do carro de arruar da madame que de modo algum aceitava sujar na lama a barra do vestido rendado. Vivendo e aprendendo.


APELO PÚBLICO

Arthur boa tarde,

Sei que o intuito do site não é este que vou falar abaixo, mas se puder ajudar ficarei muito agradecido. Foi furtado hoje no centro de Catanduva, rua 13 com rua Minas, um pássaro Curió (levaram com gaiola e tudo).

A gaiola estava pendurada no toldo do estabelecimento, como de costume desde 2009, hoje dentre as 9:00 e 10:30 foi furtado.

O pássaro não tem um valor comercial alto, porém é muito mais por valor sentimental, já que ganhei como presente.

Pago a recompensa de R$1.000,00 para quem souber onde está.

O pássaro é registrado no Ibama, tem anilha de identificação, tudo regularizado.

Se puder ajudar, agradeço muito.

Segue em anexo uma foto da espécie...

meu email tambajunior@gmail.com ou 17 - 99175-6252

Obrigado

Paulo

Do editor - Caro amigo leitor. O intuito do site é um só: publicar aquilo que os leitores, os verdadeiros donos do site, desejam. Peço a todos - se possível for - divulguem este apelo. Não pelo dinheiro da recompensa, mas pelo valor sentimental do pássaro.

Boa sorte.

AGJ


Política

Beth Sahão questiona horários de Marco Vinholi; coordenador do VivaLeite responde: "trabalho 24 horas por dia em todo o Estado"

Uma das polêmicas políticas desta semana foi o embate entre a deputada Beth Sahão (PT) e o coordenador do projeto VivaLeite, Marco Vinholi (PSDB). Adversários políticos nas últimas eleições, Sahão e Vinholi discutiram a respeito da iniciativa da deputada em querer saber quais os horários de trabalho do coordenador, apontando que - em sua visão - ele deveria ficar em São Paulo, sede da secretaria onde atua. Beth Sahão chegou a enviar requerimento questionando oficialmente os horários de Marco Vinholi.

O coordenador respondeu. Segundo ele, foi tratado de maneira desrespeitosa pela deputada, e que seu horário é o dia todo, 24 horas, em todo o Estado, participando de evfentos das prefeituras e órgãos ligados à sua secretaria. Ele achou natural participar de atividades envolvendo Catanduva.

Veja abaixo, o que eles disseram:

"Ele não trabalha em São Paulo? Se ele trabalha em São Paulo, ele precisa cuidar do programa onde ele está trabalhando que é o VivaLeite que cortou leite das criancinhas. Esse menino precisa ver onde ele trabalha, ou trabalha com o pai ou trabalha em São Paulo. Eu tenho visto ele reiteradamente em atividades com o pai”

Estamos aguardando respostas do superior dele para saber o horário de trabalho dele, quanto ele ganha, se esse trabalho permite ele fazer viagem para Portugal, se ele tem férias porque todo trabalhador tem férias depois de um ano que está trabalhando. Então eu quero que o Governo do Estado nos explique isso"

Seria interessante o filho do prefeito restringir as suas colocações ao trabalho dele que é dentro do programa VivaLeite, poderia inclusive justificar porque o Governo cortou leite doado para crianças carentes do Estado ao invés de dar declarações infelizes sobre o preço da passagem em Catanduva. É justificar o injustificável”

(BETH SAHÃO)

"Tenho acompanhado a constante preocupação da Deputada Beth Sahão com minha atuação. Além de considerar inadequado e desrespeitoso o termo com que ela se refere a mim: ‘menino’, ressalto que não tenho interesse em discussões dessa ordem. Respondo com tranqüilidade e responsabilidade de quem tem dedicado a vida a causa pública"

"Respondendo ao questionamento, meu local de trabalho é o Estado de São Paulo, e meu horário de trabalho é o tempo todo. Participo de eventos de prefeituras, governos, entidades, sociedade civil, realizando meu trabalho. Com esse empenho, além da coordenadoria do maior projeto de segurança alimentar da América Latina, o VivaLeite, faço a interlocução da Secretaria e de seus programas. Avalio como positiva a participação de membros do Governo do Estado, as quais tem sido constantes ao longo do mandato do Prefeito Geraldo Vinholi. Eu pessoalmente nesses meses de trabalho, participei de alguns. Também fora do expediente de trabalho tenho sido presença constante na minha cidade participando dos mais variados eventos. Aliás, estranho seria não participar"

(MARCO VINHOLI)

A deputada Beth Sahão se apequena com este tipo de discussão e colocação. Ficar preocupada com o horário do coordenador do projeto VivaLeite é fingir desconhecer como funciona a atuação de agentes políticos em cargo de confiança dentro do governo do Estado. Assim, as críticas têm conotação "política e pessoal" que acabam nivelando por baixo qualquer discussão séria.

A própria deputada tem assessores lotados na Assembléia Legislativa que atuam livremente em outras cidades do interior, inclusive Catanduva, o que é estranho mas legal e natural. Em relação à viagem a Portugal, salvo engano, foi no período do feriado de 9 de Julho, quando o Governo do Estado deu ponto facultativo a todos os seus servidores. Se foi fora desse período, realmente, Marco Vinholi tem que se explicar.

Enquanto se discutem horários e viagens entre tucanos e petistas, vemos, por exemplo, a ponte da Pastor Dutra com aquela única alça, o que irá causar grande perigo a todos os motoristas - principalmente no período noturno. O tempo passou e ninguém fez absolutamente nada. Enquanto duelam pensando nas eleições de 2016 ou 2018, Catanduva vai afundando sem investimentos - tanto do setor público quanto do privado. (E não pensem que portugueses vão mandar alguma coisa pra cá, pois aquilo foi uma patacoada sem tamanho e sem resultado prático. Eles estão de chapéu na mão).

Enfim, temos que elevar o debate político, buscando - de verdade - encontrar saídas para as dificuldades que a cidade está passando e irá passar.

O resto, é a eterna picuinha entre PT e PSDB - que já demonstrou não trazer qualquer benefício à população.

Esta é a opinião do site Passando a Limpo



Administração

Vinholi revoga permissão de funcionários municipais no Simcat; entre eles, Jair Lopes e Pedro Cerose

Nesta sexta-feira, 17, o imprensa oficial de Catanduva publicou portarias do prefeito Geraldo Vinholi revogando a concessão de funcionários municipais ao Simcat. Na prática, eles terão que se apresentar ao setor de Recursos Humanos da Prefeitura e assumir os cargos para os quais estavam contratados - mediante concurso público. Jair Lopes, Gilson Gil, Sueli de Freitas Santos Cury, Adair Morgili e Pedro Cerose. No caso de Jair Lopes, por exemplo, sua função é junto à Guarda Municipal.

Há dois meses, em plena greve dos funcionários, já havia a informação que o prefeito iria recolher os funcionários que prestam serviços no Simcat. Inquérito Civil 14.0718.0000469/2015-0, instaurado em 24/03/2015, já apontava que a administração tinha um limite na concessão de funcionários ao sindicato. Nesta, o prefeito pode ter realizado o chamado "útil ao agradável" , recolhendo funcionários e colocando a responsabilidade na promotoria.

Nem todos os cedidos ao Simcat tiveram a liberação revogada.

Até o momento, o Simcat e os funcionários citados não se manifestaram.


Luso

"Irmandade" entre cidades é citada por imprensa portuguesa


Legislativo

Vereadores se colocam contra o reajuste de tarifa de ônibus

A pedido do site Passando a Limpo vereadores da Câmara Municipal de Catanduva estão se posicionando a respeito da decisão do prefeito Geraldo Vinholi em autorizar o reajuste da passagem de ônibus de R$ 2,50 para R$ 3,00.

Leia abaixo a manifestação dos parlamentares:


Leitores do Site Passando a Limpo, sou contra o aumento da passagem.

Dizer que é contra o aumento é fácil, ser contra todos são, porém analiso o atual momento econômico e vejo que a inflação a nível de supermercado este ano (2015) é de pelo menos 50%, e não vão me convencer do contrário vale ressaltar que tudo subiu, em especial combustível e derivados ou seja matéria prima de consumo direto das empresas, porém minha justificativa do contra vem de um outro dado, ($) comparativo com outras cidades, como exemplificado pelo próprio Passando a Limpo, Catanduva já tinha uma passagem bastante cara, entendo que é momento de se analisar o subsídio pela prefeitura, pois pode ser a única maneira do consumidor não se prejudicar novamente.

Em relação a qualidade do serviço Catanduva não é tão diferente de outros lugares, já andei de circular em Rio Preto, Araraquara, Limeira e São Carlos, posso afirmar estão todos nivelados por baixo.

Ari Enfermeiro


Arthur,

na tribuna da Câmara Municipal este vereador falou várias vezes das promessas de políticos, falei para o povo não acreditar, só se for por escrito e com firma reconhecida.

O Sr. Vinholi prometeu em campanha que iria baixar o preço da passagem do ônibus circular e infelizmente não cumpriu, pelo contrário, acabou concordando com este aumento abusivo.

Fiz parte de uma Comissão Especial de Vereadores, que ao final dos trabalhos, foram encaminhadas algumas exigências, mas até hoje poucas foram atendidas.

Infelizmente sabemos que esta matéria não passará pela análise dos senhores vereadores desta Casa, devido ser uma conciliação judicial realizada entre a Prefeitura Municipal e a Empresa Jundiá, mas reafirmo que sou contra esta medida.

FRANCISCO BATISTA DE SOUZA

"VEREADOR CARECA"


Claro que não concordo.

O País está em crise, o desemprego assola assustadoramente a população e os funcionários públicos municipais não receberam sequer um centavo de aumento, agora como posso ser favorável à majoração da tarifa dos ônibus?

Este aumento é um absurdo!

Daniel Palmeira


Prezado Arthur, Boa tarde.

Como deve saber, sou totalmente contrário ao reajuste da tarifa de ônibus. Sobretudo, porque a concessionária Jundiá não ofereceu qualquer contrapartida aos seus usuários, reclamam mais e mais a cada dia, e o prefeito Geraldo Vinholi, que prometeu, durante campanha eleitoral, baratear o custo da passagem. Ou seja, ele não cumpriu sua promessa, subestimando toda a população.

Enquanto presidente da Comissão Especial de Vereadores (CEV) do Transporte, constatamos que o serviço prestado pela empresa não contenta os catanduvenses, que se lamentaram dos atrasos constantes, dos ônibus lotados, do excesso de velocidade e da utilização de celular por parte de motoristas, dentre outros problemas, inclusive inúmeras multas de trânsito.

Estou analisando novamente as cláusulas do contrato firmado entre a Jundiá e a Prefeitura de Catanduva, inclusive a renovação da frota, procurando uma brecha para inviabilizar esse aumento, além de manter contato com a Promotoria sobre o assunto.

Outro fator que nos causa indignação é a afirmação de Vinholi de que um possível subsídio concedido pela Prefeitura, para derrubar o preço da passagem, beneficiaria apenas uma parcela dos catanduvenses.

Estamos falando de 6 mil pessoas que utilizam o transporte público em Catanduva. São pessoas humildes, que já sofrem com a crise que tomou conta do país. O catanduvense não aguenta mais pagar caro por um serviço ruim, nem ser ludibriado.

Um grande abraço

Julinho Ramos


Boa tarde.

Sou contra o aumento na tarifa de ônibus porque atinge diretamente as famílias mais humildes. Além disso, a empresa Jundiá, responsável pelo transporte público em Catanduva, não tem comprometimento com seus usuários que reclamam de atrasos e veículos lotados.

Cido Verdureiro


Bom dia,

olha quanto ao aumento da tarifa de ônibus sou totalmente contra, ser vir para a câmara eu voto contra, não deram nada de aumento para os funcionários públicos e agora vem com esse absurdo de aumento na tarifa de ônibus não da pra ser a favor né, um grande abraço.

Vado


Rejuste da Tarifa

Sindicato chama de "punhalada nas costas"; Beth Sahão diz que reajuste é "estelionato eleitoral"

Parece que os próximos dias políticos do prefeito Geraldo Vinholi serão negros. Já começam a pipocar manifestações contrárias à sua decisão de aceitar a pressão imposta pela empresa Jundiá e assinar decreto onde irá reajustar o preço da tarifa de ônibus na cidade de R$ 2,50 para R$ 3,00, a partir do dia 01 de agosto. Em campanha eleitoral, Vinholi disse claramente que o preço da passagem de ônibus iria cair. Além de não cair, o que necessitaria de um subsídio da prefeitura, o prefeito aceitou elevar o preço. O governo ainda tenta justificar que o reajuste é menor o que o solicitado pela empresa, mas esta versão não foi aceita pela população.

Agora, as críticas e cobranças públicas estão surgindo com força total.

O presidente do Sindicato dos Trabalhadores na Movimentação de Mercadorias em Geral de Catanduva e Região (Sintramcat), Reginaldo Marcelo Borges, o Alemão, lamentou a decisão.

“Conforme já dissemos, com esse aumento, a tarifa em Catanduva ficará mais cara até do que em diversas capitais brasileiras. A coisa fica mais absurda quando percebemos que esse percentual de reajuste, de 19,6%, representa mais que o dobro da reposição salarial obtida pela maioria das categorias de trabalhadores”, explicou.

Na avaliação do sindicalista, o argumento usado pela Jundiá – de que o aumento da passagem vai viabilizar o reajuste para seus funcionários – é falso. “Eles estão misturando as bolas, para enganar a população. Aumento de salário é direito dos trabalhadores. Sabemos que os motoristas de ônibus são profissionais esforçados, que desenvolvem um trabalho complexo, que envolve vidas humanas. Aqui em Catanduva não há acidentes de ônibus. Por isso, esses funcionários precisam ser valorizados. Mas isso não tem nada a ver com aumento da tarifa. Aumento salarial é responsabilidade da empresa. O conjunto da população não pode pagar essa conta”.

Reginaldo lamentou ainda que a prefeitura não tenha ouvido o apelo do Sindicato, que, na semana passada, encaminhou ofício ao prefeito Geraldo Vinholi, solicitando que ele não repassasse o aumento para os usuários do transporte coletivo.

“Não sou político, nem filiado a partido eu sou. E jamais vou me candidatar a cargo público. Faço essa luta pensando no povo, pois vejo quanto o trabalhador, sobretudo o de menor renda, sofre com esses reajustes. Eu e o a maioria da população confiamos no prefeito, votamos nele, esperando que ele fosse fazer algo pelos mais humildes. Chegou o momento de ele se lembrar daquilo que prometeu na campanha e de fazer algo pelos moradores de baixa renda, que acreditaram nele”.

Ele ainda torce para que o prefeito reveja a decisão, até mesmo com um subsídio. “Inclusive, o prefeito afirmou que faria isso, na época da eleição. Bastaria ele colocar a ideia em prática. Dessa forma, ele estaria governando de verdade para a classe trabalhadora. Hoje, ele já possui alguns projetos importantes voltados à população mais humilde, como as casas do Nova Catanduva, que vão ajudar inúmeros trabalhadores a saírem do aluguel. Por isso seria importante ele rever o aumento do ônibus”, afirma Alemão.

O sindicalista lembra que a população já não tolera mais promessas não cumpridas. “No plano federal, temos essa enorme decepção do povo com as traições de Dilma, que se esqueceu dos compromissos assumidos com os trabalhadores. O prefeito não deveria se deixar levar pelo mesmo caminho”.

BETH SAHÃO

Naturalmente, as críticas também vieram da deputada Beth Sahão (PT). Desta vez, mais pesadas:

"Nossa cidade foi enganada na última eleição municipal. Ele prometeu que baixaria a tarifa de ônibus para menos de R$ 2,00. Essa promessa falsa está lá, nos programas eleitorais e nos materiais que ele distribuiu em todas as casas. Só que era tudo mentira, tanto que, hoje, a passagem custa R$ 2,50 e agora ficará ainda mais cara, prejudicando toda a população, em especial a de menor renda. “Com esse reajuste, o catanduvense vai pagar bem mais caro para andar de ônibus do que um morador de Rio Preto, cidade que quase quatro vezes maior. E vai gastar o mesmo que um habitante de Ribeirão Preto, cuja população equivale a aproximadamente seis vezes a nossa”.

“Em São Paulo, por exemplo, a tarifa de transporte coletivo agora é de R$ 3,50. Só que lá, além de os ônibus percorrerem trajetos muito maiores que os daqui, ainda existe o bilhete único, que permite ao passageiro viajar por mais tempo, sem ter de gastar por isso. Isso sem falar que os ônibus lá são modernos, bem cuidados e oferecem ar condicionado e até Internet gratuita. Basta comparar isso tudo com o serviço que é oferecido aqui”, afirma.

“Fico muito triste por ver nossa cidade neste estado, completamente abandonada, em um oceano de promessas não cumpridas. Temos de unir forças e lutar para resgatá-la dessa situação lamentável, de modo a que volte a ter o respeito que sempre mereceu”.

DEFESA

O coordenador do projeto VivaLeite, Marco Vinholi, se manifestou através de redes sociais e colocou a situação de um outro ponto de vista:

"Ontem em audiência na justiça a Prefeitura de Catanduva conseguiu barrar o reajuste pretendido pela empresa de transporte Jundia, e fixar a tarifa em valor 30% inferior ao ajuizado. Em valores reais, considerada a inflação no período, a tarifa está mais barata do que em 2012. "

Para o governo, a negociação foi uma vitória já que a empresa não conseguiu aquilo que desejava na Justiça.


Tarifa de ônibus

Tarifa de ônibus em Catanduva será superior a de Capitais do Brasil

Ao assinar o decreto aumentando o valor da tarifa de ônibus em Catanduva para R$ 3,00, o prefeito Geraldo Vinholi estará colocando a cidade como uma das mais caras no quesito de transporte público. Catanduva perde apenas para São Paulo, Cuiabá, Rio de Janeiro e Belo Horizonte.

A decisão da prefeitura de Catanduva em aceitar o reajuste da tarifa do ônibus coletivo municipal estará transformando a cidade, a partir de 01 de agosto de 2015, numa das mais caras em termos de transporte público. E mais: mais caras do Brasil.

Nesta quarta-feira, o site Passando a Limpo pesquisou nos principais sites de informação e planejamento de custos/habitantes, o valor das passagens cobradas nas principais capitais brasileiras.

O resultado é catastrófico para Catanduva. Sua tarifa será mais cara que a imensa maioria de grandes cidades. Perde apenas para São Paulo, Belo Horizonte, Cuiabá e Rio de Janeiro. Sem contar que o trajeto e a qualidade dos ônibus ofertados nas cidades pesquisas são bem superiores ao padrão local.

Veja abaixo quanto custa andar de ônibus em cada cidade:

Aracajú (SE): o valor da tarifa subiu de R$ 2,35 para R$ 2,70 em dezembro de 2014

Belém (PA): o valor da tarifa subiu de R$ 2,20 para 2,40 em maio de 2014

Belo Horizonte (MG): o valor da tarifa subiu de R$ 2,85 para R$ 3,10 em dezembro de 2014

Boa Vista: o valor da tarifa subiu de R$ 2,60 para R$ 2,80 em janeiro de 2015

Brasília: o valor da passagem varia de R$2 a R$ 3 dependendo do ônibus e do trajeto, sem reajuste desde 2009

Campo Grande: a tarifa subiu de R$ 2,70 para R$ 3,00 em novembro de 2014

Cuiabá: a passagem estava em R$ 2,80 e subiu para R$ 3,10.

Curitiba: o valor da passagem subiu de R$ 2,70 para R$ 2,85 em novembro de 2014

Florianópolis: o valor da passagem subiu de R$ 2,60 para R$ 2,75 maio de 2014

Fortaleza: a passagem do ônibus municipal está em R$ 2,20 e o possível reajuste desse valor está em discussão

Goiânia: o valor da passagem subiu de R$ 2,70 para R$ 2,80 em maio de 2014

João Pessoa: o valor da passagem subiu de R$ 2,20 para R$ 2,35 em julho de 2014

Macapá: o valor da passagem permanece em R$ 2,10

Maceió: o valor da passagem está em R$ 2,85

Manaus: o valor da passagem está em R$ 2,75 e um possível aumento está em discussão

Natal: o valor da passagem subiu de R$ 2,20 para R$ 2,35 em julho de 2014

Palmas: o valor da passagem permanece em R$ 2,50 não há previsão de reajuste

Porto Alegre: Na capital gaúcha o valor da passagem está R$ 2,95 e um possível aumento está discussão

Porto Velho: o valor da passagem permanece em R$ 2,60 não há previsão de reajuste

Recife: o valor da passagem está em R$ 2,15 e o possível aumento está sendo discutido

Rio Branco: a passagem subiu de R$ 2,40 para R$ 2,90 em dezembro de 2014

Rio de Janeiro: o valor da passagem subiu de R$ 3 para R$ 3,40 em janeiro de 2015

Salvador (BA): o valor da passagem subiu de R$ 2,80 para R$3 em janeiro de 2015

São Luís: o valor da passagem aumentou de R$ 2,10 para R$ 2,40 em junho de 2014

São Paulo: o valor da passagem aumentou de R$ 3 para R$ 3,50 em janeiro de 2015

Teresina: o valor da passagem está em R$ 2,10 e um possível auimento está em discussão

Vitória: o valor da passagem está em R$ 2,45 e um possível aumento está em discussão

A tarifa de ônibus urbano em Catanduva irá passar dos atuais R$ 2,50 para R$ 3,00. Este é o resultado de reunião de conciliação entre a prefeitura da cidade e a empresa Jundiá, que detêm a concessão do transporte coletivo. Detalhe: a empresa não apresentará absolutamente nada em contrapartida. Ou seja: o serviço continuará do mesmo jeito.

Pelo lado do governo estavam dois representantes: Hernando Serpa Maciel, Gestor de Gabinete e Walter Agudo Romão, diretor de Trânsito. Pelo lado da empresa, apenas um diretor. Mesmo assim, a Jundiá conseguiu arrancar o aumento da prefeitura. No final da tarde, o governo soltou nota oficial "comemorando" o resultado do encontro, informando que a Jundiá queria a tarifa de R$ 4,00 e a prefeitura conseguiu manter em "apenas R$ 3,00".

Esta audiência de conciliação foi resultado de uma ação movida pela empresa contra a prefeitura. A Jundiá alega que não tem reajuste de tarifa há três anos. O problema é que o prefeito Geraldo Vinholi prometeu textualmente em campanha diminuir o preço da passagem de ônibus na cidade. Isso não aconteceu. Como também não foram revistos o contrato da Jundiá, as linhas de ônibus da cidade, a qualidade do serviço prestado e a situação do catanduvense que precisa pagar transporte público.

Ao contrário do que ocorreu com a negociação com os funcionários municipais, desta vez o governo foi rápido em aceitar o acordo. Teria a opção de dizer não e empurrar a disputa judicial para mais alguns meses.

Ainda na noite de ontem, terça-feira, muitos catanduvenses lamentaram o anúncio da nova tarifa de ônibus.


Existem máximas no chamado "dito popular". Uma delas é "cumpra aquilo que prometeu sorrindo, mesmo chorando". Outra é "palavra é como freio de caminhão. Quebrou? Ferrou!". Enfim, a omissão do governo municipal nesta história da tarifa de transporte coletivo é uma bomba atômica em qualquer campanha eleitoral e atinge em cheio o eleitorado do prefeito Geraldo Vinholi, pessoas das classes C, D e E. O prefeito, quando candidato, prometeu textualmente reduzir o preço da tarifa de ônibus. Além de não reduzir, deixou que aumentasse. E mais: sem cobrar absolutamente nada da rainha Jundiá. Soberana, a empresa apresentou números, exigindo fundos e mundos, querendo apenas fundos que recebeu de forma agradecida. Todo mundo sabe como funciona: a empresa merece R$ 2,50, pede R$ 4,00 para receber R$ 3,00. E o governo aceita. Agora, quem não vai aceitar é o trabalhador, ainda mais num período de recessão brava.

Se a Jundiá não estiver contente com Catanduva, que deixe a cidade. Mas com linhas longas, sem planejamento, horários absurdos, coletivos que se parecem com carroças, tratando o contribuinte apenas como fonte de renda, e recebendo para isso, com certeza vai ficar por muito tempo usufruindo aquilo que os nosso governantes oferecem sorridentes: a população como refém.

Para o trabalhador, este reajuste significa - no mínimo, R$ 1,00 por dia. Num total aproximado de R$ 20,00/mês. Numa promoção, oito litros de leite de caixinha. É pouco? Pode ser pouco para você, amigo leitor, mas para muita gente que trabalha de sol a sol, por um salário mínimo/mês, é um absurdo.

O engraçado é que a prefeitura não teve sequer um jogo de cintura para negociar absolutamente nada. Não exigiu novas linhas, tarifas sociais, parceria para implementação de um cartão cidadão, descontos no final de semana, etc e tal. Ou seja: dois representantes da prefeitura que foram dizer amém, abaixar a cabeça, e jogar no colo do povo este aumento absurdo.

O povo perde de um lado, o governo perde de outro. Não demonstrou pulso firme como deveria, não tratou o assunto com seriedade e perdeu a grande oportunidade de colocar a empresa na parede, revolucionando o setor.

Enquanto em outras cidades temos tarifas mais baratas, com direito a baldeação e bilhete único, Catanduva se arrasta. Temos em cidades de médio porte serviços de monitoramento dos ônibus, com a população podendo saber onde está o próximo coletivo. Aqui, o horário é uma loteria. Perdeu, perdeu. Só depois de 40 minutos.

Bem, depois não adianta dizer que a cigana não avisou.

Esta é a opinião do site Passando a Limpo.


Opinião

JOAQUIM E MANOEL , MANOEL E JOAQUIM

Humberto Giovanini

- É uma casa portuguesa com certeza.

- Com certeza uma casa portuguesa.

Caros patulêicos juramentados , eis que volto a lhes importunar.

Saboreando um vinho alentejano legítimo e lendo noticias a respeito de nossa terrinha .

- Ah esta terra ainda vai cumprir seu ideal - Ainda vai tornar-se um imenso Portugal

O patulêico ( aquele que grita na geral mas não influi no resultado da partida ) viu seu bolso mais uma vez servir como intermediário . O salário só passa por ele , e logo sai . Correndo.

Aumentou-se a passagem do transporte urbano e o negócio é andar à pé . Aliás se o nobre quiser chegar no horário em seu serviço é melhor ir à pé mesmo . O ônibus , ou aquário , dá volta na cidade inteira . Serviço de péssima qualidade .

- Oh musa do meu fado , oh minha mãe gentil.

- Te vejo consternado no primeiro abril .

Deixando de lado , vamos aos fatos :

Onde estão os nobres vereadores ?

Porque cala-te Cido enfermeiro ?

Cadê você Ari Verdureiro ?

E você Paraná ?

Vão até S.P. em um julgamento em que nem convidado foi, e não acompanham uma audiência , quando o bolso do trouxa é prejudicado.

-Ah esta terra ainda vai cumprir seu ideal - Ainda vai tornar-se um império colonial

Onde se encontra a esquerda festiva ? Onde se encontra o famoso VEM PRÁ RUA ?

Encontram-se em L.I.N.S. ( Lugar incerto e não sabido )


Colunismo mais que social tem nome e sobrenome:

Arlindo Gutemberg

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- Finalmente férias...

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Naquele tempo, a água estava muito cara...

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Fonte: Google


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