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São Paulo, 28 de janeiro de 2015

Atualizado às 21H30


Saúde

DENGUE HEMORRÁGICA MATA MAIS UM IDOSO

A dengue pode ter feito mais uma vítima em Catanduva. Desta vez, um senhor de 77 anos que estava internado no Hospital Emilio Carlos. Há uma semana, os familiares já informavam que ele estava internado com dengue. Ainda segundo informações, ela se transformou em hemorrágica e já no início da tarde os médicos teriam comunicado a família sobre o estado grave.

Por volta das 18h00, foi confirmado o falecimento. A área de saúde da administração pública ainda não se manifestou sobre mais este caso.










É só clicar

"Irmão de MC Gui morreu de overdose de cocaína. Essa notícia realmente me surpreendeu."

"O vereador Daniel Palmeira também não está se sentindo bem..."

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Trânsito

Governo anuncia instalação de quatro radares em avenidas

A cidade de Catanduva vai receber a instalação de radares que funcionarão em quatro das principais avenidas da cidade: Av. José Nelson Machado, Av. Theodoro Rosa Filho, Av. Dep. Orlando Zancaner e Av. Olímpia. A informação é do prefeito Geraldo Vinholi ao apresentar estudos realizados no trânsito catanduvense. Ao contrário de outras intervenções no trânsito, desta vez as mudanças vieram acompanhadas de laudos.

Os estudos apontaram que Catanduva está entre as cidades com maior taxa de acidentes de trânsito com vítimas do Estado de São Paulo. Números do Datasus de 2012 indicaram que são 36 mortes a cada 100 mil habitantes. A média do Estado é de 11 mortos a cada 100 habitantes. No país, a média alcança 23 mortes a cada grupo de 100 mil pessoas.

No período de 9 a 11 de setembro a prefeitura realizou estudos de operação. Na época, algumas pessoas acreditaram que se tratava da instalação de radar. O resultado é interessante: o catanduvense gosta de pisar no acelerador - principalmente quando está em avenidas de fluxo rápido. Nos pontos estudos, as avenidas que receberão os radares, foram algo em torno de 350 infrações por dia.

Na Avenida José Nelson Machado, motoristas foram surpreendidos dirigindo a 83 km/h. A velocidade permitida no local é de 60 km/h. Já na Theodoro Rosa Filho, os carros alcançavam velocidades de 117 km/h. Na Avenida Deputado Orlando Zancaner, a velocidade máxima registrada foi de 104 km/h.

"Com esse estudo nas quatro avenidas, temos o registro de 155 infrações por hora. Desta forma, temos uma grande responsabilidade com o trânsito de Catanduva, que registrou três vezes mais mortes do que a média do Estado de São Paulo" disse o prefeito Geraldo Vinholi.

Após a instalação dos radares os motoristas vão passar por um período de orientação. No início, não haverá multas. A Prefeitura dará ampla campanha de sinalização nos locais onde estarão instalados os radares.

A instalação começará em fevereiro.

A cidade de São Paulo, comandada pelo petista Fernando Haddad, possui centenas de radares, móveis e fixos. Há casos em que os radares são colocados separados por uma distância mínima. Para se ter uma idéia da paulada, em 2013 o município arrecadou R$ 823 milhões (leia o número novamente) apenas com multas aplicadas. Neste caso, uma verdadeira indústria das multas. Quando o motorista se acostumou com os pontos de radares, a prefeitura decidiu estudar diminuir a velocidade permitida nas avenidas. A Marginal Tietê, uma via de grande movimento e expressa, teria reduzida a sua velocidade para 70 km/h, ao invés dos atuais 90 km/h. A Radial Leste iria para 50 km/h. Ou seja, quando não são os congestionamentos, o motorista não consegue andar pela baixa velocidade estipulada.

Em Catanduva, o aspecto é diferente. Temos quatro avenidas onde os motoristas pisam no acelerador. Não há dúvida que a instalação de radares deve obrigar um novo modo de dirigir naqueles pontos. Em pouco tempo, já acostumados, os motoristas deverão se adaptar - será impossível desconhecer onde existe um radar na região. Assim, em Catanduva não haverá a indústria da multa por radar. Por outro lado, quanto o governo irá disponibilizar anualmente para manter os radares fixos? Claro que podemos ouvir a história que "uma vida não tem preço"., mas seria mais interessante uma campanha de conscientização, e em seguida a aplicação de radares móveis por estas avenidas.

Se o catanduvense quiser continuar colocando sua vida em risco, pague e caro por isso. Diz a prática que depois da terceira multa por excesso de velocidade temos o efeito colateral de "pisar um pouco menos fundo".

Não vamos falar em quebra-molas pois Catanduva já tem tantas tartarugas que fica impossível pensar em mais algumas.

A verdade é que todo o trânsito da cidade precisa ser repensado, inclusive com uma reavaliação dos agentes, atualmente deixados de lado. Excesso de semáforos, sinalização obsoleta, falta de sincronização em alguns pontos, e desobediência clara às leis de trânsito são uma constante na cidade.

Estes radares fixos poderão ter até algum impacto, mas não são a solução.

Esta é a opinião do site Passando a Limpo.


DO LEITOR

Boa tarde Arthur!

Ontem encaminhei reclamação sobre possível foco de mosquitos da dengue em uma residência da Rua Ribeirão Preto.

Da mesma forma que encaminhei a reclamação, nesse momento venho elogiar a rapidez com que o problema foi resolvido com a presença dos agentes fiscalizadores indo até o local e que realmente foram encontrados diversos criadouros de mosquitos da dengue.

Mais uma vez, te agradeço pelo empenho em encaminhar as reclamações dos leitores aos órgãos competentes. Abraços Leitor Preocupado


Caro Arthur,

segue abaixo foto da Rua Cravinhos, onde ela vai bem - mas em determinado ponto se transforma em contra-mão. Dizem que um morador tem bom relacionamento na Secretaria de Trânsito.

Será?

Leitor


História

Muito além dos livros

Fernando Frediani

Acho que nenhum livro, filme ou história contada por alguém são capazes de fazer uma pessoa entender tão bem o que foi o Nazismo e o genocídio do povo judeu como uma visita a Auschwitz. Tive a oportunidade de visitar no final de 2013 e me trouxe a oportunidade de ver muito além dos livros e o que havia escutado até então.

Ver e sentir a energia do local aonde milhares de pessoas chegavam semanalmente para morrer, para serem utilizadas em experimentos, separadas de suas famílias para sempre, vendidas para teste de novos medicamentos ou transformadas em tapetes (sim, tapetes feitos de cabelos humano), é algo capaz de silenciar por alguns instantes qualquer pessoa com um minimo de compaixão com o próximo seja ele quem for.

Isso mostra o quão longe a obssesão por uma ideologia pode ir utilizando-se da mente fraca das pessoas e de situações sociais complexas e temporárias para manipulação em massa de um povo todo em nome de um "bem maior" alimentado pelo ódio, ódio da pior espécie.

Pra quem não sabe embora Hitler tenha sido um ditador, ele chegou ao poder apoiado por seu povo e assim se manteve até o final da guerra. O ódio é talvez um dos piores sentimentos do ser humano e com muito pouca alimentação cresce muito facilmente podendo tomar proporções incomensuráveis como esta que conhecemos desde pequenos. Cuidado com a disseminação do ódio, da divisão de classes, da tentativa de rotulação "nós e eles"; esses tipos de episódios da história começam sempre assim.

Neste ultimo dia 27 de Janeiro completam-se 70 anos da libertação dos prisioneiros de Auschwitz.

É importante que esta história seja sempre lembrada e conhecida por todas as gerações que seguem, afinal de contas um povo que esquece a sua própria história está fadado a repeti-la.


Contrato - Dengue

Prefeitura solta nota e diz que contrato com empresa de Orlândia seguiu legalidade

Na tarde de ontem, terça-feira, o governo municipal soltou uma nota onde se manifestou publicamente a respeito da contratação de uma empresa de Orlândia para atuar no combate à dengue em Catanduva. Nos últimos dias, o governo tem sido criticado por ter contratado a empresa - sem licitação - e por um valor acima dos R$ 600 mil (por três meses). Em entrevista à Rádio Globo, o prefeito Geraldo Vinholi chegou a dizer que empresas de Catanduva participaram do processo de escolha mas não conseguiram atender ao que a prefeitura solicitava. A leim permite que em caso de epidemia as prefeituras realizem contratos emergenciais.

Nota de Esclarecimento

A Prefeitura de Catanduva esclarece que a contratação da empresa Carla Roberta Garcia Construções Eireli, do Município de Orlândia, se deu dentro da mais absoluta legalidade e dentro das normas técnicas jurídicas estabelecidas por lei. A empresa foi contratada de forma emergencial para a prestação de serviços como arrastões, pulverização e eliminação de criadouro. No caso de uma licitação, o processo levaria até 90 dias para ser concluído.

Embora as equipes de fiscalização sejam comprometidas e diante do aumento de casos de Dengue na cidade, a Prefeitura decidiu potencializar e ampliar as ações para obter mais eficiência e rapidez no combate a Dengue.

Além desta, outras duas empresas apresentaram orçamento ao setor competente, sendo uma de Catanduva (Fidelidade Catanduva Prestadora de Serviços de Limpeza e Locação de Mão de Obra Temporária Ltda., que apresentou orçamento de R$ 319 mil) e outra de Marapoama (CRP Bonsucesso Construtora Ltda. EPP, que apresentou orçamento de R$ 278 mil). Esta última, é a responsável pelas reformas das escolas municipais Oliveira Barreto, Ângelo Carana e Darci Helena Delgado Januário.

A cotação apontou que a empresa de Orlândia praticou preço mais baixo (R$ 272 mil) em comparação com as demais, e desta forma foi a contratada pela Prefeitura, além de já prestar serviços para o Executivo tendo em vigência outro contrato.

Os serviços poderão ser realizados em até 90 dias.


Audiência Pública

Vereadores recebem "aula sobre dengue"; metade dos imóveis em Catanduva são encontrados fechados

A audiência pública realizada na tarde de ontem, segunda-feira, pela Câmara Municipal, se transformou em uma aula didática sobre dengue. Vereadores da oposição ainda tentaram imputar ao governo municipal toda a responsabilidade sobre a epidemia da doença na cidade, mas acabaram sendo derrotados por impressionantes números apresentados pelo coordenador do EMCAa, Antonio Carlos da Fonte, e pelo secretário da Saúde João Marcelo Porcionato. O mais grave: das 118 mil residências visitadas em 2014, cerca de 50 mil estavam fechadas.

A audiência começou com o coordenador Da Fonte explicando as ações da EMCAa: fiscalização casa a casa, bloqueio em locais de risco (borracharia, ferro velhos) e locais de grande movimentação de pessoas (hospitais, praças), bloqueios, pulverização casa a casa e nebulização noturna.

Falou sobre a dificuldade de entrada em casas fechadas. ‘Visitamos neste ano passado e até agora 118 residências, mas 50 mil estavam fechadas. Olha como é alto o número de casas fechadas”.

Apresentou fotos de casas que acumulam material reciclado, onde, de somente uma casa, já foi tirado até cinco caminhões de entulhos. Passou todos os dados da Secretaria de Saúde e EMCAa.

Da Fonte falou sobre a capacitação dos agentes, que passam por duas reciclagem ao ano – treinamento - para que eles possam orientar e retirar os criadouros da melhor maneira possível’.

O vereador Luís Pereira começou os questionamentos. Perguntou se existe um dialogo diário entre os responsáveis do EMCAa e Secretaria de saúde. "Qual período vocês conversam sobre a Dengue?"

Da Fonte: Com essa situação atual, todos os dias.

Em seguida, o coordenador do EMCAa falou sobre o processo dos primeiros sintomas de dengue, e o caso confirmado , e sobre como é feito o bloqueio na residência da pessoa e em 600 metros em redor da casa, com o caso positivo.

O coordenador falou ainda sobre os mosquitos, sua procriação, como ele pica e dos cuidados que é necessário por parte da população.

O vereador Nilton Cândido (PTB) tentou argumentar que ao longo da história de Catanduva sempre existiu borracharia e ferro velho, tentando indicar que foram mudanças na administração que são as responsáveis pela dengue na cidade.

Da Fonte explicou que " O ferro velho não é o problema do EMCAa, pois fazemos visitas frequentes. Naquela época não tinha tanto reciclável. Por isso, que temos certo criadouros hoje, que antes não tínhamos. Um dos grandes criadouros hoje são também, principalmente no centro, os ralos e banheiros desativados.".

Não convencido, Cândido disse que é muito pouco o número de agentes que fiscalizam as casas.

Luis Pereira - bem como Nilton Cândido - comentou que Catanduva precisava seguir exemplos de outras cidades.

Mais uma vez, o coordenador rebateu. Segundo ele, " o horário alterado foi feito em uma outra cidade, e Catanduva começou a fazer. Mas ainda não encontra todos os moradores em casa. A maioria das casas com pessoas com dengue tem criadouro. Em uma residência, que a pessoas estava com dengue, foram encontrados nada menos que 32 criadouros". Cândido pediu para pagar a prefeitura hora extra e colocar mais agentes, colocar a partir das às 06h00 e não às 09h00.

Segundo o coordenador do EMCAa, estão sendo contratadas várias pessoas. "Só hoje eu treinei 72 novos agentes de fiscalização. Nós estamos dando conta do trabalho,mas o nosso principal problema ainda são as residências fechadas".

O vereador Wilson Paraná (PT) disse que discordava dos números apresentados e dos argumentos que só nas residências estão os criadouros. Sobre os números, Da Fonte disse que se pra fechar um quadro de dengue um médico tem que atestar a doença, e agora acima de 150 casos o Estado não paga mais pra fazer exames, "até fechar o quadro de dengue demora uns seis dias, para depois ser considerado positivos".

Outro oposicionista, Cidimar Porto, tentou puxar a sardinha para o lado do EMCAa, dizendo que o setor era vítima pela diminuição da equipe. Disse ainda que todas as secretarias do governo são responsáveis pela atual situação da doença na cidade. Cidimar Porto: "Existem veículos e bomas suficientes para o trabalho"?

Da Fonte:" Sim, para os trabalhadores que temos, os equipamentos são suficientes."

Em seguida, Cidimar Porto perguntou sobre os novos funcionários e a missão do grupo. Segundo o EMCAa, os novos agentes trabalharão de casa em casa.

O público presente também pode realizar perguntas. O advogado Wilton Carvalho perguntou o que aconteceu entre janeiro de 2014 e o final do ano passado para que o número de doentes chegasse a mais de 300.

Da Fonte: "A dengue é muito explosiva. O que acontece na dengue é o volume que ele acontece e a forma de transmissão. Além o setor climático, estamos encontrando criadouros, que antes não era criadouro. O eco sistema dele – mosquito - que está avançando. Em caixa d’água, por exemplo, ele entra pelo ladrão, não precisa mais estar destampada. A prevenção é a mesma. Mas agora o momento é outro, temos que acabar com a Dengue, temos que evitar erro e lutar para acabar com os criadouros. Os planejamentos são os mesmos de quando não tinha dengue. Nosso trabalho é diário e constante. O advogado ainda perguntou se houve mudança política com a constante troca de secretários. Segundo o coordenador, não houve qualquer alteração no planejamento e as metas são traçadas pelo Ministério da Saúde.

O secretário João Marcelo Porcionato apresentou os números oficiais. Até o momento, 332 casos positivos e mais de 1.400 notificações. Ele falou ainda sobre a contratação de agentes, informando que só pode fazer a contratação emergencial, sem licitação, a partir do momento que é declarado o Estado de Emergência. Ele falou ainda que com a contratação de mais dois médicos e o laboratório, a espera nos hospitais caiu de de 4 a 5 horas, para 90 minutos.

O Diretor de Vigilância de Saúde, Eder Bochini lembrou da epidemia de 2006, com mais de 3 mil casos positivos. Sendo que 2013 teve 726 casos positivos, e 2014 Catanduva registrou 613 episódios da doença. Ele garantiu que há uma intensificação do trabalho desenvolvido pelos agentes de saúde. Nilton Cândido: "A dengue é progressiva. Essas medidas vai conseguir parar a doença em Catanduva?"

João Marcelo: "pode ser que tenhamos inúmeros outros casos, mas de qualquer forma, com essas medidas e com ajuda da população vamos acabar com a dengue. Mas precisamos da união. Precisamos do trabalho da administração e da população, senão a gente ganha de um lado e perde de outro." Luís Pereira: Pergunto quando vai começar a força tarefa?

Fernando Asprino (Secretário de Obras): "Já estamos com essa força tarefa, diária. Fazemos limpeza em locais de descarte sempre." Cidimar Porto: E a roçagem e raspagem? Quem está fazendo?

Fernando Aspirino: "É feito roçagem de 15 dias em 15 dias. Todos os dados estão disponíveis para que os vereadores possam ver. Esse é um trabalho da Secretaria de Obras e Serviços".

Os vereadores queriam monta uma "força tarefa", mas os representantes da prefeitura informaram que isso já existe e convidou os parlamentares a acompanharem os trabalhos desenvolvidos.


Educação

Secretaria da Educação nega atraso em concurso e risco de creches fechadas

Em um comunicado de algumas linhas, a Secretaria Municipal de Educação negou que possam ocorrer atrasos no funcionamento de qualquer unidade escolar por conta da demora na realização de processo seletivo para a contratação de professores.

Na manhã desta segunda-feira, o site Passando a Limpo informou que o atraso na realização da prova para a contratação de profissionais na área de educação da prefeitura de Catanduva pode acarretar o fechamento de creches do município no início de fevereiro. O motivo: as professoras contratadas têm seus vínculos empregatícios encerrados com a prefeitura a partir de domingo, 01 de fevereiro. As provas foram realizadas na semana passada, não havendo tempo hábil para a atribuição de aulas. O clima na secretaria de Educação não é dos melhores.

Há anos, as provas para a escolha de professores contratados acontecem no mês de dezembro, no mais tardar na primeira semana de janeiro. Desta vez, ao marcar a prova em um sábado - contrariando professores evangélicos - a secretaria teve que escolher nova data - 11 de janeiro. A atribuição está atrasada e caso isso não se resolva, não haverá funcionários para as creches.

Na semana passada, a discussão entre uma diretora e uma legionária mirin acabou por ter desdobramentos dentro do setor. Ao tomar conhecimento da situação, o site Passando a Limpo questinou o governo, que negou qualquer situação mais grave. Porém, foi o suficiente para que uma reunião dentro do Palácio da Educação fosse realizada e se criticasse o contato com o site.

Funcionárias de carreira ainda reclamam que as ordens ali são repassadas aos berros.

Na informação da secretaria não há menção a respeito da reclamação de funcionárias do setor sobre o tratamento que estariam tendo de suas chefes dentro do Palácio da Educação.

A informação encaminhada pela Secretaria da Educação tem poucas linhas e diz de forma direta que ao contrário do que informou o site Passando a Limpo, não há risco de creches ou qualquer outra unidade de ensino ficar com as portas fechadas.

E só.

Os motivos do atraso no processo seletivo e as reclamações de funcionárias de que as ordens ali são repassadas aos berros foram deixadas de lado, praticamente ignoradas.

O relacionamento entre funcionários - chefes e subordinados - não é do interesse deste espaço - desde que não ocorra o conhecido "assédio moral". Assim, funcionários descontentes podem procurar os canais existentes para as suas queixas.

Quando a máquina começa a emperrar - com o perigo de crianças ficarem sem escolas - aí são outros quinhentos. Quando o interesse público corre algum risco, é nossa obrigação alertar e cobrar.

A Secretaria diz que as escolas funcionarão normalmente.

Vamos esperar.

Esta é a opinião do site Passando a Limpo.


Cidade

Julinho Ramos visita Cidade Jardim e constata atraso em obra de creche

O vereador Julinho Ramos esteve nesta segunda-feira na região dos bairros Cidade Jardim e Jd. Alpino. Ele constatou pessoalmente o atraso nas obras da creche que irá funcionar naqueles bairros.

A informação foi publicada pelo site Passando a Limpo com base nas reclamações de moradores dos bairros que serão beneficiados com a obra e as associação responsáveis pela região. Foi enviado ofício ao prefeito Geraldo Vinholi pedindo que a prefeitura agilize a conclusão das creches. A previsão de entrega era dezembro de 2014. A prefeitura não informou o novo prazo de entrega. Até o momento, foram disponibilizados para a empreiteira R$ 1,4 milhão. A obra é do governo do Estado, e segundo os moradores até agora a obra não chegou a atingir metade do previsto.

A demanda de crianças tem aumentado na região.

Para Ramos, " cobraremos da administração uma fiscalização maior da obra, visto que o prazo inicial para a entrega seria no dia 30/12/2014. Cobraremos também as providências prometidas frente as obras da Escola Pró-Infância do bairro Agudo Romão II, paradas desde o mês de novembro do ano passado".


Colunismo mais que social tem nome e sobrenome:

Arlindo Gutemberg

Recebo diariamente algumas centenas de cartinhas de mancebos e senhoras perguntando o sentido da vida. Este colunista mais que social não responde a todas, já que o tempo é curto e a orgia é grande. Mas acho importante destacar algumas. Esta é uma delas:

- Arlindo, querido. Peguei minha mulher na cama com o pedreiro. O que faço?

"Corno amigo. Dispensa a mulher e fica com o pedreiro. Mão de obra qualificada na construção civil está cada dia mais difícil. E cuidado ao passar na porta.

Beijos em seu coração"

Arlindo Gutemberg

PARA ACESSAR A PÁGINA DE ARLINDO GUTEMBERG NO FACEBUNDA - CLIQUE AQUI OU NO LINK ACIMA -


http://twitter.com/arthurgodoyjr



Tempo e temperatura


- Acho que essa tal de dengue é lenda...

- Então, é das grossas...



Paulinho Bauab

Paulinho Bauab, na Igreja Matriz, em evento da Secretaria da Educação. Ao seu lado, a então secretária Ana Maria Homem Marino.


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